Restrições da Covid-19 condicionam férias na neve


© Reuters. Restrições da Covid-19 condicionam férias na neve

Chegou o Natal, o segundo em tempos de pandemia da Covid-19. À semelhança do que aconteceu no ano passado, os Governos impuseram restrições para evitar a propagação da doença.

As limitações de viagens estão a provocar uma onda de cancelamentos nas estâncias de inverno como, por exemplo, em Salzburgo, na Áustria.

A partir deste sábado, a entrada de pessoas provenientes de países considerados de risco como a Grã-Bretanha, a Holanda, a Dinamarca ou Noruega, será mais difícil, uma vez que serão será obrigatória uma quarentena de dez dias.

No entanto, as pessoas triplamente vacinadas e com um teste PCR negativo estão isentas da quarentena obrigatória. No entanto, aplicam-se mais restrições ao regressarem ao país de origem.

O empresário hoteleiro Erwin Schwarz, refere que estão a ter muitos cancelamentos dos clientes alemães, por causa da quarentena obrigatório para os filhos, quando regressassem a casa. Schwarz sublinha que neste momento estão “a transferir, cancelar, gerir, depois chegam novas reservas, é um esforço muito grande”.

A época de esqui nas estâncias de montanha da Bulgária está oficialmente aberta.

As reservas para estas férias multiplicaram, em relação ao ano passado. Grande parte dos hotéis em Bansko estão já esgotados para as festas de Natal e de Ano Novo.

A diretora de um hotel em Borovets, Blagovesta Tomova, refere que “cerca de 40 por cento dos hóspedes são do Reino Unido. No segundo lugar está o mercado búlgaro. Cada destino turístico depende do seu mercado interno, pelo que os hóspedes da Bulgária são muito importantes e valiosos”, sublinha.

Na Bulgária, os certificados digitais só são exigidos para entrar em restaurantes e hotéis, e o uso de máscaras só é obrigatório nos elevadores.

O crescimento da economia vai desacelerar


© Reuters. O crescimento da economia vai desacelerar

O Banco Mundial (BM) reviu em baixa o crescimento da economia mundial, para 4,1% este ano. Segundo o relatório da instituição, divulgado esta terça-feira, o crescimento global irá “desacelerar acentuadamente” e a variante Ómicron pode agravar a situação.

Em relação aos países da zona euro, o relatório “Perspetivas Económicas Globais” vê a economia a crescer 4,2% em 2022, menos 0,2 pontos percentuais face ao estimado em junho, refletindo uma recuperação ligeiramente mais suave.

“Após uma recuperação notável no segundo e terceiro trimestres de 2021, estima-se que o crescimento na zona euro tenha desacelerado no quarto trimestre devido, em parte, ao forte ressurgimento da covid-19, um obstáculo persistente na produção devido aos estrangulamentos de oferta em economias fortemente expostos a cadeias de fornecimento globais e preços de energia acentuadamente mais altos. Ainda assim, é provável que o crescimento tenha permanecido sólido na viragem do ano”, explica o relatório.

À semelhança do esperado para o comportamento da economia mundial, o BM prevê que a economia da zona euro continue a desacelerar até 2023, projetando um crescimento de 2,1%.

A instituição com sede em Washington explica que, apesar da desaceleração esperada, a produção deverá voltar à sua tendência pré-pandemia no próximo ano.

TAP Air Portugal encerra manutenção e engenharia no Brasil durante “ataque” da Covid-19


© Reuters. TAP Air Portugal encerra manutenção e engenharia no Brasil durante “ataque” da Covid-19

O grupo TAP (Transportes Aéreos Portugueses) confirmou o encerramento das operações de Manutenção e Engenharia Brasil (TAP ME), no âmbito do plano de reestruturação aprovado pelo governo com a Comissão Europeia em dezembro.

A decisão foi confirmada à Lusa pela presidente executiva da companhia aérea portuguesa, Christine Ourmières-Widener.

