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Coca-Cola lança novo sabor em edição limitada inspirada no metaverso

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A Coca-Cola ganhou novo sabor Byte para o mercado brasileiro – que será a primeira edição limitada do refrigerante na América Latina. Essa novidade havia sido antecipada no metaverso e foi mostrada no game Fortnite, já que o ambiente digital foi a inspiração para o lançamento. Prova disso é que o logotipo foi reinterpretado com pixels e as latas também ganharam desenho exclusivo.

Por aqui, a novidade chegou nesta semana (assim como na Argentina e no México), enquanto Chile, Colômbia e Paraguai receberão a Coca-Cola Byte ao longo de abril. E, assim como a versão Starlight, oferecida somente em outros países, a quantidade disponível não foi revelada. Só que a empresa já antecipou que a comercialização pelo e-commerce dependerá da duração dos estoques.

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Outro detalhe mantido em segredo é o próprio sabor. “É a Coca-Cola de sempre, com um toque de inesperado, um portal pixelado para o mundo digital e a celebração que tudo isso traz”, afirma Oana Vlad, diretora sênior de estratégia global da The Coca-Cola Company. Mas já está claro que a versão especial terá receita sem açúcar e sem nenhuma caloria, como outras opções da marca.

Para o lançamento da Coca-Cola Byte, a empresa preparou uma coleção de produtos licenciados (e inéditos) desenvolvida para as linhas Coca-Cola Jeans e Coca-Cola Shoes. Haverá camisetas, casacos, sandálias e tênis com estampas que brilham no escuro, seguindo o mesmo conceito da bebida. E as vendas começam nesta sexta-feira, 8, e continuarão até quando durarem os estoques.

Toda a campanha promocional foi integrada ao metaverso e, por isso, incluirá uma ilha inédita no Fortnite para os jogadores interagirem com outros participantes e participarem de quatro desafios inspirados nos sentidos humanos. Também foi lançado um jogo de realidade aumentada que pode ser acessado ao digitalizar a lata da Coca-Cola Byte e com placar para ser compartilhado.

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Estes dois jovens conquistaram R$ 14 bilhões antes dos 30 anos; veja como

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Pedro Franceschi, de 25 anos, e Henrique Dubugras, de 26, são cofundadores da startup de cartões de crédito corporativos Brex e acabam de entrar para a lista de bilionários de 2022 da revista Forbes.

Os dois começaram cedo. Aos 16 anos, fundaram a Pagar.me, que permitia que comerciantes aceitassem pagamentos online. Em seguida, estudaram 2 semestres na Universidade Stanford, uma das instituições de ensino mais prestigiadas do mundo, com bolsa da Fundação Estudar, mas largaram o curso para empreender. Foi então que lançaram a Brex, no Vale do Silício, uma companhia de cartões de crédito corporativos para empreendedores de startups.

Em entrevista, Michael Tannenbaum, o CFO da Brex, conta como a startup cresceu exponencialmente usando o growth marketing. “Eles [Henrique e Pedro] queriam construir algo realmente grande e precisavam de alguém com experiência para organizar isso. O primeiro passo foi quebrar todas as regras do marketing tradicional que conhecíamos – começando por colocar um CFO como responsável pelo setor

Com pouca experiência em marketing, mas muita no mercado de empréstimos, Michael queria trilhar um caminho disruptivo e fazer algo que nenhuma outra fintech do ramo pensaria em fazer. Ele queria vender, aumentar os investimentos e gerar lucro, é claro. Mas mais do que isso: queria construir uma marca e crescer ela rápido.

Uma estratégia de vendas nada convencional

A principal estratégia utilizada pela bilionária Brex para se destacar entre as concorrentes e crescer exponencialmente foi o growth marketing. Ela consiste em um conjunto de técnicas para crescer rapidamente um negócio, que mantém os clientes engajados, transforma os consumidores em verdadeiros promotores da marca e é capaz de multiplicar as vendas de qualquer empresa.

