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Dinamize, Leonora Ventures e mais: Confira 70 vagas abertas

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Em janeiro deste ano o Brasil gerou 155,2 mil empregos com carteira assinada, conforme aponta o Ministério do trabalho e Previdência, a partir dos dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged). E a expectativa é de que o mercado de trabalho e as ofertas de emprego sigam aquecidos.

Pensando nisso, a Bússola separou novas oportunidades para você se inscrever.

Dinamize

Com mais de 20 anos no mercado, a Dinamize oferece plataformas com foco em automação de marketing (Dinamize Automation) e e-mail marketing (Dinamize Mail). A empresa está com uma vaga presencial para costumer service, em Porto Alegre (RS). E uma oportunidade para gerente de contas com foco em agências digitais e de publicidade, em São Paulo.

Para se candidatar, envie currículo para o e-mail rh@dinamize.com com a vaga de interesse no assunto.

Farma Ventures

A primeira corporate venture builder dedicada ao varejo farmacêutico do Brasil, a Farma Ventures procura um agente de Growth Hacking, com disposição e desenvoltura, para atender a área de Inovação com desenvolvimento das Startups do portfólio.

Entre as atribuições estão:

  • Responsável pela estratégia inbound para captação de leads para os times de vendas das startups;
  • Aumentará a audiência em diversos canais, principalmente para conversão;
  • Propor projetos criativos, otimizando-os, gerando relatórios e implementando melhorias com base em estatísticas;
  • Desenvolver campanhas de marketing digital, lançamentos em diversos canais, analisando o desempenho das campanhas e melhorias.

Os candidatos devem acessar o link.

Olga Ri

A Olga Ri, startup de saladas e bowls que opera a partir de cloud kitchens e conta com cinco cozinhas em São Paulo, está com oportunidades para quem quer colocar a mão na massa (ou seria na salada?). A empresa anunciou duas vagas, uma para auxiliar de cozinha e outra para cozinheiro, ambas na unidade da Mooca. A Olga Ri também abriu oportunidade para estágio na área de atendimento ao cliente/customer experience.

Reis Office

A Reis Office tem como missão imprimir soluções e sempre levar as melhores inovações de outsourcing para seus clientes. Não é à toa que conta com uma equipe qualificada e bem treinada.

A companhia está com seis vagas em aberto: duas para técnicos de eletrônica, duas para jovem aprendiz, uma para supervisor de vendas e uma para estagiário em técnico de eletrônica. Os currículos podem ser enviados para selecao@reisoffice.com.br e as vagas também podem ser acompanhadas pelo LinkedIn.

Squadra Digital

Há 35 anos no mercado, a Squadra Digital é uma das mais importantes consultorias digitais do Brasil. Cria negócios de sucesso e atende com profundidade cada etapa da jornada digital de clientes de renome e impacto global.

Em expansão, a empresa está com 41 oportunidades em diversas áreas, como: desenvolvedor full stack, .netpl sênior, desenvolvedor outsystems sênior, desenvolvedor fullstack drupal sênior, desenvolvedor mobile android sênior, quality assurance pleno, desenvolvedor back-end go pleno/ sênior e DevSecOps pleno. Para saber mais, basta acessar o site.

TrueChange

Dedicada a ajudar organizações a implementar soluções inovadoras com foco na criação de valor para os seus negócios, a TrueChange conta com uma equipe de profissionais qualificados e especializados em low-code e nas melhores práticas de desenvolvimento de software para realizar a transformação digital dos negócios.

Com 23 vagas abertas em áreas como analista de DevOps (no total de três vagas, sendo duas em São Paulo), executivo de contas (uma vaga para atuar em Porto Alegre/RS), três oportunidades para líder técnico, sendo uma delas em Foz do Iguaçu, uma vaga para analista de teste também em Foz do Iguaçu, uma vaga para gerente de CS em Recife (PE), sete oportunidades para desenvolvedor de software, uma vaga para especialista de software, quatro oportunidades para product owner, sendo uma em Recife e outra em Foz do Iguaçu e duas vagas para desenvolvedor de software. Para saber mais e se candidatar, acesse o link.

Zukerman Leilões

Com mais de 35 anos no mercado, a Zukerman Leilões é especializada na realização de leilões de imóveis de origem judicial e extrajudicial, residenciais, comerciais e rurais com preços vantajosos e descontos abaixo do mercado.

Se você quiser fazer parte deste time, na área de assistente de costumer service, envie seu currículo para contato@zukerman.com.br.

Alfa Inteligência

A Alfa Inteligência, uma das melhores empresas no mercado de pesquisa de opinião e estratégia do Brasil, está com vagas abertas em estados do Brasil, junto com a SOGO Tecnologia. A companhia busca cada vez mais se igualar às grandes empresas, no que se refere a ferramentas, processos, salários e benefícios

São quatro vagas disponíveis: executivo comercial, desenvolvedor WordPress, analista de testes e pesquisador de campo.



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Com edifícios e seus “gêmeos virtuais”, construção civil adentra metaverso

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Por Paulo Salvador*

O setor da construção civil apresentou avanço de 9,7% no Produto Interno Bruto (PIB) em 2021, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O resultado representa o maior crescimento em 10 anos. A economia brasileira como um todo avançou 4,6% em 2021.