“Depois de uma análise aprofundada e muitos estudos, a TAP decidiu fechar a Manutenção & Engenharia no Brasil e encerrar de forma gradual a operação no Brasil”, afirmou a gestora francesa, anunciando que o passo seguinte é “discutir” o processo “com os trabalhadores, claro, que são a principal prioridade, mas também discutir com os clientes”.

De acordo com um comunicado da TAP, a medida “não interfere na operação de transporte aéreo de passageiros da companhia no país, seu principal mercado exterior”, lembrando que “o Brasil representa entre 25% e 30% da receita” do grupo TAP.

A companhia portuguesa é, entretanto, uma das transportadoras aéreas “vítimas” da Covid-19 neste arranque de 2022, com dezenas de voos cancelados devido à falta de pessoal, infetado ou colocado em isolamento profilático devido ao SARS-CoV-2.

Covid-19 cancela voosA finlandesa Finnair é a mais recente vítima devido à propagação da variante Ómicron entre o pessoal de bordo, e em plena época gripal.

A falta de recursos humanos levou a companhia a anunciar a redução em 20% da oferta de voos previstos para o mês de fevereiro, sendo a maioria em rotas com várias ligações diárias, o que permite à Finnair oferecer alternativas no mesmo dia a quase todos os passageiros afetados.

Os cancelamentos da transportadora finlandesa vão “infetar” também o longo curso e a estreia da ligação a Dallas foi já adiada de fevereiro para o final de março, assim como a estreia dos voos para Nagoya, no Japão, foram atrasados para o verão.

O grupo Lufthansa (DE:), um dos maiores da Europa, confirmou há uma semana ter efetuado cerca de 18 mil voos vazios só para manter os “slots”, isto é, o espaço reservado para aterragens e partidas nos grandes aeroportos.

Já para este mês de janeiro e para fevereiro, a Lufthansa anunciou também a redução da oferta de inverno em 10% devido à quebra das reservas, o que afetou pelo menos 33 mil voos.

A companhia irlandesa de baixo custo, a Ryanair (NASDAQ:), anunciou o corte de 33% dos voos programados para janeiro, o que lhe custou uma quebra de 10 milhões de bilhetes vendidos, mas devido à falta de passageiros.

A Ryanair justifica a quebra com a pandemia e, sobretudo, com as consequentes restrições de viagens na Europa, em particular com “a proibição de chegadas do Reino Unido a França e à Alemanha”, em plena época de férias na neve dos Alpes, “e com a suspensão de todos os voos da União Europeia de e para Marrocos”, onde a Irlandesa também tem vindo a operar com êxito.

Estâncias de esqui francesas anseiam chegada de turistas britânicos


© Reuters. Estâncias de esqui francesas anseiam chegada de turistas britânicos

Foi com enorme alegria e alívio que os operadores turísticos e comerciantes das estâncias de esqui francesas receberam o anúncio do levantamento das restrições para os viajantes vacinados vindos do Reino Unido.

Um mercado fundamental, que em algumas estâncias ultrapassa os 40%, como em Val d’Isère, onde o anúncio foi imediatamente seguido de um twitter de boas vindas aos súbditos de sua magestade.

O anúncio do governo refletiu-se imediatamente no crescimento das reservas.

O turismo britânico de inverno representa para estes destinos de montanha franceses cerca de mil milhões de euros.

As estâncias de esqui francesas registam atualmente uma quebra global de 8% nas reservas, com os Alpes a cairem 12% e os Pirinéus a ganharem 14%.

Os operadores turísticos depositam esperanças no meses de fevereiro e março para recuperarem o volume de negócios. Assim, a Ómicron o permita.

“No reino digital outras Economias já têm um avanço em relação a nós”, Christine Lagarde


© Reuters. “No reino digital outras Economias já têm um avanço em relação a nós”, Christine Lagarde

A Presidente do BCE, Christine Lagarde, discursou esta sexta-feira na Conferência dos Órgãos Especializados em Assuntos Comunitários (COSAC), em Paris.

