AGENDA PORTUGAL-Noticiário Financeiro Reuters


© Reuters. AGENDA PORTUGAL-Noticiário Financeiro Reuters

AGOSTO

* Direção-Geral do Orçamento divulga síntese de execução orçamental de julho 2019.

* Banco de Portugal divulga Empréstimos a particulares e sociedades não financeiras de Julho 2019.

* INE divulga Inquéritos de Conjuntura às Empresas e aos Consumidores (Agosto 2019); Estimativas Mensais de Emprego e Desemprego (Julho 2019); Inquérito à Avaliação Bancária na Habitação (Julho 2019).

* INE divulga Estimativa Rápida do IPC/IHPC (Agosto 2019); Índices de Produção Industrial (Julho 2019); Índice de Volume de Negócios, Emprego, Remunerações e Horas Trabalhadas no Comércio a Retalho (Julho 2019); Contas Nacionais Trimestrais (2.º trimestre 2019).

SETEMBRO

* CMVM divulga indicadores estatísticos do mercado de capitais (mensal).

* Banco de Portugal divulga Nota de Informação Estatística – Dívida pública.

* Banco de Portugal divulga Nota de Informação Estatística – Empréstimos concedidos pelo setor financeiro; Taxas de juro de empréstimos bancários – particulares, habitação, novas operações (julho 2019).

* Ibersol apresenta resultados 1ro Semestre 2019.

* IGCP realiza leilão de Bilhetes do Tesouro, com maturidades a 6 e 12 meses, com um montante entre 1.250 milhões de euros (ME) e 1.500 ME.

OUTUBRO

* Eleições legislativas.

* Trading update da Galp 3ro Trimestre 2019.

* Jerónimo Martins apresenta resultados 3ro Trimestre 2019, após o fecho de Bolsa.

* Navigator apresenta resultados 3ro Trimestre 2019, após o fecho de Bolsa.

* EDP apresenta resultados 3ro Trimestre 2019.

NOVEMBRO

* Altri apresenta resultados 3ro Trimestre 2019.

* Corticeira Amorim apresenta resultados 3ro Trimestre de 2019.

Moeda chinesa desvaloriza para níveis históricos


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A moeda chinesa, o yuan, atingiu o valor mais baixo dos últimos 11 anos.

A desvalorização da moeda segue-se à imposição pelos EUA na sexta-feira de mais tarifas alfandengárias sobre produtos chineses. Pequim respondeu impondo tarifas sobre produtos norte-americanos.

A guerra comercial levou os mercados mundiais a brirem em queda.

A desvalorização da moeda chinesa poderá minar a confiança dos investidores levando a uma fuga de capitais.

Esta segunda-feira o presidente norte-americano anunciou à margem da cimeira do G7 que o responsável pelas negociações do lado chinês o contactou durante a noite.

Trump anunciou que a China iria em breve regressar à mesa de negociações.

“Tenho um grande respeito pelo facto do presidente Xi e os seus representantes quererem uma resolução calma desta questão. Estou impressionado por terem exposto os factos de forma tão clara. É por isso que ele é um grande líder e representa um grande país. As conversações vão continuar”, disse Trump à margem da cimeira do G7.

O ministério chinês dos negócios estrangeiros reagiu ao anúncio de Donald Trump afirmando que os EUA estão a violar o consenso alcançado em Osaka pelos dois chefes de estado. Segundo o porta-voz chinês, Geng Shuang, a abordagem norte-americana não é construtiva e está a afetar os interesses de ambos os países. O porta-voz adiantou ainda que ameaças e intimidações não funcionam com a China.

Alemanha à beira de uma recessão


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As yelds das obrigações soberanas da Zona euro dispararam esta segunda-feira, depois de Estados Unidos e China procurarem amenizar as tensões da guerra comercial.

Entretanto, a Alemanha lembra que o conflito comercial está a empurrar a maior economia da Europa em direção à recessão.

“O ambiente nas praças financeiras alemãs piorou novamente. O índice Ifo caiu pela décima primeira vez consecutiva. Estamos a enfrentar uma recessão em toda a economia alemã. Neste momento, isto não parece bom,” afirmou o economista do instituto Ifo (Institut für Wirtschaftsforschung), Klaus Wohlrabe.

