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Real Economy: A Europa em desaceleração económica


© Reuters.

À medida que entramos no inverno, também a economia parece estar a arrefecer. Mas, às vezes, os desafios criam novas oportunidades. Nesta edição de “Real Economy” olhamos para o exemplo da Grécia, que tem na China um novo parceiro de negócios e falamos com a nova chefe do Fundo Monetário Internacional (FMI), Kristalina Georgieva, para perceber se o atual clima económico agitado pode ser revertido.

Previsões para a economia europeiaBruxelas reviu as previsões de crescimento da zona Euro para o nível mais baixo desde o pico da crise financeira e não prevê uma melhoria em 2020.

As perspectivas devem-se sobretudo ao clima de incerteza, originado pela guerra comercial entre os Estados Unidos da América (EUA) e a China, que teve início em março de 2018.

O país europeu que mais sofreu com o fogo cruzado entre as duas potências foi a Alemanha. Para a Alemanha as exportações representam quase metade da economia, com os setores automóvel e das máquinas industriais a liderar.

No entanto, a economia alemã tem desacelerado desde 2017. A China, o seu principal parceiro comercial, diminuiu a procura de mercadorias estrangeiras por causa do abrandamento económico sentido no próprio país.

E como a Alemanha estendeu a cadeia de fornecedores à Europa Central e do Leste, países como a Hungria, a Eslováquia e a Polónia começam agora também a sentir os cortes, à medida que a desaceleração atinge toda a economia da União Europeia.

Em entrevista à Euronews, a diretora do Fundo Monetário Internacional (FMI), Kristalina Georgieva, explicou como considera ainda ser possível a Europa reverter a desaceleração económica.

Precisamos de uma paz comercial sustentável

Kristalina Georgieva
Diretora do Fundo Monetário Internacional

Efi Koustokosta, Euronews: O que é que a Europa, ou mesmo a Alemanha, podem fazer para evitar e sair da desaceleração económica?

Kristalina Georgieva, Diretora do FMI: Primeiro, deve fazer um investimento muito mais decisivo em competitividade para a Europa; depois [apostar] em investigação e desenvolvimento, a Europa deve ter objetivos elevados para todos os países, de forma a garantir que possa competir com a Ásia e os EUA no futuro, e em política climática; acho verdadeiramente que é o momento da história em que a Europa pode liderar o mundo. Investir no crescimento da resiliência climática, com base em baixas emissões de carbono, pode estimular um caminho de crescimento mais dinâmico para a Europa e, claro, colocar a Europa na vanguarda do que inevitavelmente vai ser o futuro de todo o mundo.

E.K: Ainda há algumas tensões comerciais entre os EUA e a China, ainda não temos nenhum acordo à vista. Isto pode representar uma oportunidade para a Europa?

K.G.: Estimamos que, este ano, o comércio cresça apenas 1,1%. Isso significa basicamente que o mecanismo comercial de crescimento está inativo. Avaliámos o custo das tensões comerciais para a economia mundial e concluímos que, até 2020, esse custo será de 700 mil milhões de dólares, ou seja, 0,8% do PIB global. Não é trivial. E quando analisamos de onde vêm esses custos, as tarifas representam a menor fatia, a maior parte vem da incerteza. Portanto, o que defendemos é a chegada a acordo entre os EUA e a China, com vista a aumentar a confiança. Mas, a longo prazo, as tréguas comerciais não serão suficientes. Precisamos de uma paz comercial sustentável. E acreditamos que, aí, a Europa tem um papel muito importante a desempenhar, por ser uma economia aberta orientada para a exportação.

E.K.: Se isso não acontecer rapidamente, acha que vamos entrar num mau período económico, numa recessão?

K.G.: Para já, não achamos estarem reunidas condições para um cenário tão mau, mas estamos preocupados com o facto de um longo período de incerteza no comércio poder ser mau para o crescimento da economia.