E a primeira ação de growth marketing da Brex foi certeira: resolver problemas.

Em 2017, a empresa se destacou no mercado americano por oferecer cartões de crédito corporativos para outras startups e empresas de inovação, como Airbnb e Class Pass. A empresa queria resolver o problema da gestão financeira das startups que estavam começando e que precisavam de um serviço rápido, simples e otimizado.

Para atrair novos clientes, a empresa de crédito corporativo ainda abusou dos growth hacks, fazendo grandes lançamentos dos seus produtos e usando o poder da internet para espalhar o nome da Brex por todo os Estados Unidos. Essas estratégias de vendas digitais renderam à companhia um valuation de R$ 68 bilhões neste ano.

Mas como transformar uma pequena startup em um unicórnio em tão pouco tempo?

A única forma de crescer é estar no digital

Não é de hoje que a internet vem mostrando sua força. Desde meados dos anos 90, o digital evoluiu e ditou como o mercado consome e se comporta. É por isso que qualquer marca que deseja crescer – ou até mesmo sobreviver – precisará investir (e muito) em mídias digitais.

A Brex, por exemplo, comprou espaço em milhares de outdoors em ruas no Vale do Silício no início de sua operação, apostando no offline e no marketing OOH (out of home) para promover a marca. No entanto, segundo Tannenbaum, os clientes que viam o outdoor imediatamente procuravam a empresa na internet e, ao não encontrarem, desistiam do produto.

Para escalar o negócio, não bastou ser conhecida e falada, a empresa precisou descobrir como se posicionar no mercado digital de forma eficaz e assertiva. Ou seja, teve que aprender a vender no online, a fazer um novo tipo de marketing e a contratar os profissionais certos para isso.

Uma mensagem qualquer, espalhada pelo mundo inteiro, não é mais valiosa que uma mensagem certa, entregue apenas às pessoas certas. O segredo do sucesso desta e de milhares de outras startups é o mesmo: entregar o produto e a mensagem certa para o cliente certo. Mas apesar de parecer simples, o profissional capaz de fazer isso com maestria ainda é raro. 

E isso a Brex entendeu cedo.

Entenda como se tornar o profissional mais buscado pelas empresas da era digital. Clique e saiba mais.

Essa carreira em ascensão que fez a diferença na trajetória da Brex será a mais buscada nos próximos anos

Segundo os próprios fundadores da Brex, no ano de 2022 eles devem aumentar o número de funcionários em 50%, principalmente do setor de marketing e de tecnologia. E a Brex não é a única.

De acordo com dados do Indeed, uma plataforma de vagas de emprego, houve aumento de 17% nas vagas de Gerente de marketing, 44% de Analista de marketing Sênior e 55% de Analista de marketing Pleno.

Os profissionais que se destacam nesse mercado são aqueles que entendem sobre:

  • Estratégias de vendas;
  • Escala de negócios;
  • Posicionamento de marca;
  • Conversão direta e indireta;
  • Técnicas e ferramentas digitais.

E a remuneração não é só boa para o dono da empresa. Profissionais especialistas em alavancar o crescimento de pequenas e médias empresas, ou até em aumentar exponencialmente as vendas de grandes corporações, podem ganhar R$50 mil por mês + bônus. No entanto, eles são raros, já que se qualificar nessa área é um verdadeiro mistério.

Não é por acaso que as dúvidas mais comuns entre aqueles que buscam a oportunidade na internet são, por exemplo:

  • Qual curso fazer para trabalhar com marketing digital?
  • Precisa de faculdade para trabalhar com marketing digital?
  • O que faz um profissional de marketing digital?

O futuro está no digital. Descubra como se tornar uma referência em growth marketing e vendas digitais.

Growth marketing com a Exame Academy: o 1º passo para se tornar um profissional de sucesso

Sem o suporte de profissionais competentes, fica cada vez mais difícil separar especialistas de verdade de apenas “gurus de marketing“, na Internet. Na prática, tem muita gente requentando informações e vendendo por aí como se fosse a última descoberta do momento.