Lagarde foi uma das convidadas nesta conferência, tendo o seu discurso aberto a terceira (e última) sessão da conferência ocorrida durante os dias 13 e 14 de Janeiro.

O Discurso de Lagarde

Lagarde escolheu começar a sua dissertação destacando as várias crises que a UE teve de enfrentar nos últimos tempos – desde a crise global financeira, à crise da dívida soberana, à crise pandémica – e como foi crucial a forma que a União Europeia escolheu para lutar contra elas.

A Presidente afirmou que, na sua opinião, é devido a uma resposta colectiva e unida que a Europa tem conseguido emergir mais forte de cada crise e apelou a que se continuasse a construir sobre as fundações criadas nos últimos anos, com foco em três direcções principais: fornecimento de estabilidade, fortalecimento da oferta e garantia de autonomia estratégica.

A UE Como Suporte de Estabilidade Económica

Referindo-se à estabilidade, Lagarde afirmou que a crise mais recente é a prova de como a Europa, agindo colectivamente, consegue providenciar solidez económica à região.

Justificando este raciocínio referiu que, durante a crise financeira global, a zona Euro demorou 7 anos a para que o seu PIB voltasse a níveis pré-crise. No entanto, é expectável que o PIB exceda os níveis pré-pandemia já no primeiro trimestre deste ano. “Esta diferença deve muito a uma coordenação de políticas a nível europeu”, rematou.

Lagarde afirmou ainda uma expectativa do abrandamento das factores provocantes da inflação que se tem sentido ultimamente, tendo a inflação chegado aos 5% em Dezembro. “Iremos tomar quaisquer medidas necessárias para garantir a nossa meta de 2% no médio-prazo”, garantiu.

Dinamização da Economia

No que toca ao reforço da oferta, Christine Lagarde destacou a transição energética e a revolução digital. No seu entender, para atingir ambos, a Europa precisa de captar pelo menos 650 mil milhões de euros durante a próxima década. Para atingir este objectivo, realçou a necessidade de encontrar formas de atrair o investimento privado disperso pelo mundo inteiro. “Para isso, precisamos de um sector financeiro da UE que seja robusto, integrado e diversificado”, concluiu.

Com esse propósito, Lagarde relembrou a sua sugestão para criar uma “União de Mercados de Capitais Verde” de forma a robustecer o mercado de capitais europeu face aos seus competidores, algo que entende ser crucial para além da conclusão da União Bancária.

“Então, como podemos avançar?”, perguntou Lagarde retoricamente antes de apelar a que houvesse progresso a nível nacional em termos de reformas fiscais e regulatórias ao mesmo tempo que se discute a proposta da Comissão Europeia sobre a União de Mercados de Capitais, que considera ser uma boa base para o progresso a nível europeu.

Um Euro Digital com foco na Autonomia Estratégica

Voltando-se para a autonomia estratégica, a Presidente do BCE, declarou que todos os passos já mencionados são cruciais para garantir uma mais vigorosa soberania europeia, mas reforçou ainda mais o papel que o digital terá nesse objectivo.

Lagarde notou que a pandemia apenas veio acelerar a transição digital e, como tal, “fortalecer a autonomia estratégica da Europa é vital neste contexto, pois o reino digital é um reino global, onde outras economias já têm um avanço em relação a nós”.

Nessa perspectiva, Christine Lagarde referiu as iniciativas europeias já apresentadas com vista a revigorar o papel global da UE neste campo, tendo providenciado especial destaque ao projecto para um Euro digital.

Enumerando as diversas possibilidades que uma moeda digital abriria – tais como novas oportunidades de comércio ou servir de catalisador para o progresso tecnológico – Lagarde apontou 2023 como o ano em que estariam concluídos os trabalhos de investigação relativos ao desenho e distribuição da moeda digital, a partir dos quais se decidiria por fim qual o caminho a tomar.