A chanceler alemã, Angela Merkel, durante uma reunião com o Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, na cimeira do G7, disse que era do interesse de todos que a China e os Estados Unidos chegassem a um acordo. A economia da Alemanha é fortemente dependente das exportações.

As yelds – que se movem na direção oposta ao preço das obrigações – permaneceram próximas dos recentes recordes de baixa.

O instituto Ifo, com sede em Munique, revelou que o índice do clima de negócios tinha caído para o valor mais baixo desde novembro de 2012.

BOM DIA-Abertura Noticiário Financeiro Reuters


© Reuters. BOM DIA-Abertura Noticiário Financeiro Reuters

LISBOA, 27 Ago (Reuters) – Bom dia! Eis os principais eventos a ter em atenção hoje.

PSI20 PORTUGAL:

* O índice accionista PSI20 ganhou 0,33% e acompanhou as subidas das Bolsas europeias, impulsionadas pelas declarações do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, sobre a evolução das negociações comerciais com a China, acalmando os receios dos investidores, disseram dealers.

* Trump anunciou que os EUA e a China vão voltar a sentar-se à mesa de negociações depois de um telefonema entre os representantes das duas maiores economias do mundo.

* Na conferência de imprensa que fechou a cimeira do G7 em Biarritz, França, o presidente dos EUA mostrou-se confiante num acordo, uma vez que a China foi “muito atingida” nos últimos meses.

AGENDA NACIONAL

* Direção-Geral do Orçamento divulga síntese de execução orçamental de julho 2019.

* Ministro das Finanças, Mário Centeno, na 3.ª edição do Summer CEmp.

(Por Lisboa Editorial)

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AGOSTO

* Direção-Geral do Orçamento divulga síntese de execução orçamental de julho 2019.

* Ministro das Finanças, Mário Centeno, na 3.ª edição do Summer CEmp.

* Banco de Portugal divulga Empréstimos a particulares e sociedades não financeiras de Julho 2019.

* INE divulga Inquéritos de Conjuntura às Empresas e aos Consumidores (Agosto 2019); Estimativas Mensais de Emprego e Desemprego (Julho 2019); Inquérito à Avaliação Bancária na Habitação (Julho 2019).

* INE divulga Estimativa Rápida do IPC/IHPC (Agosto 2019); Índices de Produção Industrial (Julho 2019); Índice de Volume de Negócios, Emprego, Remunerações e Horas Trabalhadas no Comércio a Retalho (Julho 2019); Contas Nacionais Trimestrais (2.º trimestre 2019).

SETEMBRO

* CMVM divulga indicadores estatísticos do mercado de capitais (mensal).

* Banco de Portugal divulga Nota de Informação Estatística – Dívida pública.

* Banco de Portugal divulga Nota de Informação Estatística – Empréstimos concedidos pelo setor financeiro; Taxas de juro de empréstimos bancários – particulares, habitação, novas operações (julho 2019).

* Ibersol apresenta resultados 1ro Semestre 2019.

* IGCP realiza leilão de Bilhetes do Tesouro, com maturidades a 6 e 12 meses, com um montante entre 1.250 milhões de euros (ME) e 1.500 ME.

OUTUBRO

* Eleições legislativas.

* Trading update da Galp 3ro Trimestre 2019.

* Jerónimo Martins apresenta resultados 3ro Trimestre 2019, após o fecho de Bolsa.

* Navigator apresenta resultados 3ro Trimestre 2019, após o fecho de Bolsa.

* EDP apresenta resultados 3ro Trimestre 2019.

NOVEMBRO

* Altri apresenta resultados 3ro Trimestre 2019.

* Corticeira Amorim apresenta resultados 3ro Trimestre de 2019.

Portugal nomeia Elisa Ferreira do Banco Central para Comissão Europeia


© Reuters. Portugal nomeia Elisa Ferreira do Banco Central para Comissão Europeia

LISBOA, 27 Ago (Reuters) – O governo de Portugal escolheu a vice-governadora do seu banco central, Elisa Ferreira, como sua candidata a comissária da UE, disse nesta terça-feira um porta-voz do primeiro-ministro Antonio Costa.

Elisa Ferreira, socialista, foi deputada do Parlamento Europeu durante 12 anos, serviu duas vezes como ministra do Governo e foi mencionada como uma potencial sucessora do governador do Banco de Portugal, Carlos Costa, cujo mandato termina no próximo ano.