Depois de um 2020 tímido, o setor ganhou fôlego com o incremento do financiamento imobiliário, taxas de juros em patamares reduzidos e leve melhora da economia. Também com bom desempenho, a construção offsite, conhecida como modular, tem crescido no mundo em média 5% a 7% ao ano — duas vezes mais que a construção tradicional — e movimentou US$ 82 bilhões em 2020, segundo dados da Terracota Ventures. Tamanha magnitude pede igual inovação

Com sua produção alocada em ambiente controlado, a construção offsite segue lógica industrial e gera produtos tridimensionais para todo tipo de aplicação: hotéis, residências, plantas industriais, varejo e escritórios. Tudo é construído em uma fábrica e depois transportado na forma de módulos, para o local de destino onde serão montados e integrados no canteiro em poucos dias de forma rápida, sustentável, sem impacto ambiental, geração de entulhos ou entraves inesperados.

Tudo é previsível. Esse método construtivo traz uma resposta eficaz para as dores presentes, na construção tradicional: estouro de prazos e orçamento, desperdícios de materiais, passivo ambiental e outros pontos sensíveis.

Na esteira do desenvolvimento que a construção offsite vem alavancando, recursos mais sofisticados também emprestam um na gestão inteligente do ativo. Os gêmeos digitais entram nesse pilar, otimizando o gerenciamento das variáveis que podem ocorrer não somente durante a fase do projeto mas também ao longo do ciclo de vida do edifício. A aplicação dessa tecnologia permite um verdadeiro diálogo entre o prédio real e o seu irmão “gêmeo” virtual, ou seja, criamos na nuvem toda base de informação técnica e construtiva do que será construído.

Com essa base de dados, cada elemento, cada ramal de estrutura, cada parafuso, cada componente de fundação, parede, elétrica podem ser monitorados permitindo que a gestão da manutenção preventiva do ativo seja muito mais eficiente. Em caso de alguma patologia, não precisamos quebrar paredes, interditar ou intervir em pontos desnecessários. Tudo isso gera ganho de tempo e economia de recursos não somente durante a obra, mas em toda a vida do ativo.

Essas inovações trazem impactos que vão além da velocidade de resposta a possíveis reparos. Na Inglaterra, por exemplo, o gêmeo digital e as novas ferramentas já contribuem de forma relevante com a economia circular. A partir desses registros do material empregado temos possibilidades de, daqui a 60 anos, programar a reposição e reciclabilidade dos mesmos,

Os gêmeos digitais são réplicas perfeitas disponíveis no metaverso com total correspondência com a realidade, uma vez que são alimentadas com dados precisos, sempre atualizados.

Novos tempos de revolução tecnológica que trazem desafios nunca vistos, mas também possibilidades nunca antes imaginadas. E é nesse universo que se posiciona a construção offsite.

*Paulo Salvador é CEO da Modularis Offsite Building



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Ex-barman alcança sucesso graças ao marketing digital

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O marketing digital é capaz de mudar radicalmente o jogo de uma empresa.

Cada vez mais o mundo dos negócios vai ser delineado pelo marketing digital: empresas capazes de usar com sucesso essa ferramenta prosperarão, enquanto as outras acabarão, antes ou depois, saindo do mercado.

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E é por isso que o conhecimento e o estudo do marketing digital são tão importantes para um empresário ter sucesso.

Uma lição muito bem compreendida por jovens de negócios, que conseguem crescer muito rapidamente graças ao uso intensivo dessa ferramenta.

O marketing digital tornou-se um grande aliado para quem tem pouco capital inicial, mas quer alcançar resultados rápidos graças às inúmeras possibilidades fornecidas pelo meio digital.

De barman para empresário graças ao marketing digital

Quem explica isso é o empresário Matheus Lopes, destaque nas redes sociais por utilizar técnicas para mudar suas perspectivas de vida através da internet.

Esse é o caso do empresário Matheus Lopes, que conseguiu ganhar destaque nas redes sociais e na internet utilizando de forma intensiva essa plataforma.

Ele começou com um cargo humilde, chegou a ser barman em casas noturnas, e fundou uma série de empresas antes de conseguir dar certo, graças ao uso do marketing digital.

Enquanto trabalhava, investiu parte de seus retornos em anúncios na internet.

O empresários especializado em <a href=marketing Digital, Matheus Lopes” title=”O empresários especializado em marketing Digital, Matheus Lopes” width=”300″ height=”185″ data-restrict=”false” data-portal-copyright=”Exame” data-image-caption=”O empresários especializado em marketing Digital, Matheus Lopes” data-image-title=”” data-image-source=”Exame” srcset=”https://classic.exame.com/wp-content/uploads/2022/05/WhatsApp-Image-2022-05-03-at-17.07.35-e1651608694644.jpeg 1072w, https://classic.exame.com/wp-content/uploads/2022/05/WhatsApp-Image-2022-05-03-at-17.07.35-e1651608694644.jpeg?resize=150,92 150w, https://classic.exame.com/wp-content/uploads/2022/05/WhatsApp-Image-2022-05-03-at-17.07.35-e1651608694644.jpeg?resize=300,185 300w, https://classic.exame.com/wp-content/uploads/2022/05/WhatsApp-Image-2022-05-03-at-17.07.35-e1651608694644.jpeg?resize=768,473 768w, https://classic.exame.com/wp-content/uploads/2022/05/WhatsApp-Image-2022-05-03-at-17.07.35-e1651608694644.jpeg?resize=1024,630 1024w, https://classic.exame.com/wp-content/uploads/2022/05/WhatsApp-Image-2022-05-03-at-17.07.35-e1651608694644.jpeg?resize=928,571 928w” sizes=”(max-width: 300px) 100vw, 300px”/>