De acordo com Lagarde, um Euro digital seria crucial para suportar a soberania monetária e financeira da União Europeia. No entanto, nota “o Euro digital não iria substituir o papel-moeda”, apontando o re-desenho das notas europeias no 20º aniversário do Euro como prova da relevância do papel-moeda para o BCE.

Para concluir o seu discurso, Christine Lagarde voltou a apelar à união e comunidade da União Europeia, destacando ser o factor mais importante para superar as adversidades futuras.

Possíveis Impactos na Economia da UE

O PIB, a inflação e o desemprego são factores que estão de certa forma interligados e cujas variações podem ser indicação de uma crise económica. Nesse sentido, a preocupação de Christine Lagarde com o controlo da inflação tem uma razão de ser.

Com uma subida demasiado intensa dos preços, as pessoas não conseguem pagar hoje serviços ou bens que ontem conseguiam. As poupanças de quem está reformado perdem valor. Cada pessoa que não tenha um aumento de acordo com a inflação perde poder de compra e por isso consome menos, o que baixa o PIB.

Da mesma forma, preços mais caros levam a menos consumo geral, que por sua vez leva uma empresa a obter menor receita enquanto as suas despesas estão também mais caras, o que por sua vez leva a que esta não tenha dinheiro para contratar, o que por sua vez leva a um aumento do desemprego.

Tendo estas possibilidades em vista, afigura-se mais clara a correlação da inflação com o PIB e o desemprego, tal como os possíveis impactos que uma incapacidade por parte do BCE de controlar a inflação pode ter.

Comentários Sobre o Discurso

Relativamente ao Euro digital, Olaf Scholz, louvou a iniciativa, dizendo que um Euro digital é “essencial” e oferece “enormes oportunidades”.

Adicionalmente, Olaf Scholz juntou-se ao ministro das finanças francês para, numa declaração conjunta, ambos declararem ser bem vinda uma fase de teste. Aproveitaram também para enfatizar as várias oportunidades que se abrirão para os cidadãos europeus e para a zona Euro como um todo com a introdução deste novo meio de pagamento.

A par de Scholz, também Fabio Panetta, membro do conselho executivo do BCE, já tinha expressado a sua opinião sobre um Euro digital e as possibilidades, tais como dificuldades, que poderão surgir na criação e implementação desta moeda digital.

Perspectivas Sociais e de Emprego “incertas” no mundo


© Reuters Perspectivas Sociais e de Emprego “incertas” no mundo

As “Perspetivas Sociais e de Emprego no Mundo” apresentadas pela Organização Internacional do Trabalho dão conta de que a recuperação, a nível global, perdeu dinamismo e continuam “incertas e frágeis”. Os níveis pré-pandemia só deverão ser alcançados em 2023, dependendo de onde se vive.

A Covid-19 contribuiu em muito para isso. Guy Ryder, diretor-geral do referido organismo, explicava que “há desigualdades devido, em grande parte, ao lançamento diferenciado de vacinas, a uma capacidade díspar de estímulo, a capacidades financeiras diferentes”. Há países, regiões, que “estão a agir melhor do que outros”, referia. “Os países ricos, a Europa e a América do Norte, estão a voltar aos níveis pré-pandémicos mais rapidamente, mas algumas regiões estão a sair-se menos bem”, concluía.

A atual situação pode retardar a entrada dos jovens no mercado de trabalho, ou levá-los para empregos não condicentes com a sua formação académica, ou a períodos prolongados e repetidos de desemprego, inatividade. As implicações, nos percursos profissionais e perspetivas de ganhos, podem ser de longo prazo.

Recuperação da Zona Euro mais lenta do que previsto


Recuperação da Zona Euro mais lenta do que previsto

A inflação recorde de 5 por cento registada em dezembro preocupa os líderes europeus, que estimam agora uma recuperação mais lenta do que o previam no ano passado.