Por isso, a Trevisan, em parceria com a EXAME Academy, idealizou o MBA em Growth marketing e Vendas Digitais a fim de formar a próxima geração de profissionais especialistas em marketing com mentalidade de crescimento.

O MBA em Growth da Exame vem justamente para apoiar os profissionais que não podem mais se dar ao luxo de perder tempo minerando toda essa informação e precisam aprender os conteúdos mais atuais com quem realmente entende e, principalmente, gera receita, lucro e reputação para marcas importantes.

Confira o conteúdo de cada módulo do MBA:

Módulo 1 – Growth marketing

  • Mentalidade de Crescimento – 24h
  • Pilares da Transformação Digital em Martech – 24h
  • Modelos de negócio de crescimento – 12h
  • Métricas de geração de receita – 24h
  • marketing 4.0 – 22h (100% online)

Módulo 2 – Business Generation

  • Metodologias Ágeis – 24h
  • Customer & User Experience – 24h
  • Content & Inbound marketing – 24h
  • Outbound Sales & Account Based marketing – 12h
  • Análise de Cenários Econômicos e Aplicações Estratégicas – 20h (100% online)
  •  Corporativa – 22h (100% online)

Módulo 3 – Data Driven

  • Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais (LGPD) – 12h
  • Modelagem e estrutura de dados – 24h
  • Inteligência Artificial aplicada ao marketing – 24h
  • Social Ads & SEM – 24h
  • Business Intelligence – 20h (100% online)

Módulo 4 – Beyond Revenue

  • Construção de Marca no Ambiente Digital – 24h
  • seo: potencializando o ranqueamento – 24h
  • Employer Branding – 24h
  • ESG (Environmental, Social and Corporate Governance) – 12h
  • Governança Corporativa – 20h (100% online)

SAIBA MAIS SOBRE O MBA EM GROWTH marketing E VENDAS DIGITAIS

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Advogado se torna milionário graças ao marketing digital

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Nos últimos anos a internet mostrou toda sua força, criando verdadeiros impérios profissionais graças a uma só ferramenta: o marketing digital.

Desde meados dos anos 90, o mundo digital evoluiu e ditou como o mercado consome e se comporta. E até hoje continua determinando.

Isso se tornou ainda mais claro durante a pandemia do novo coronavírus, quando marcas precisaram investir exponencialmente em mídias online para sobreviver.

Sem contar a necessidade de aprender a vender no ambiente digital, fazer um novo tipo de marketing e contratar os profissionais certos para fazer isso acontecer.

Mas isso vale também para os profissionais que se reinventaram durante a pandemia.

Eles tiveram que aprender a:

  • construir uma estratégia de vendas;
  • aumentar a escala de negócios;
  • posicionar sua marca;
  • trabalhar com conversão direta e indireta;
  • utilizar técnicas e ferramentas digitais.

Por isso, saber se posicionar nesse mercado de forma eficaz e assertiva é a principal estratégia para quem deseja escalar um negócio digital nos dias de hoje.

Exemplo de sucesso com o marketing digital

Um exemplo de sucesso nessa jornada é do advogado Marcello Safe, que se tornou empresário de si próprio e em poucos meses começou a faturar milhões pela internet.

O advogado Marcello Saffe

O advogado Marcello Saffe (Marcello Saffe/Exame)

Aos 26 anos ele já devolveu o sonho de milhares de candidatos que foram injustamente eliminados em concursos públicos e, além disso, transformou o escritório de centenas de advogados que aplicaram seus métodos de gestão.

Em menos de um ano no setor de infoprodutos, trabalhando especificamente com marketing digital, gestão e vendas no ambiente jurídico, o advogado-empresário já contabiliza mais de mil advogados mentorados e já faturou R$ 4 milhões.

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Formado em Direito pelo Centro Universitário Newton Paiva, Saffe é sócio fundador de escritório ao lado do sócio Giovanni Araújo, mentor e palestrante na Safe Editora e sócio da Safe marketing.