Matheus Lopes, empresário especializado em marketing digital  (Exame/Exame)

Aos poucos, Lopes começou a ter os primeiros resultados e tornou-se um nome de destaque dentro do meio digital.

“Já tentei empreender algumas vezes antes de dar certo. Tentei ganhar dinheiro vendendo suplemento na academia, já vendi acessórios para celular, já vendi aparelhos celulares e desde criança eu sonhava em empreender. Com 9 anos eu pegava o dinheiro que o meu pai me dava e comprava tudo de pen-drive no e-Bay que vinha da China. Quando eu tinha uns 20 anos conheci o mercado digital, sendo uma forma de divulgar o seu produto ou serviço na internet”, explica Lopes.

O empresário salienta que durante a pandemia do novo coronavírus (covid-19) que percebeu ser possível realizar vendas online de forma sistemática.

“Hoje vendo online produtos como tratamento para pele, encapsulados, tratamento para emagrecimentos, entre outros”, salienta Matheus Lopes.

Para ele, “o  marketing digital é muito mais prática do que tudo. Se você fizer tudo bem feito, correr atrás, estudar, aplicar da forma correta, você vai conseguir obter resultados, vai conseguir ganhar dinheiro, você vai conseguir realizar seus sonhos”.

“O recado que eu dou para quem quer seguir minha profissão é: tenha persistência, resiliência, saiba se reinventar quantas vezes for necessário, aguente as dificuldades, persista, estude e aplique”, conclui Matheus Lopes.

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Bússola Trends: experiência importa e quanto mais imersiva, melhor

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Por Alexandre Loures e Flávio Castro*

Sabe aquele momento em que você está tão presente que se esquece de todo o resto? Em que está tão envolvido na situação que sente que todos à sua volta estão sentindo a mesma coisa e a sensação é de comunhão? Esse estado chama-se Flow e o conceito foi desenvolvido pelo psicólogo húngaro-americano Mihaly Csikszentmihalyi considerado um dos grandes pesquisadores sobre felicidade e criatividade.

O modo como nos envolvemos em uma atividade pode nos levar a essa sensação de plenitude; surfando na onda. De acordo com Mihaly, as pessoas ficam mais felizes quando se sentem ativas, participativas, envolvidas realizando coisas.

Experiências imersivas e interativas trazem essa impressão de “fluir” e é este estado que os criativos buscam maneiras de cultivar porque é mais uma maneira de criar conexões entre marca e consumidor, gerar engajamento, atrair mais pessoas e fidelizar o público que se envolve com essas ações.

Quando uma marca oferece ao seu cliente uma experiência customizada, diferenciada, criada a partir de um estudo profundo de seu comportamento e suas expectativas, ela se firma como um diferencial competitivo entre os seus concorrentes.

Experiências prazerosas são recompensadoras. De olho nesta tendência, o setor hoteleiro está vendo um crescente número de marcas investindo no marketing experimental. FILA, Hello Kitty, Toy Story, Bvlgari e Atari estão investindo na criação de hotéis temáticos para oferecer aos seus clientes e prospects, um universo imersivo de cultura de marca.

Coproduzido com a Netflix, o imersivo Bridgerton, em cartaz em DC, Chicago e Montreal, traz ao seu público um revival completo do Baile da Rainha. Amantes da série podem viver, por algumas horas, como se estivessem dentro da produção. O espetáculo entrega ao expectador a sensação de participação e pertencimento. Paralelamente, o Spotify lançou a playlist de Bridgerton oferecendo ao usuário também uma experiência imersiva onde ele pode conferir stories fixos com depoimento dos atores, compositor das músicas, além de informações de texto exibidas ao longo de cada canção.

Por aqui, a The Walt Disney Company Brasil anunciou a chegada, em julho, do “Mundo Pixar”, a maior experiência imersiva já realizada por eles. A venda de cotas de patrocínio já é sucesso e um marco na história de sua área comercial. O que podemos ver é que experiência importa e quanto mais imersivo, melhor. Profissionais de Yale já estão estudando uma teoria matemática para aumentar a imersão e o envolvimento em quase qualquer tarefa mas, independente dessa ferramenta que promete ser poderosa, o uso de novas tecnologias definitivamente traz novos ares para os negócios.

A possibilidade de maior interação, seja virtual ou presencial, promete a troca de conteúdos colaborativos, que promovem estreitamento da relação cliente + marca. O metaverso promete, para além disso, conteúdos interoperáveis, transbordando a capacidade da computação e elevando os dois universos — virtual e físico — a outros patamares.