Reunidos em Bruxelas, os ministros da Economia e das Finanças da Zona Euro prometeram manter os estímulos orçamentais para a economia europeia e esperam que os preços comecem a descer progressivamente em 2022.

Pascal Donohoe, presidente do Eurogrupo: “Continuamos a esperar, à medida que o ano avança, que as pressões inflacionistas que se verificam neste momento comecem a diminuir. Esperamos que isso aconteça, quando vemos que as cadeias de abastecimento em algumas partes da nossa economia continuam a melhorar e também à medida que vemos que o maior nível de poupança que pressionou os preços ao longo do ano passado começa a reduzir à medida que avançamos ao longo do ano.”

O presidente do Eurogrupo disse estar consciente dos “desafios” que a inflação “impõe” aos cidadãos e empresas, sobretudo no que está relacionado com o aumento dos preços das energias, e frisou que os ministros reunidos na capital belga vão tentar responder com “medidas adequadas” dentro da própria economia da Zona Euro.

Ómicron faz FMI rever em baixa previsões para a economia mundial


© Reuters. Ómicron faz FMI rever em baixa previsões para a economia mundial

A disseminação da variante Ómicron do Sars CoV-2 e as medidas mais restritivas que estão a ser adotadas em todo o mundo vão penalizar a economia mundial, segundo o Fundo Monetário Internacional (FMI), que reviu em baixa as previsões de crescimento económico para este ano. O impacto vai continuar a fazer-se sentir, pelo menos, até 2024.

Diz Gita Gopinath, diretora do departamento de pesquisas do FMI: “No início do terceiro ano da pandemia, o balanço de mortes a nível mundial subiu para os cinco milhões e meio. As perdas económicas devem chegar aos 13,8 biliões de dólares até 2024, em relação às previsões anteriores à pandemia”.

O crescimento da economia global deve baixar, este ano, dos 5,9% para os 4,4% – meio ponto percentual abaixo do que tinha sido apontado nas previsões de outono.

Em relação à zona euro, a previsão de crescimento para este ano foi revista em baixa para os 3,9% e deve abrandar para os 2,5% em 2023.

A pandemia coloca entraves à economia, mas ao mesmo tempo a generalização das vacinas e dos passes sanitários permitiu a abertura de atividades que, de outra forma, se manteriam fechadas.

“O mais recente relatório antevê que a variante Ómicron vai ter um impacto na atividade do primeiro trimestre deste ano, mas esse efeito vai começar a desvanecer-se no segundo trimestre”, disse Gita Gopinath,

O vírus tem impacto também na inflação, que deve acelerar, a nível mundial. A subida dos preços no consumidor, nas economias desenvolvidas, deve ficar este ano a um nível bastante mais alto do que tinha sido anteriormente previsto, e abrandar a partir do próximo ano.

BPool adquire controle da Ollo e amplia oferta no setor de marketing

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Por Bússola

Atenta aos novos cenários de demanda por talentos independentes, a BPool, plataforma pioneira em EGM (Enterprise Gateway Marketplace) para o mercado de serviços de marketing, anuncia a aquisição do controle acionário da Ollo, empresa focada na conexão entre clientes e profissionais independentes altamente qualificados. Dessa forma passa a ter em sua plataforma três módulos disponíveis aos seus clientes: marketplace (pacotes de serviços de marketing), ativação (live marketing) e squads (montagem de times customizados).

“A aquisição da Ollo representa uma nova etapa do negócio da BPool. São empresas complementares, com produtos complementares. Assim, fortalecemos a relação com nossos clientes enterprise oferecendo times remotos e abriremos a possibilidade de atender clientes com perfis de demandas distintas”, afirma Daniel Prianti, cofundador da BPool.

“Esse movimento nos permite entrar em um mercado enorme de contratação de profissionais independentes, responde a uma demanda recorrente de nossos atuais clientes e vai acelerar nosso crescimento, encaminhando a nossa série A”, diz Beto Sirotsky, também cofundador da BPool.