Carlos Moedas é o representante de Portugal na Comissão Europeia cessante. Ele supervisiona a investigação, a ciência e a inovação. A Presidente eleita da Comissão, Ursula von der Leyen, anunciará o cargo de Ferreira numa data posterior.

Texto original em inglês: (Reportagem de Andrei Khalip, traduzido para português por André Vitor Tavares em Gdynia Newsroom; Editado em português por Sérgio Gonçalves em Lisboa)

Défice Portugal cai 83% nos 7-meses 2019 com forte subida receita fiscal


© Reuters. Défice Portugal cai 83% nos 7-meses 2019 com forte subida receita fiscal

Por Sergio Goncalves

LISBOA, 27 Ago (Reuters) – O défice público de Portugal teve uma descida homóloga de 83% para 445 milhões de euros (ME) nos sete meses de 2019, com uma forte subida da receita fiscal, justificada pelo crescimento da economia, segundo o Ministério das Finanças.

Adiantou que, entre Janeiro e Julho do corrente ano, se verificou um crescimento da receita de 6,5%, tendo a receita fiscal subido 6,3%, enquanto a despesa aumentou apenas 1,6%, com a despesa primária – excluíndo juros da dívida – a crescer 2,8%.

As Finanças explicaram que “o valor do saldo orçamental em contabilidade pública é beneficiado por efeitos que não têm impacto no apuramento em contas nacionais, na ordem dos 574 ME”.

Estes números foram apurados em contabilidade pública ou seja numa óptica de fluxos de caixa de entradas e saídas, enquanto os dados que valem para os compromissos com Bruxelas são em contabilidade nacional, que é uma óptica de compromissos de receita e despesa assumidas.

As Finanças adiantaram que a receita do IVA-Imposto sobre o Valor Acrescentado cresceu em 8,9%, a do IRC aumentou 7,4% e a do ISP-Imposto sobre Produtos Petrolíferos subiu 9,4%.

Explicou que “este crescimento ocorre apesar da redução da carga fiscal associada a vários impostos, como o IRS (pelo impacto da reforma do número de escalões), o IVA (pela diminuição da taxa de vários bens e serviços) e o ISP (pela redução da taxa aplicada à gasolina em 3 cêntimos)”.

“A dinâmica da receita é essencialmente justificada pelo bom desempenho da economia”, disse em comunicado.

Afirmou que “o comportamento positivo do mercado de trabalho é visível na evolução da receita das contribuições para a Segurança Social, que cresceram 8,7% até julho”.

O aumento de 2,8% da despesa primária foi “influenciada pelo efeito do perfil mais acentuado de reforços no SNS-Serviço Nacional de Saúde para regularização de dívidas de anos anteriores assumido em 2018”.

“Corrigido esse perfil, a despesa primária cresceria 3,2%, destacando-se o crescimento de 5,6% da despesa do SNS, atingindo máximos históricos”, afirmou.

A despesa com salários subiu 4,6%, “refletindo o processo faseado de descongelamento das carreiras entre 2018 e 2020, destacando-se o crescimento expressivo na despesa com professores (4,2%) e profissionais de saúde (6,8%), mais elevados do que nos restantes sectores da Administração Pública”.

A evolução da despesa é também explicada pelo crescimento das prestações sociais (4,1%), em particular o forte aumento da despesa com a Prestação Social para a Inclusão (31,4%), do abono de família (10,0%) e do subsídio por doença (10,1%).

A despesa com pensões da Segurança Social cresceu 5,5%, “refletindo o facto de a generalidade dos pensionistas ter aumentos nas pensões e de a grande maioria ter aumentos superiores à inflação, o que acontece pelo segundo ano consecutivo na última década”.

Realçou ainda o impacto dos dois aumentos extraordinários de pensões, ocorridos em agosto de 2018 e em janeiro de 2019.

Adiantou que houve um “significativo crescimento do investimento público na Administração Central de 23%, excluindo PPP-Parcerias Público-Privadas”.

Disse que o investimento no sector dos transportes sobretudo na CP-Comboios de Portugal subiu 64% e nas Infraestruturas de Portugal aumentou 44%.

(Por Sérgio Gonçalves; Editado por Patrícia Vicente Rua)

França: Clima de negócios estável em agosto


© Reuters.