Por ora, entrar no flow é criar mais e mais experiências imersivas e criativas, que levem clientes a surfarem na onda da marca.

*Alexandre Loures e Flávio Castro são sócios da FSB Comunicação

Este é um conteúdo da Bússola, parceria entre a FSB Comunicação e a Exame. O texto não reflete necessariamente a opinião da Exame.



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O case Anitta e como maximizar a presença online da sua empresa

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Por Alexandre Loures e Flávio Castro*

A maioria das pessoas já ouviu esse ditado popular: a primeira impressão é a que fica.

Segundo Tom Peters, economista americano, conhecido como guru da gestão, empresas e pessoas nunca terão uma segunda chance de causar uma primeira boa impressão.

Mas ele também afirma que tempos loucos exigem organizações malucas e que temos que aprender com os melhores e adaptar o ensinamento.

O mais difícil não é causar uma primeira boa impressão, mas fazer durar esse impacto.

A jornada do consumidor começa quando ele entra em contato com a marca, seja virtualmente ou fisicamente. No universo digital, se ele já conhece a empresa, entrará em seu site e mídias sociais.

Se não conhece, provavelmente irá procurar pelo site de busca mais utilizado no Brasil, o Google, detentor de 96,82% da participação do mercado de mecanismos de pesquisa, segundo dados do Statcounter.

Uma das prioridades do marketing é, portanto, ampliar sua presença online com ênfase na otimização da pesquisa orgânica.

Uma empresa deve marcar presença e causar uma primeira e duradoura boa impressão, utilizando de forma interdisciplinar todos os seus canais virtuais. Isso implica em criar conteúdo consistente e alinhado que comunique e possibilite experiências digitais, em todas as frentes, focadas na jornada de cada cliente.

Essa estratégia prevê processos internos e objetivos claros para que a utilização do seo seja ultra aproveitada, afinal, já sabemos que cliques orgânicos geram mais tráfego do que pesquisas pagas, com conversão, também, superior.

Iniciativas criativas compactuam para o sucesso desse processo. É o caso da Schutz que lança em abril, a Schutz Band para apresentar sua nova linha de roupas. A ideia foi criar uma plataforma de conteúdo e lifestyle a fim de conectar as consumidoras e alinhar a comunicação da marca por meio da banda que será capitaneada por quatro mulheres.

Outro bom exemplo é a recém conquista de Anitta que ganhou a primeira posição na lista de músicas mais ouvidas no mundo no Spotify. “Envolver”, lançada em 2021, só viralizou em março deste ano com o desafio da coreografia no TikTok.

O crescimento espontâneo mobilizou outros fãs e artistas e deu no que deu: a cantora é a primeira artista brasileira a chegar no topo da plataforma.

Esses modelos demonstram que propagandas pagas nem sempre têm o mesmo efeito que um vídeo ou reels no Instagram.

Não é à toa que influenciadores ganham até R$ 40 mil por um story. 140 milhões de brasileiros estão nas redes sociais e 52% deste número segue um influenciador.

O importante é entender que existem diversas maneiras de adquirir clientes e é imprescindível que a fidelização venha acompanhada dessa tática.

Não precisamos mais falar que conteúdo criativo é a chave de ouro para qualquer planejamento, junto com um atendimento ao cliente perfeitamente ordenado.

Destacar-se da concorrência é uma prática de negócio que exige uma confluência de ações, com o olhar voltado a manter aquela primeira impressão do começo deste texto.

Campanhas pagas podem gerar resultados rápidos, porém, colocar a cabeça para ferver e cuidar da imagem é garantir benefícios de longos e duradouros prazos.

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*Alexandre Loures e Flávio Castro são sócios da FSB Comunicação

Este é um conteúdo da Bússola, parceria entre a FSB Comunicação e a Exame. O texto não reflete necessariamente a opinião da Exame.



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Arena.im levanta US$ 13,6 milhões para criar “mini Google” para empresas

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Criar uma empresa capaz de garantir que grandes companhias não dependam de redes sociais ou de ferramentas de busca para alcançarem clientes. Esse é o propósito da Arena.im, martech (jargão para startup de marketing) fundada por um brasileiro no Vale do Silício em 2017. Em cinco anos de existência, a empresa acumula 25 mil clientes em 150 países e acabou de passar por uma rodada Series A, em que levantou US$ 13,6 milhões – cerca de R$ 68 milhões. Diante do crescimento, a pergunta que fica é: como a empresa consegue fazer isso? Para entender, é necessário um pouco de contexto. E, é claro, analogias.

Navegar na internet é sinônimo de deixar “pegadas” para qualquer lado em que você vá: antes das discussões sobre privacidade, que ganharam força principalmente a partir de 2018, sites variados coletavam “pedaços” dessa jornada digital (os “cookies”) sem, necessariamente, avisar os usuários. Com o aumento das discussões sobre segurança, empresas como Apple e Firefox desativaram esse recurso, obrigando empresas a mostrarem o famoso pop-up de “aceitar cookies” — assim, o usuário fica sabendo sobre quais informações serão coletadas sobre ele. 