A Grécia e o aliado chinêsSob pressão por parte dos EUA, a China está agora mais aberta ao comércio com novos aliados. E Atenas perfila-se entre os parceiros.

Em 2016, o porto de Pireus tornou-se no símbolo da “Iniciativa do Cinturão e Rota” da China, quando a COSCO, a maior multinacional chinesa no setor da navegação, se tornou numa das principais acionistas. O negócio, que engloba a aquisição de 67% do porto e as receitas e investimentos planeados, está avaliado em mais de mil milhões de euros. O objetivo é tornar Pireus no maior porto do mar Mediterrâneo.

De acordo com o ministro grego dos Assuntos Marítimos, Ioánnis Plakiotákis, o investimento “vai afetar a economia local, com a criação de empregos, que também terá um grande impacto na economia nacional da Grécia”.

Do ponto de vista chinês, a localização estratégica do porto de Pireus justificou o investimento massivo.

Com as mercadorias que viajam entre a Ásia e a Europa por via marítima através do canal de Suez, a localização de Pireus faz do porto a primeira grande porta de entrada para a Europa continental.

De acordo com o diretor comercial do Terminal de Pireus, “qualquer troca comercial, através do canal do Suez, que venha da China, da índia, ou até da Austrália, terá de passar” pelo porto de Atenas, permitindo uma poupança de 10 dias de viagem, em relação a “qualquer outro porto no norte da Europa”.

Mas em Pireus, o impacto dos investimentos chineses vai além de novos guindastes e mais contentores. A cooperação com a COSCO inundou a região, outrora marcada pela crise, com dinheiro e receitas de impostos.

Com vista a tornar as as futuras relações comerciais lucrativas para todos, a Comissão Europeia pediu, na primavera passada, um escrutínio minucioso aos investimentos em setores estratégicos. Bruxelas quer garantir uma maior reciprocidade nos acordos comerciais entre a China e a União Europeia.

Mas a solução a parceria com o Estado chinês está a preocupar os sindicatos. E Giorgos Gogos, secretário-geral do sindicato dos trabalhadores do porto secretary general of Piraeus porto deixa o alerta: “Sim, hoje mais pessoas têm trabalho. Mas o problema é que trabalham em piores condições e com menos rendimentos”.

Após o arrefecimento das relações comerciais com os EUA, a China está de olho na Europa para investir. E a compra do porto de Pireus pela Cosco pode dar um conhecimento valioso para experiências futuras, com vista a aproximar o Oriente e o Ocidente.

Bruxelas, que já descreveu a China como um “rival sistémico”, apela agora aos Estados-Membros para atuarem como um bloco ao lidarem com a segunda maior economia do mundo.

Boris Johnson quer aplicar a chamada “taxa digital” no Reino Unido


© Reuters.

O novo imposto, “taxa digital”, incide sobre os proveitos de publicidade e venda das grandes plataformas tecnológicas como o Facebook, a google ou a Amazon (NASDAQ:).

A medida faz parte do programa eleitoral do Partido Conservador. De acordo com a BBC, Boris Johnson quer cobrar 2% de impostos a companhias com faturação acima dos 585 milhões de euros. A ideia é contrariar o facto destas tecnológicas não pagarem impostos nos países onde operam e não criarem riqueza ao nível local.

Antecipa-se mais uma guerra comercial com os Estados Unidos da América. É que, por causa da taxa digital já aprovada em França, Donald Trump ameaçou impôr tarifas aos produtos franceses de 100%.

Em França, a taxa será de 3%. Itália prevê uma medida semelhante a aplicar a partir de meados de 2020.

Em Portugal, o parlamento chumbou em março deste ano uma proposta do Bloco de Esquerda sobre esta matéria. PS, PSD e CDS votaram contra a cobrança de 3% da faturação em território português de plataformas como a Google (NASDAQ:) ou o Facebook .