“Meu objetivo era revolucionar o mercado jurídico e impactar cada vez mais a vida das pessoas que estão nele. Isso tudo trabalhando com foco em gestão, vendas e marketing para advogados”, explica Saffe à EXAME.

Mesmo com os desafios e incertezas no começo da jornada de marketing digital, Marcello Safe jamais pensou em seguir por outro caminho.

“Desistir nunca foi uma opção. Nas dificuldades iniciais eu procurei meios de otimização”, salientou.

Graças ao seu trabalho, já ganhou o prêmio Faixa Preta, após a conquista da Placa de 4M de faturamento na plataforma de venda de produtos digitais Kiwify.

Os próximos passos de Saffe continuarão guiados pelo marketing digital.

“Quero seguir impactando positivamente o maior número possível de pessoas, seja através da atuação na advocacia ou com seus cursos e mentorias. Além disso, quero aumentar a fraternidade jurídica e expandir minha agência de marketing digital”, salienta o advogado.

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Integração de lojas físicas e online trazem mais retorno de investimento

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Com o início da pandemia de covid-19, as varejistas passaram por momentos desafiadores em relação às lojas físicas. Mas o cenário apenas acentuou uma realidade que antes passava despercebida por muitas marcas: os vendedores são pontos passivos dentro das lojas, que esperam pelos clientes e muitas vezes são dispensados por eles mesmo quando existem clientes circulando, com tempo e disposição para comprar.

Nos últimos dois anos, as compras online subiram 30% em faturamento e as pessoas se mostram cada vez mais dispostas a abrir mão de se deslocar até a loja para escolher um produto, quando existe a opção de encontrar as mesmas opções no e-commerce. Mas, ainda assim, as compras realizadas em lojas físicas têm ganhado fôlego desde a reabertura dos centros comerciais.

Existe um gap, no entanto, entre o que as lojas físicas e o e-commerce de uma mesma marca oferecem em produtos e serviços para o mesmo cliente. Pensando nisso, nasceu o Oto CRM, empresa que fornece um aplicativo para as marcas empoderarem vendedores para realizar contato com clientes via WhatsApp ou e-mail enquanto estão no ponto físico, integrando, assim, o e-commerce e a loja.

E funciona? É o que responde o novo estudo, encomendado pelo Oto CRM, sobre o desempenho de quatro clientes-chaves, num comparativo do antes e depois de usar a ferramenta. “O primeiro grande resultado que obtivemos é que o Retorno sobre Investimento no aplicativo do Oto é de, em média, 304%. Isso significa que entregamos três vezes mais retorno financeiro para o cliente do que ele investe no Oto”, afirma Guilherme Bohnen, CEO da empresa.

O estudo, divulgado como TEI (Total Economic Impact), tem caráter qualitativo e foi realizado pela Forrester, consultoria norte-americana de pesquisa de mercado que presta assessoria sobre o impacto e potencial da tecnologia para seus clientes e é inédito no Brasil. Foram analisados quatro dos principais clientes do Oto: Renner, YouCom, Souq Store e Lebes.

Para as empresas que trabalham com o Oto, o retorno vem em menos de seis meses de uso. “Muitos vendedores dizem que chegam na loja e ‘fazem o Oto’, se referindo ao uso do app para impactar clientes e trazer as melhores ofertas para cada um deles. É um produto bastante personalizado tanto para a marca quanto para os consumidores”, diz Bohnen.

Outro dado mostrado pelo estudo: o uso do Oto reduziu em 85% o risco de compliance com relação aos dados dos clientes, obedecendo a Lei Geral de Proteção de Dados e zelando pela privacidade de cada um dos clientes. Além disso, os próprios vendedores se beneficiaram com a implantação da plataforma: trabalham cerca de três horas semanais no aplicativo Oto CRM e aumentam as vendas semanais, garantindo também comissões mais altas.