No ano passado, o Google anunciou que deve ir pelo mesmo caminho, acabando com os cookies de terceiros a partir de 2023. Isso significa que, em vez de empresas terem acesso a informações personalizadas sobre usuários, terão acesso a um conjunto de informações menos aprofundadas. O tema ainda é objeto de discussão sobre a mudança que vai gerar na prática, mas o fato é que empresas devem recorrer a novos mecanismos para conseguir rastrear de volta as “pegadas” dos usuários que passam por ali.

É de olho nessa necessidade que a Arena.im oferece serviços a companhias do mundo todo. O foco é oferecer uma alternativa aos serviços das big techs, de forma rápida, sem que as companhias precisem estruturar times inteiros de tecnologia para desenvolver mecanismos do zero. 

O modo como a aplicação funciona é bastante simples, tanto para quem contrata como para os usuários. Para empresas que procuram pela startup, basta criar uma conta no site da  Arena.im, copiar o widget e inseri-lo no código do site. A partir daí, o produto já começa a rodar, sem precisar envolver profissionais de tecnologia no meio do processo. 

Os sites começam a contar com uma espécie de “WhatsApp público”, em que usuários podem fazer comentários e até mesmo perguntas dentro daquela página. Pense assim: se antes você tinha que rolar uma página até o final para ler os comentários, a Arena.im disponibiliza um chat em que é possível ter diálogos em tempo real. Esse é o diferencial da companhia para conseguir mais dados dos usuários e, por sua vez, alimentar a base de dados das empresas. Como cada usuário tem de fazer um cadastro para comentar no chat, fica mais fácil entender quem são e quais os hábitos deles.

Mas, não pense que a startup simplesmente repassa essas informações às empresas. Ao contrário, a companhia tem uma abordagem que mostra os dados de forma anonimizada – ou seja, mostra comportamentos e não informações individuais como nome, telefone ou endereço. A vantagem é que toda essa estrutura fica “dentro de casa” para as empresas e, portanto, dá mais controle sobre questões de privacidade, além de customização.

Clientes

“Conseguimos entender o comportamento de usuários na internet e trazer isso para dentro das empresas. Ao mesmo tempo, prezamos muito pela segurança dessas informações. Hoje, 40% da receita da empresa vem da Europa, que já está mais madura em LGPD, mas sempre estamos de olho em novas normas para nos adequarmos”, afirma Paulo.

Com uma atuação tão forte na Europa, a empresa não interrompeu diretamente as operações na Rússia e na Ucrânia, já que usa a plataforma da Amazon, a AWS, para suportar a operação. Como a infraestrutura roda em cima disso, uma vez que a companhia fundada por Jeff Bezos deixou de ofertar serviços lá, os serviços da Arena.im foram automaticamente interrompidos também.

E, falando em Amazon, os Estados Unidos são o segundo maior mercado da startup, correspondendo hoje a 30% da receita. O Brasil ainda representa cerca de 1%, mas a startup já tem entre os clientes nomes conhecidos pelo público local: Globo, Nubank, VTex, C&A, Avon, Bayer e Bradesco são alguns deles.

Oportunidade para brasileiros

A ideia, inclusive, para os próximos anos, é aumentar a presença local. E, para isso, Paulo quer contratar 70 profissionais brasileiros (a maior parte desenvolvedores) que queiram trabalhar para uma companhia no Vale do Silício.

“Eu também sou desenvolvedor e caí ‘de paraquedas’ no Vale, criei o produto e fui navegando para entender como funciona o mercado de Venture Capital. Agora, quero dar oportunidade para que outros brasileiros possam vir para cá e aprender mais em um ambiente tão rico como esse”, afirma Paulo.

O foco para continuar crescendo será o de escalar o produto entre times que não são de tecnologia, para garantir um acesso “de baixo para cima” – assim como fizeram apps como Slack e Yammer. Na pandemia, essa estratégia já começou a surtir efeito. Em 2021, a companhia cresceu 10 vezes em relação ao tamanho que tinha em 2020

O principal foco, no Brasil, para crescer, será desenvolver aplicações para o e-commerce. Como um exemplo desse esforço por atingir companhias maiores, a Arena.im está lançando uma integração com a Shopify, que vai permitir aos vendedores da plataforma conseguirem conversar com possíveis clientes e fechar vendas pelo chat. Os planos futuros incluem integrações com Vtex e Nuvemshop, seguindo os mesmos moldes. 

“Até o fim do ano temos a projeção de ter 100 mil contas abertas, ou seja, crescimento de quatro vezes o número atual, algo que também deve se refletir em receita. Nós nascemos muito focados em pequenas e médias empresas nos EUA e, agora, queremos focar cada vez mais em grandes companhias e vemos o potencial de escalar nossa tecnologia para atingi-las”, diz Paulo.

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Veja 5 dicas para melhorar seu branding do influenciador Junior Neves

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O branding é uma palavra cada vez mais na moda. Ela representa o conjunto de ações e posicionamentos, propósito e valores de uma marca, cujo objetivo é cativar a atenção do cliente.

E o branding é cada vez mais importante em uma época onde a principal vitrine para apresentar uma empresa ao mercado é a internet.

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A evolução da web alterou o funcionamento da economia de forma profunda.

Desde a praticidade dos aplicativos de compra e entrega até a visibilidade alcançada com as redes sociais.