BOM DIA-Abertura Noticiário Financeiro Reuters


© Reuters. BOM DIA-Abertura Noticiário Financeiro Reuters

LISBOA, 5 Dez (Reuters) – Bom dia! Eis os principais eventos a ter em atenção hoje.

PSI20 PORTUGAL:

* O índice accionista PSI20 subiu 1,72%, a maior subida percentual desde Agosto último, e liderou os ganhos entre as bolsas europeias, com os investidores a mostrarem novo apetite pelo risco, após notícias de que EUA e China estão mais próximos de assinar um primeiro acordo, segundo traders.

O Presidente dos EUA, Donald Trump, disse hoje que as conversações comerciais com a China estão a “correr muito bem”, um dia depois de ter dito que o acordo poderia ser alcançado apenas após as eleições de 2020.

Entretanto, segundo a Bloomberg, os EUA e a China estão mais próximos de um acordo sobre a quantidade de tarifas a serem revertidas, no âmbito de um acordo comercial de primeira fase.

AGENDA NACIONAL:

* Secretário de Estado norte-americano, Mike Pompeo, e Primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, visitam Portugal.

* Reunião do Conselho de Ministros.

AGENDA INTERNACIONAL ECONÓMICA E POLÍTICA (Hora local):

* BRUXELAS – Reunião do Conselho de Assuntos Económicos e Financeiros da UE.

* ESTOCOLMO – O vice-governador do Riksbank, Martin Floden, fala sobre a situação económica e a política monetária actual na Swedish Public Utility Conference para representantes eleitos em empresas de serviços públicos – 0740 GM.

* BRUXELAS – Participação do vice-presidente do BCE, Luis de Guindos, na reunião do ECOFIN.

* WASHINGTON DC, EUA – O vice-presidente de supervisão do Federal Reserve, Randal Quarles, a presidente do Federal Deposit Insurance Corp., Jelena Williams, e o presidente da Associação Nacional da União de Crédito Rodney Hood depõem perante a audiência do Comité Bancário do Senado sobre a “Supervisão dos Reguladores Financeiros” – 1500 GMT.

* ATENAS – A comissária da UE para assuntos internos, Ylva Johansson, e o vice-presidente da Comissão, Margaritis Schinas, visitam Atenas.

* BERLIM – A chanceler alemã Angela Merkel dá as boas-vindas ao presidente do Cazaquistão, Kassym-Jomart Tokayev, com honras militares – 1100 GMT

* ROMA – O ministro dos Negócios Estrangeiros da Rússia, Sergei Lavrov, visita a Itália (até 7 de dezembro).

* BRUXELAS – Reunião do Conselho de Assuntos Económicos e Financeiros da UE.

* BRATISLAVA – A Organização para Segurança e Cooperação na Europa (OSCE) realiza uma reunião do Conselho de Ministros (até 6 de dezembro).

* VIENA – 177.ª reunião da Conferência da OPEP.

* Vendas de Retalho Austrália Outubro (01:30)

* Balança Comercial Bens e Serviços Austrália Outubro (01:30)

* Índice de Preços do Consumidor Holanda Novembro (06:30)

* Encomendas Industriais Espanha Outubro (08:00)

* PIB (Revised) União Europeia Q3 (11:00)

* Comércio Internacional EUA Outubro (14:30)

* Pedidos de Subsídio de Desemprego EUA 30 Novembro (14:30)

* Balança Comercial Canadá Outubro (14:30)

* Encomendas Fabris EUA Outubro (16:00)

AGENDA INTERNACIONAL EMPRESAS:

* Toronto-Dominion Bank Resultados

* Canadian Imperial Bank of Commerce (CIBC) Resultados

* Dollar General Corporation (NYSE:) Resultados

* Brown-Forman Corporation Resultados

* The Kroger Co (NYSE:). (Kroger) Resultados

* Zoom Video Communications, Inc. Resultados

* Tiffany & Co. Resultados

* The Cooper Companies, Inc. Resultados

* Ulta Beauty, Inc. Resultados

* CrowdStrike Holdings, Inc. Resultados

* DocuSign, Inc. Resultados

* Guidewire Software, Inc. Resultados

* DS Smith Plc Resultados

* Science Applications International Corporation (SAIC) Resultados

* Canadian Western Bank (CWB) Resultados

* Daily Mail and General Trust plc Resultados

(Por Lisboa Editorial)