O estudo, que está sendo usado como base para toda a estratégia do Oto CRM para 2022, ainda trás depoimentos dos principais executivos das marcas ouvidas, mostrando a dificuldade que existe no varejo em usar todos os dados obtidos nas compras, online ou não, de forma integrada, de uma forma que direcione as lojas e os vendedores para obter melhores resultados.

“Cada um de nossos clientes, incluindo os que foram acionados durante o estudo, está em um momento diferente da maturidade do negócio. Ao mesmo tempo que, para nós, isso é um desafio, comprova também a eficiência do aplicativo para os mais diversos setores e marcas”, diz Guilherme Bohnen.



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Por que a internet virou a ‘empresa’ que mais paga salários milionários?

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No Brasil, 81% da população com mais de 10 anos têm internet em casa e, segundo pesquisa feita pela agência de marketing digital, Sortlist, uma pessoa gasta, em média, 10 horas e 8 minutos por dia navegando na web (o que equivale a 154 dias por ano). 

Mas enquanto a maioria das pessoas usa esse tempo para assistir a filmes, conversar com seus amigos ou simplesmente ‘rolar’ o feed da sua rede social preferida, milhares de brasileiros estão usando a internet para multiplicar a sua renda mensal.

Você, com certeza, conhece o Whindersson, a Bianca Boca Rosa ou a Gkay. Todas estas personalidades da mídia cobram centenas de milhares de reais por uma menção em suas redes sociais e se tornaram milionários através da internet. 

Conheça a oportunidade de fazer sucesso na internet e enriquecer sem precisar ser famoso. Clique aqui e saiba mais. 

Mas eles são exceções. Afinal, a internet democratizou o acesso à posição de influenciador e chamou a atenção de milhões de pessoas para essa oportunidade, o que saturou o meio e tornou esse caminho cada vez mais concorrido. 

A boa notícia é que o mercado de influência não é o que mais movimenta dinheiro dentro das mídias digitais e, por incrível que pareça, ser famoso não é o único caminho para faturar alto dentro da internet.

Como a internet movimenta tanto dinheiro?

Enquanto há poucos anos as mídias tradicionais detinham a maior parte do dinheiro e do prestígio no mundo publicitário, hoje o cenário está muito diferente. Alcançar seguidores, curtidas e influência nas mídias digitais passou de “algo a mais” na vida de uma celebridade a uma verdadeira representação de sucesso. 

Com 1 bilhão de usuários ativos que passam 3h em redes sociais todos os dias, campanhas no mundo digital podem impactar multidões e gerar de R$5 mil até R$ 1 milhão de faturamento com apenas 1 sequência de stories. 

No entanto, ter seguidores não é mais garantia de sucesso. Segundo pesquisas, a maioria dos influenciadores não sabem como monetizar suas contas e relatam que ganham muito menos do que gostariam.

É o que alerta o especialista em finanças e influenciador, Gabriel Navarro: “O que não falta é gente tentando crescer na internet criando conteúdo à torto e direito, sem rumo e sem saber como rentabilizar isso. É o tipo de coisa que eu cansei de ver observando grandes influenciadores brasileiros, com milhões de seguidores, que não ganhavam R$ 20 mil ao mês”. 

É possível vender milhares de reais na internet sem precisar aparecer

Navarro é dono do maior canal de finanças do TikTok e um dos grandes nomes da internet quando o assunto é educação financeira. Com mais de 3 milhões de seguidores em suas redes sociais, ele conta que o segredo do próprio sucesso e da sua liberdade financeira foi focar na construção de renda exponencial.

Segundo o especialista, existe uma metodologia para alcançar o sucesso na internet que vai muito além de ganhar seguidores e que pode ser aplicada por qualquer pessoa, mesmo sem ter um produto, saber vender, querer aparecer nas câmeras ou ser um especialista.