Essa revolução, que acontece a cada minuto, tem exigido um reposicionamento de marcas empresariais.

Mesmo marcas tradicionais tiverem de repensar suas estratégias de comunicação para se adaptarem ao novo contexto.

Branding também tem suas estratégias

As estratégias de branding surgem nesse momento para ajudar as marcas.

Também conhecido como “Branding de Dominação”, é uma forma de gerenciar a marca de forma a potencializar a difusão da sua imagem e o envolvimento do público.

“O propósito está dentro da estratégia do branding. O propósito é o destino, para onde está caminhando” explica Junior das Neves, consultor de marketing digital e especialista em branding.

Junior das Neves, consultor de <a href=marketing digital e especialista em branding” title=”Junior das Neves, consultor de marketing digital e especialista em branding” width=”300″ height=”200″ data-restrict=”false” data-portal-copyright=”Exame” data-image-caption=”Junior das Neves, consultor de marketing digital e especialista em branding” data-image-title=”” data-image-source=”Exame” srcset=”https://classic.exame.com/wp-content/uploads/2022/03/WhatsApp-Image-2022-03-31-at-19.09.40.jpeg 1280w, https://classic.exame.com/wp-content/uploads/2022/03/WhatsApp-Image-2022-03-31-at-19.09.40.jpeg?resize=150,100 150w, https://classic.exame.com/wp-content/uploads/2022/03/WhatsApp-Image-2022-03-31-at-19.09.40.jpeg?resize=300,200 300w, https://classic.exame.com/wp-content/uploads/2022/03/WhatsApp-Image-2022-03-31-at-19.09.40.jpeg?resize=768,512 768w, https://classic.exame.com/wp-content/uploads/2022/03/WhatsApp-Image-2022-03-31-at-19.09.40.jpeg?resize=1024,682 1024w, https://classic.exame.com/wp-content/uploads/2022/03/WhatsApp-Image-2022-03-31-at-19.09.40.jpeg?resize=654,436 654w, https://classic.exame.com/wp-content/uploads/2022/03/WhatsApp-Image-2022-03-31-at-19.09.40.jpeg?resize=1000,666 1000w, https://classic.exame.com/wp-content/uploads/2022/03/WhatsApp-Image-2022-03-31-at-19.09.40.jpeg?resize=920,613 920w, https://classic.exame.com/wp-content/uploads/2022/03/WhatsApp-Image-2022-03-31-at-19.09.40.jpeg?resize=420,280 420w, https://classic.exame.com/wp-content/uploads/2022/03/WhatsApp-Image-2022-03-31-at-19.09.40.jpeg?resize=680,453 680w, https://classic.exame.com/wp-content/uploads/2022/03/WhatsApp-Image-2022-03-31-at-19.09.40.jpeg?resize=760,506 760w, https://classic.exame.com/wp-content/uploads/2022/03/WhatsApp-Image-2022-03-31-at-19.09.40.jpeg?resize=165,110 165w” sizes=”(max-width: 300px) 100vw, 300px”/>

Junior das Neves, consultor de marketing digital e especialista em branding (Exame/Exame)

Neves, 31 anos e mais de 150 mil seguidores no Instagram, está na frente da Staage, plataforma de cursos de marketing digital, já teve parcerias com grandes nomes do mundo dos negócios, como é o caso de Paulo Vieira, Viih Rocha, Thiago Nigro, Thiago Fonseca, Carlos Bertolazzi, além de Pablo Marçal, sua principal inspiração.

Neves lista cinco pontos fundamentais que devem estar em qualquer estratégia de branding bem-sucedida.

Esses são:

  • histórias
  • personagens
  • discurso
  • segredos
  • signos

Para Neves, esses preceitos são indispensáveis para “marcas que quiserem se destacar nas redes sociais transmitindo sensações, emoções e percepções”.

Isso em vista que a marca deve suscitar uma imagem capaz de se associar com o imaginário de público.

Cuidado com os erros

Existem erros e preconceitos que podem dificultar a implementação de uma política de Branding de sucesso.

Um dos mais comuns é de que se trata de uma mera questão de identidade visual.

Quem cai nesse erro ignora que o Branding diz principalmente sobre redefinir a identidade geral da empresa, suscitando valores atrativos para o cliente.

“No caso do marketing, a pessoa precisa ir atrás do cliente. Usando o Branding, o cliente vem até você pelo desejo de usar a marca”, explica Junior Neves.

Portanto, é importante que o posicionamento envolva a marca com significado e memorização. Assim, é relevante que a marca deixe claras as suas posições e o seu foco perante o mercado.

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Como ter estratégias assertivas para captação de leads

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Vender não é uma tarefa fácil, por isso, ferramentas e técnicas aparecem para ajudar nessa missão. Estabelecer um funil de vendas consistente, implementar processos e treinar a equipe, por exemplo, são estratégicos para transformar o lead em uma compra concluída.

No entanto, embora muitas marcas tenham uma equipe de marketing engajada, os leads nunca chegam no comercial. Segundo a SalesForce, empresa de gerenciamento de relacionamento entre marcas e pessoas, 68% das empresas não identificaram ou tentaram medir um funil de vendas. A mesma pesquisa mostrou que 79% dos leads de marketing nunca são convertidos em clientes pagantes.