AGENDA PORTUGAL-Noticiário Financeiro Reuters


© Reuters. AGENDA PORTUGAL-Noticiário Financeiro Reuters

DEZEMBRO

* Secretário de Estado norte-americano, Mike Pompeo, e Primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, visitam Portugal.

* Reunião do Conselho de Ministros.

* INE divulga Atividade dos Transportes relativo ao 3º trimestre.

* Conferência “Portugal na próxima década”, com Pedro Siza Vieira, ministro Adjunto, da Economia e da Transição Digital.

* INE divulga Índice de Custos de Construção de Habitação Nova de Outubro.

* INE divulga Estatísticas do Comércio Internacional de Outubro.

* CMVM divulga indicadores estatísticos de receção de ordens.

* Debate quinzenal com o Primeiro-Ministro e Debate preparatório do Conselho Europeu, no Parlamento, a partir das 1500 horas.

* INE divulga Índice de Preços no Consumidor de Novembro de 2019.

* INE divulga Construção – Obras Licenciadas e Concluídas no 3.º Trimestre de 2019.

* INE divulga Atividade Turística de Outubro de 2019.

* CMVM divulga indicadores estatísticos de fundos mobiliários (mensal).

* Banco de Portugal divulga Boletim Económico.

* INE divulga Índices de Preços na Produção Industrial (novembro 2019); Taxas de Juro Implícitas no Crédito à Habitação (novembro 2019) e Síntese Económica de Conjuntura (novembro 2019).

* Assembleia geral de acionistas da Pharol (LS:).

* CMVM divulga indicadores estatísticos de fundos imobiliários.

* Banco de Portugal divulga Boletim Estatístico; Financiamento das administrações públicas; Endividamento do setor não financeiro.

* Banco de Portugal divulga Indicadores Coincidentes.

* Aeroporto do Montijo – Termina prazo para a ANA se pronunciar sobre a proposta de declaração de impacte ambiental da Agência Portuguesa do Ambiente.

* INE divulga Índice de Preços da Habitação (3.º trimestre 2019); Contas Nacionais Trimestrais por Setor Institucional (3.º trimestre 2019).

* Direção-Geral do Orçamento divulga síntese de execução orçamental (novembro 2019).

* INE divulga Índices de Produção Industrial (novembro 2019); Índice de Volume de Negócios, Emprego, Remunerações e Horas Trabalhadas no Comércio a Retalho (novembro 2019); Inquérito à Avaliação Bancária na Habitação (novembro 2019).

* INE divulga Estimativa Rápida do IPC/IHPC (dezembro 2019).

FEVEREIRO

* Millennium bcp apresenta resultados de 2019.

* Sonae Capital (LS:) apresenta resultados de 2019.

(Por Lisboa Editorial)

Pompeo rejeita relatório de destituição de Trump como “todo errado”


© Reuters. Pompeo rejeita relatório de destituição de Trump como “todo errado”

LISBOA, 5 Dez (Reuters) – O secretário de Estado dos EUA, Mike Pompeo, rejeitou esta quinta-feira o relatório que define o caso dos Democratas pelo ‘impeachment’ do presidente Donald Trump como “todo errado”.

Um relatório de 300 páginas divulgado pelos Democratas liderando o Comité de informações de segurança da Câmara dos Representantes, no início desta semana delineou as alegações de abuso de poder por Trump. O relatório também sugeria que Pompeo estava entre os altos funcionários que tinham conhecimento ou estavam envolvidos num esforço para obter benefícios políticos de uma potência estrangeira.