Em agosto, o clima de negócios e a confiança das famílias francesas mantiveram-se estáveis, contornando focos de tensão na zona euro.

Os dados constam de um relatório divulgado esta terça-feira pelo INSEE, o Instituto Nacional de Estatística e Estudos Económicos.

De acordo com o documento, o indicador do setor manufatureiro melhorou ligeiramente para os 102 pontos, acima dos 101 de julho e da estimativa avançada pelos analistas.

O índice global do clima de negócios manteve-se nos 105 pontos este mês, acima da média de longo prazo de cem pontos.

Já a confiança das famílias na segunda maior economia da zona euro manteve-se no nível mais elevado de ano e meio, com os mesmos 102 pontos do mês de julho.

O comércio a retalho perdeu quatro pontos. O indicador do clima de emprego, por outro lado, caiu para 104 pontos, abaixo dos 106 em julho. Trata-se do menor nível desde setembro de 2016.

BOLSA EUA-Ações dos EUA recuam puxados pelo setor financeiro


© Reuters. BOLSA EUA-Ações dos EUA recuam puxados pelo setor financeiro

Por Chuck Mikolajczak

NOVA YORK, 27 Ago (Reuters) – Os índices de Wall Street caíram nesta terça-feira, pressionados pelas ações financeiras, com a inversão da curva de juros aumentando os temores de recessão nos Estados Unidos, enquanto a incerteza continua afetando qualquer sinal de progresso nas negociações comerciais entre o país e a China.

O Dow Jones caiu 0,47%, para 25.777 pontos, o S&P 500 perdeu 0,32%, para 2.869 pontos, e o Nasdaq Composite caiu 0,34%, para 7.826,95 pontos.

ATUALIZA 1-BOLSA EUA-Wall Street recua sob o peso de ações financeiras e em meio a incertezas comerciais


© Reuters. ATUALIZA 1-BOLSA EUA-Wall Street recua sob o peso de ações financeiras e em meio a incertezas comerciais

Por Chuck Mikolajczak

NOVA YORK, 27 Ago (Reuters) – Os índices de Wall Street recuaram nesta terça-feira, pressionados pelas ações financeiras, com o aprofundamento da inversão da curva de juros do Tesouro norte-americano aumentando as preocupações com a recessão nos Estados Unidos e a incerteza sobre o progresso nas negociações comerciais entre Washington e Pequim também afetando o cenário.

As ações dos EUA inicialmente avançaram, dando continuiade à alta de segunda-feira, conforme o presidente Donald Trump previa outra rodada de negociações com a China. O Ministério das Relações Exteriores da China, no entanto, reiterou na terça-feira que não recebeu nenhuma ligação telefônica recente dos EUA sobre a questão comercial.

Um aprofundamento da inversão na curva de juros entre os títulos do Tesouro dos EUA de 2 e 10 anos reforçou preocupações com o enfraquecimento da economia global.

“Vai ser muito confuso e, infelizmente, sem algum tipo de retrocesso importante no comércio, talvez para desacelerar e empurrar as coisas, a economia vai sofrer”, disse Jack Ablin, diretor de investimentos da Cresset Capital Management em Chicago.

O Dow Jones Industrial Average caiu 124,66 pontos, ou 0,48%, para 25.774,17, o S&P 500 perdeu 9,53 pontos, ou 0,33%, para 2.868,85, e o Nasdaq Composite caiu 26,79 pontos, ou 0,34%, para 7.826,95.

As ações financeiras , que tendem a enfraquecer em cenário de maior fragilidade econômica e com taxas de juros mais baixas, perderam 0,72%, enquanto o setor de utilidades defensivas liderou os grupos em avanço, subindo 0,14%.

O S&P 500 perdeu quase 4% em agosto, devido às preocupações com o impacto da intensificação da guerra comercial EUA-China sobre a desaceleração da economia global e os lucros das empresas, juntamente com a incerteza quanto ao ritmo de cortes nas taxas de juros dos EUA pelo Federal Reserve (Fed, banco central dos EUA).

Com a próxima reunião do Fed agendada para meados de setembro, os investidores estão avaliando a força da economia norte-americana em busca de pistas sobre a direção das taxas. A divulgação, na próxima semana, dos relatórios mensais de empregos e de produção industrial fornecerá aos investidores novos fatores a serem considerados antes do anúncio da política.