De acordo com Fábio Oliveira, CEO da plataforma de terceirização de vendas SalesFarm, o principal erro do time é não ter uma estratégia assertiva para captação desses leads. “Uma boa gestão de leads depende de um conhecimento profundo do que a marca quer comunicar. É preciso conversar com o público certo, oferecer aquilo que ele realmente precisa e, de fato, resolver sua dor”, afirma o executivo.

Para isso, a pedido da Bússola, o executivo listou alguns erros que fazem seus leads nunca chegarem no comercial:

1-marketing e vendas desalinhados

O marketing e vendas devem estar no mesmo departamento, e se der, o time precisa trabalhar na mesma sala. O marketing convida o cliente a conhecer o produto, e o vendedor precisa continuar este processo com coerência e conseguir converter esse cliente.

 2-Erro na identificação do público-alvo

Segundo o CEO, os clientes são o principal ativo de qualquer negócio, a tecnologia surge como um grande aliado para auxiliar o vendedor no processo de comunicação, seja de forma presencial, virtual ou por telefone. “É importante entender como utilizar essas ferramentas, analisar as necessidades dos clientes para saber se comunicar com as pessoas certas”, declara Fábio.

3-Análise equivocada das métricas

Outro erro da equipe de vendas é focar muito nos fechamentos e conversões, e esquecer do volume de leads entrando. Dessa forma, é importante ter equilíbrio entre volume e qualidade nos processos. Analisar as métricas de trabalho também é uma forma para dar mais atenção ao problema e ter certeza se está no caminho certo.

4-Falta de constância

As ações devem ser sólidas, constantes e com processo, para mostrar ao cliente a seriedade do trabalho. Um processo de atendimento eficaz fideliza o cliente. É preciso sempre manter contato com seus leads, afinal, um vendedor comprometido nunca se afasta dos seus clientes para cada vez mais fortalecer o relacionamento.



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Fatos e mentiras sobre o trabalho com marketing digital

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A demanda por marketing digital cresce a cada ano e, com isso, a necessidade de novos profissionais. Noventa e quatro por cento das empresas escolheram o marketing digital como estratégia de crescimento, aponta dados da pesquisa Maturidade do marketing Digital e Vendas no Brasil, que reuniu resultados digitais, mundo do marketing, rock content e vendas B2B. Com a consistência da área, surgem propostas “fakes” que prometem muito dinheiro trabalhando em poucas horas ou ser um profissional com algumas horas de curso.

Um profissional de marketing digital é um especialista que desenvolve, implementa e gerencia campanhas promocionais em nome de uma organização, desempenhando um papel fundamental na conscientização da marca no espaço digital. Isso envolve direcionar o tráfego do site, gerenciar campanhas de publicidade paga e aumentar a visibilidade nas mídias sociais.

“Gerentes e a equipe usarão várias ferramentas analíticas para medir o impacto de seus esforços e otimizar campanhas. Além disso, também são os responsáveis por identificar e avaliar novas tecnologias digitais e plataformas de comunicação”, afirma o publicitário Edu Sani, empreendedor e CEO da AdsPlay Mídia Programática.

A pedido da Bússola, o especialista desmistifica alguns fatos e mitos sobre trabalhar com marketing digital.

1. “Um único curso vai me proporcionar uma colocação no mercado de trabalho

Falso. O mercado dispõe de centenas de cursos de marketing digital à disposição. Ainda que ofereçam um bom conteúdo inicial, muitos cursos são básicos e por si só não são suficientes para formar um especialista.

Para o CEO, é preferível escolher o curso de uma instituição já reconhecida ou ligado a empresas e especialistas. Antes de escolher, vale checar o breve histórico dos professores, se há algum tipo de suporte quando necessário e certificação.

“Ainda assim, só a experiência e muito estudo irão torná-lo um bom profissional”, afirma Edu.

2. “É possível ganhar muito trabalhando pouco”

Falso. A oferta é tentadora. Enquanto navega na internet, você se depara com o anúncio “Ganhe 2 mil reais por semana trabalhando apenas 3 horas por dia”. Segundo Edu, na realidade, dependendo do nível de experiência, quem trabalha com marketing digital deve elaborar e implementar campanhas, supervisionar os membros da equipe e promover produtos em todas as plataformas, além de elaborar estratégias de conteúdo e mídia social.

“Desconfie de ofertas que prometem muito dinheiro e pouco trabalho e acho que isso vale para qualquer área”, diz o especialista.

“É preciso ser especialista em tecnologia”

Falso. Embora um profissional de marketing digital não precise ser um especialista em tecnologia ou ciência da computação, certamente ajuda. Segundo Sani, “aqueles com formação em TI estão atualmente conquistando um nicho no setor, impulsionando soluções tecnológicas”.

3. “Soft skills são diferenciais”

Fato. Além de ter noções de como lidar com conteúdo promocional, incluindo otimização de sites, marketing de conteúdo, gerenciamento de campanhas e controle de projetos, o profissional de marketing digital precisa mostrar que suas habilidades não param por aí.