O presidente republicano negou qualquer irregularidade, rotulando o inquérito de uma brincadeira.

O relatório observou que muitos dos “subordinados e conselheiros mais próximos de Trump”, incluindo Pompeo, ajudaram Trump a pressionar a Ucrânia e reter informações do Congresso.

Texto original em inglês: (Reportagem de Victoria Waldersee e Jose Elías Rodríguez, traduzido para português por Maria Gonçalves em Gdansk Newsroom; Editado por Patrícia Vicente Rua em Lisboa)

EU rejeita moedas digitais privadas sem regras


© Reuters.

Os ministros das Finanças da União Europeia decidiram que as moedas digitais privadas, como a Libra do Facebook, não devem ser autorizadas na União Europeia enquanto os riscos que podem representar não forem claramente identificados.

O Comissário Europeu das Finanças, Valdis Dombrovskis, disse, durante a reunião do ECOFIN, que a Comissão está a trabalhar num projeto de regulamento sobre esta matéria.

Dombrovskis referiu que há vários estados, como a França, Alemanha ou Malta que já criaram legislação nacional sobre os cripto-ativos, mas a maioria das pessoas concorda com as autoridades europeias de supervisão que defende que estes mercados ultrapassam fronteiras e é preciso um quadro comum europeu.

O governador do Banco Central francês, François Villeroy de Galha, diz que quer que o seu país seja o primeiro dos 28 a emitir moeda digital, tendo afirmado: “Pretendemos começar a experimentar rapidamente e lançar um convite à apresentação de projetos (para intervenientes do setor privado) até ao final do primeiro trimestre de 2020.”

O BCE já afirmou que uma moeda digital pública poderá ser necessária se os pagamentos na Europa continuarem a ser demasiado onerosos. Tudo indica, portanto, que com mais ou menos polémica, a moeda digital corrente, é só uma questão de tempo.

Para já, e sob pressão constante dos reguladores, um quarto dos patrocinadores originais da Libra do Facebook, incluindo os gigantes de pagamentos Mastercard (NYSE:) e Visa, abandonaram o projeto em outubro.

BOM DIA-Abertura Noticiário Financeiro Reuters


© Reuters. BOM DIA-Abertura Noticiário Financeiro Reuters

LISBOA, 6 Dez (Reuters) – Bom dia! Eis os principais eventos a ter em atenção hoje.

PSI20 PORTUGAL:

* O índice accionista PSI20 ganhou 0,09%, apoiado nas subidas das energéticas e dos CTT (LS:), e escapou às descidas das Bolsas europeias e de Wall Street, com os investidores a optarem por ficar longe das apostas mais arriscadas devido à falta de novos desenvolvimentos nas negociações comerciais entre os EUA e a China.

AGENDA NACIONAL:

* INE divulga Atividade dos Transportes relativo ao 3º trimestre.

* Conferência “Portugal na próxima década”, com Pedro Siza Vieira, ministro Adjunto, da Economia e da Transição Digital.

AGENDA INTERNACIONAL ECONÓMICA E POLÍTICA (Hora local):

* ESTOCOLMO – Representantes do Riksbank, da Autoridade de Supervisão Financeira da Suécia, do Gabinete Nacional da Dívida da Suécia e do governo encontram-se para reunião do Conselho de Estabilidade Financeira. – 0800 GMT.

* ROMA – O ministro do Exterior da Rússia, Sergei Lavrov, reúne com o ministro do Exterior da Itália, Luigi Di Maio, e realiza conferência de imprensa conjunta – 1130 GMT.

* MOSCOVO – O primeiro-ministro da Rússia, Dmitry Medvedev, reúne com o primeiro-ministro da Bielorrússia, Siarhiej Rumas.

* LISBOA – O Secretário de Estado dos Estados Unidos, Mike Pompeo, reúne com o Primeiro Ministro Português Antonio Costa e o Ministro das Relações Exteriores Augusto Santos Silva durante uma visita a Lisboa para discutir a cooperação EUA-Português.