Criada em 2020 por Karina Rehavia e Lucas Mello, a Ollo oferece soluções ligadas à contratação de talentos, como a curadoria de freelancers, recrutamento para vagas fixas, gestão de contratos e pagamentos, e serviços de consultoria. “Temos agora um novo desenho empresarial mais robusto, que fortalece nossa oferta de produtos e serviços”, declara Karina Rehavia, que também atua como CEO da empresa.

Na plataforma da Ollo é possível encontrar profissionais de diversas atividades ligadas à comunicação e marketing, como, design, estratégia, criação, UX, UI, tecnologia e business intelligence, entre outros.

“A união com a BPool fortalece nosso produto, aprimorando a experiência dos clientes e gerando mais oportunidades para nossa comunidade de talentos. A partir de agora, aumentamos nossa presença nos Estados Unidos, nos México, na Argentina e na Colômbia, consolidando a Ollo como uma das principais plataformas de talentos independentes da América Latina”, afirma Karina.

Como fica

A BPool e a Ollo seguem como marcas e operações independentes, mas passarão a oferecer produtos e serviços integrados para seus clientes. A aquisição foi viabilizada por cash in, cash out e troca de ações, com a entrada dos fundadores da Ollo na sociedade da BPool.

BPool e Ollo juntas já atendem mais de 150 clientes, dentre eles Novartis, Twitter, Unilever, Nestlé, L’Oréal, Ambev,  HBO Max, Fast Shop e Domino’s. Somadas, as duas plataformas reúnem mais de 3.500 parceiros, entre agências e profissionais independentes, que atuam com clientes de todos os tamanhos em suas demandas de comunicação e marketing.

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Governo alemão revê crescimento económico em baixa devido à Ómicron


Governo alemão revê crescimento económico em baixa devido à Ómicron

O governo alemão baixou esta quarta-feira as expetativas de crescimento económico para 2022 devido à propagação da Ómicron, a mais recente variante de preocupação do SARS-CoV-2, causa da Covid-19.

O aumento de infeções, consequentes isolamentos entre a mão de obra abrandam a chamada locomotiva da Europa, já afetada pela dificuldade de fornecimento sentidas nas cadeias de abastecimento desde 2020.

“Claramente, isto acontece por a pandemia de Covid-19 nos ter bloqueado com diferentes mutações e mais do que o desejado e previsto no outono. Mas isso não significa, nem deve ofuscar, o facto de que a economia alemã como um todo é muito e o mercado de trabalho é estável”, afirmou o novo ministro da Economia da Alemanha.

De acordo com os novos dados, o governo baixou a expetativas de crescimento deste ano dos 4,1% anteriores para os 3,6%, depois do impacto negativo de 2020 (-4,6%), o ano em que a Covid-19 parou o mundo, e da aparente lenta retoma do ano passado, com os principais mercados a tentarem forçar a retoma apesar de diversas vagas de Covid-19 a afetarem os fornecedores, por exemplo, na Ásia.

O ministro Robert Habeck aproveitou a revisão para avisar as empresas germânicas para a necessidade de terem de aprender a conviver com a Covid-19 e com as quebras no abastecimento que se vão mantendo devido à pandemia e que afetaram sobretudo a indústria automóvel, um dos principais setores da exportação germânica, obrigado a cortar na produção.

O Fundo Monetário Internacional também acabou por rever em baixa as previsões deste novo ano para a Alemanha perante a persistência do SARS-CoV-2, reforçado pela rápida e mais resistente progressão da Ómicron.

Depois da queda sofrida no último trimestre de 2021, há já quem receie uma recessão técnica (dois trimestres seguidos em queda), mas algumas recentes estimativas sugerem uma retoma já em janeiro e isso está a dar alguma confiança para uma revisão em alta do segundo semestre do ano.