“Possuir habilidades pessoais de liderança, capacidade de identificar novas oportunidades, equilíbrio entre pensamento analítico e criativo que entregue resultados tangíveis, são exemplos do que faz um profissional de marketing digital se destacar”, afirma Sani.

4. “O estudo é frequente assim como a atualização das ferramentas”

Fato. O marketing digital é um empreendimento altamente estratégico. Portanto, os profissionais precisam garantir que estejam sempre um passo à frente. Isso significa estar sempre atualizado com as novas ferramentas e tecnologias, para entender o que os consumidores estão pensando e propor soluções e conteúdos estratégicos.

5. “O marketing digital possui uma série de áreas possíveis”

Fato. Mídia programática, inbound marketing, estratégia de seo, Growth Hacking, mídias sociais são algumas das áreas envolvidas no marketing digital e é praticamente impossível uma única pessoa ser especialista em todas elas, pois seguem estratégias diversas e necessitam de profissionais diferentes.

“Obviamente um bom profissional pode estar atento ao universo do marketing digital como um todo mas só saberá operar algumas estratégias, por isso, é preciso encontrar uma área com a qual se identifique e se informe sobre as possibilidades que oferece”, declara Edu.



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Qatar 2022 — O Jogo das marcas começou

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Por Alexandre Loures e Flávio Castro*

No dia 21 de novembro de 2022 começa mais uma Copa do Mundo, a primeira a ser realizada no Oriente Médio.

A vigésima segunda edição do mundial acontecerá no Qatar, um dos países mais ricos do planeta, e promete contar com os estádios mais luxuosos que já existiram.

O megaevento atrairá olhares de todo o mundo. São quatro semanas agitadas, com marcas armando suas melhores jogadas para driblar e marcar gols em seus concorrentes.

O pontapé inicial começa agora, com o planejamento de marketing que deve explorar a hiperconexão que o evento traz.

A plateia quer consumir conteúdo, seja na TV aberta, fechada, canais de streaming, redes sociais e afins.

Uma final de Copa do Mundo pode ser assistida por mais de 500 milhões de TVs. Se contarmos por visitantes de cada residência, ou estabelecimento, esse número pode ser quadriplicado. Fora os turistas que já reservaram suas cadeiras nos estádios; já são mais de 800.000 ingressos vendidos na primeira fase de venda.

Organizadores da Copa esperam atrair mais de um milhão deles visitando o maior exportador de gás natural liquefeito do mundo.

Apenas algumas marcas têm o privilégio de participar como patrocinadores oficiais.

É o caso do Crypto.com, aplicativo de troca de criptomoedas com sede em Cingapura, que anunciou a sua participação e tem, pela frente, o desafio de representar a indústria de criptomoedas neste evento histórico.

A Globo já está exibindo as primeiras marcas de seu pacote de patrocinadores. O plano comercial deste ano é independente, negociado separadamente de seu tradicional pacote anual de futebol. Marcas parceiras da Fifa e patrocinadores globais do Qatar têm prioridade nas definições comerciais.

As redes sociais também estão sendo acionadas. A Fifa lançou seu perfil oficial no TikTok para levar, aos fãs, os bastidores do evento, conteúdos criativos, momentos memoráveis e muito mais. O intuito é alcançar adoradores do esporte do mundo todo, de uma maneira leve e diferente, a fim de engajar mais e mais seguidores.

Conteúdo de qualidade é a matada do peito, cabeçada, drible e gol.

Marcas não necessitam estar ligadas ao evento para criarem suas ações. Entretenimento e humor engajam e o que não faltam são ferramentas para criar.

Investir em influenciadores, construção de histórias, memórias; utilizar o humor e as tantas informações acerca das Copas pode, e deve, ser valorizado para engajar o público e aproveitar esse momento de diversão, depois de dois anos de insegurança.

A Organização Mundial da Saúde (OMS), o Estado do Qatar e a Fifa firmaram uma série de medidas que serão implementadas no torneio para proteger e incentivar a saúde, promovendo estilos de vida saudáveis.

Eles querem compartilhar as lições aprendidas com o primeiro evento no mundo árabe. Mais conteúdo!

Afinar estratégias é fundamental para aproveitar as peculiaridades deste Mundial que, diferente do último, na Rússia, tem como sede um país com um pouco mais de onze mil quilômetros quadrados, menos de 2% da população russa e é um dos países mais ricos do mundo.

Nestes quatro anos, uma revolução inimaginável mudou o mundo. Pandemia, Guerra, Olimpíadas sem público. Em 2018 não existia TiKTok no Brasil, Stories no Instagram, Marketplace do Facebook brasileiro, recursos de Chatbots,  e Inteligência Artificial, IGTV e mais inúmeras ferramentas que hoje utilizamos para a produção de conteúdo.

Gianni Infantino, presidente da Fifa, afirmou, em 2018, às vésperas da final da Copa da Rússia, que aquela foi a melhor Copa de todos os tempos.

Podemos afirmar que essa será a que terá um consumo de conteúdo maior do que todas elas.

Agora é hora de treinar e jogar.

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*Alexandre Loures e Flávio Castro são sócios da FSB Comunicação

 Este é um conteúdo da Bússola, parceria entre a FSB Comunicação e a Exame. O texto não reflete necessariamente a opinião da Exame.

 



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