* Total Reserva Activos Nova Zelândia Novembro (0300)

* Produção Industrial Alemanha Outubro (0800)

* Produção Ind. Transformadora Noruega Outubro (0800)

* Total Reserva Activos Noruega Novembro (0800)

* Total Reserva Activos França Novembro (0845)

* Reservas Forex Suíça Novembro (0900)

* Vendas Retalho Rep. Checa Outubro (0900)

* Preços Habitações Halifax Reino Unido Novembro (0930)

* Indice Preços Consumidor Rússia Novembro (1400)

* Empregos Privados EUA Novembro (1430)

* Taxa Desemprego EUA Novembro (1430)

* Rendimento Médio EUA Novembro (1430)

* Taxa Desemprego Novembro (1430)

* Sentimento Prelim. U. Mich. EUA Dezembro (1600)

* ‘Stocks’ Retalho EUA Outubro (1600)

* Crédito Consumidor EUA Outubro (2100)

AGENDA INTERNACIONAL EMPRESAS:

* Carl Zeiss Meditec AG Resultados

* The Berkeley Group Holdings plc Resultados

(Por Lisboa Editorial)

AGENDA PORTUGAL-Noticiário Financeiro Reuters


© Reuters. AGENDA PORTUGAL-Noticiário Financeiro Reuters

DEZEMBRO

* INE divulga Atividade dos Transportes relativo ao 3º trimestre.

* Conferência “Portugal na próxima década”, com Pedro Siza Vieira, ministro Adjunto, da Economia e da Transição Digital.

* INE divulga Índice de Custos de Construção de Habitação Nova de Outubro.

* INE divulga Estatísticas do Comércio Internacional de Outubro.

* CMVM divulga indicadores estatísticos de receção de ordens.

* Debate quinzenal com o Primeiro-Ministro e Debate preparatório do Conselho Europeu, no Parlamento, a partir das 1500 horas.

* INE divulga Índice de Preços no Consumidor de Novembro de 2019.

* INE divulga Construção – Obras Licenciadas e Concluídas no 3.º Trimestre de 2019.

* INE divulga Atividade Turística de Outubro de 2019.

* CMVM divulga indicadores estatísticos de fundos mobiliários (mensal).

* Banco de Portugal divulga Boletim Económico.

* INE divulga Índices de Preços na Produção Industrial (novembro 2019); Taxas de Juro Implícitas no Crédito à Habitação (novembro 2019) e Síntese Económica de Conjuntura (novembro 2019).

* Assembleia geral de acionistas da Pharol (LS:).

* CMVM divulga indicadores estatísticos de fundos imobiliários.

* Banco de Portugal divulga Boletim Estatístico; Financiamento das administrações públicas; Endividamento do setor não financeiro.

* Banco de Portugal divulga Indicadores Coincidentes.

* Aeroporto do Montijo – Termina prazo para a ANA se pronunciar sobre a proposta de declaração de impacte ambiental da Agência Portuguesa do Ambiente.

* INE divulga Índice de Preços da Habitação (3.º trimestre 2019); Contas Nacionais Trimestrais por Setor Institucional (3.º trimestre 2019).

* Direção-Geral do Orçamento divulga síntese de execução orçamental (novembro 2019).

* INE divulga Índices de Produção Industrial (novembro 2019); Índice de Volume de Negócios, Emprego, Remunerações e Horas Trabalhadas no Comércio a Retalho (novembro 2019); Inquérito à Avaliação Bancária na Habitação (novembro 2019).

* INE divulga Estimativa Rápida do IPC/IHPC (dezembro 2019).

FEVEREIRO

* Millennium bcp apresenta resultados de 2019.

* Sonae Capital (LS:) apresenta resultados de 2019.

(Por Lisboa Editorial)

‘Bond yields’ da Zona Euro estáveis, prestes a registar maior subida semanal num mês


© Reuters. ‘Bond yields’ da Zona Euro estáveis, prestes a registar maior subida semanal num mês

LONDRES, 6 Dez (Reuters) – As taxas de juro das ‘bonds’ governamentais da Zona Euro alteraram-se pouco esta sexta-feira, mas estão a caminho do maior aumento semanal num mês, com os investidores a continuarem a tomar decisões baseadas nas negociações comerciais EUA-China.

As discussões estão “avançando na direcção certa”, disse o presidente dos EUA, Donald Trump, na quinta-feira, com um tom optimista, mesmo quando as autoridades chinesas mantiveram firme a sua linha de que as tarifas existentes devem ser eliminadas como parte de um acordo provisório para diminuir a guerra comercial de 17 meses entre as duas maiores economias do mundo. altos e baixos das negociações e alguns sinais contraditórios de Trump deram o tom aos mercados de ‘bonds’ nas últimas semanas.

A opinião geral positiva sobre as negociações, bem como os sinais de que a desaceleração da economia da Zona Euro pode estar a chegar ao fim empurraram as ‘bond yields’ dos seus mínimos recordes atingidos há três meses.

Texto original em inglês: (Reportagem de Dhara Ranasinghe, traduzido para português por Maria Gonçalves em Gdansk Newsroom; Editado por Patrícia Vicente Rua em Lisboa)

Setor automóvel tem de reduzir emissões de CO2


© Reuters.

A partir de um de janeiro de 2020, as construtoras de automóveis da Europa serão obrigadas a cumprir as novas regulamentações da União Europeia ou pagar pesadas multas.

Todos os carros novos, de passageiros ou comerciais ligeiros, produzidos na Europa serão obrigados a emissões de CO2 de até 95 gramas, por quilómetro. Mas prevê-se que até 2030 as metas sejam mais ambiciosas e duras como forma de cumprir o que ficou firmado no Acordo de Paris. As multas podem atingir valores astronómicos.

A nova legislação europeia prevê incentivos mas há marcas que falam já em cortes em termos de mão-de-obra. A Audi, por exemplo, anunciou que suprimirá até 9.500 posto de trabalho nas suas unidades de produção alemãs, nos próximos cinco anos. Uma medida que, diz a marca automóvel, libertará 6 mil milhões de euros que poderão ser investidos em veículos elétricos e tecnologia digital.

“No último mês, a indústria automóvel alemã voltou a ter maus resultados. As estimativas são bastante negativas. Estamos num processo de transformação complicado. Não é claro qual será o futuro do carro movido a diesel. As empresas sabem que precisam de mais carros elétricos e de novos carros. Impulsionar a tecnologia é uma grande mudança. Mas há empregos nesta indústria, na Alemanha, que depende do motor de combustão”, explica Clemens Fuest, presidente do Instituto de Pesquisas Económicas.

A Alemanha planeia aumentar os incentivos disponíveis para os compradores de carros elétricos, a partir de 2020 e durante cinco anos. Para modelos que custam até 40.000 euros podem chegar aos 6.000 euros.

Estes incentivos são diferentes em cada Estado-membro da União Europeia. As vendas também.

A Associação Europeia de Fabricantes de Automóveis diz que, apesar dos recentes ganhos, a participação no mercado dos veículos com motor alternativo ainda é 5 vezes menor do que a dos carros a gasolina, que representam quase 60 por cento do mercado de carros novos.

E não se espera, que nos próximos anos, a situação mude, dizem as pesquisas. Prevê-se que em 2025 apenas 10,2% das vendas globais sejam de veículos elétricos e que esse valor aumente para apenas 14,8% em 2030.

Apesar das perspetivas não serem animadoras a União Europeia quer avançar para as metas definidas e tornar o setor automóvel europeu mais competitivo, em termos mundiais. Resta saber quais serão os impactos, efetivos das novas diretrizes.