O último segredo da internet

Após conquistar a liberdade financeira com essa metodologia, Navarro decidiu compartilhar a técnica para ajudar outras pessoas a atingir o mesmo objetivo. O influenciador preparou a série O último Segredo da Internet, uma sequência de 4 episódios nos quais ele explica como chegar ao enriquecimento através das redes sociais. Quem acessar o conteúdo aprenderá: 

  • Que é possível usar produtos que são sucesso de vendas no exterior para revender no Brasil;
  • Que não é necessário ter uma grande audiência para ganhar dinheiro e colocar o próprio negócio na maior vitrine do mundo;
  • Como encontrar as pessoas que queiram comprar exatamente o que você tem para oferecer.

Nessa série online e gratuita de 4 vídeos, Navarro revela o segredo que fez com que jovens comuns se tornassem milionários com a internet. Durante os episódios, o influenciador ensina:

  1. O mecanismo que muitos jovens estão utilizando para construir renda e fazer fortunas; 
  2. Quais ferramentas vão alavancar o seu negócio e fazer milhões de pessoas quererem te dar dinheiro;
  3. O maior segredo para acelerar o seu enriquecimento;
  4. Acesso ao método completo de aceleração do enriquecimento que vai te colocar à frente de 99% de todos os brasileiros.

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Experiência do cliente é o segredo de um bom planejamento estratégico

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Por Alexandre Loures e Flávio Castro*

Clientes exigentes querem experiências surpreendentes.

O poder do consumidor aumentou e tende a se expandir a cada ano, devido à facilidade que se tem, atualmente, em trocar de serviço ou produto. São inúmeras ofertas onde a vantagem competitiva pode ser medida pela experiência que a marca oferece.

Vivemos em uma era onde a tecnologia avança a passos largos. Novos hábitos foram desenvolvidos e a maneira que as pessoas consomem mudou, seja na forma virtual ou física.

O planejamento estratégico das marcas tem de levar em conta as necessidades dos seus clientes e se adaptar a todos eles de forma a atender a demanda do consumo, desde o primeiro contato com a marca até a memória que ela vai deixar.

Quando conexões emocionais são estabelecidas, impulsionadas por ações a partir de uma experiência personalizada com atuação em vários canais, a relação produto/serviço e cliente se fortalece e a fidelidade é construída.

Dados do anuário da CX Trends 2022, adiantados ao Estadão/Broadcast, mostraram que 62% dos consumidores desistiram de uma compra pela internet devido a uma má experiência durante o processo de aquisição de um serviço ou produto.

Podemos concluir que, em média, a cada três pessoas que decidem fazer uma compra, duas desistem. O motivo? Valor do frete, preços altos e falta de credibilidade da empresa, ou seja, um planejamento de experiência do consumidor mal orquestrado.

Mas muitas empresas já estão de olho em suas performances e mudando suas atuações.

O Magalu, e a plataforma digital de moradia Housi, firmaram uma parceria onde usuários de duas unidades da empresa poderão alugar equipamentos e produtos.

Desta maneira, o consumidor tem a oportunidade de escolher se quer ter a posse de um item ou só acessá-lo quando necessário. Essa nova prática certamente tem por trás um minucioso estudo do cliente, assim como seu comportamento nas duas empresas.

A Camicado, rede varejista pertencente à Lojas Renner, evoluiu do conceito PDV, pontos de venda, para PDX, pontos de experiências, transformando suas lojas físicas em locais de experimentação, entretenimento e oferta de soluções.

Para desburocratizar as operações de compra e aluguel de imóveis, a Brasil Brokers fez um rebranding e transformou o seu nome em Nexpe, de “new experience”. O reposicionamento pretende abraçar a ideia de que o consumidor é quem dita as regras e a jornada imobiliária levará em conta as experiências físicas e digitais, com destaque à omnicanalidade.

O ditado diz que a experiência submete a pessoa à prova, para depois ensinar a lição. O fio condutor de qualquer empresa deve ser permeado pela experiência do cliente.

Criar vínculo entre público e marca é premissa para qualquer planejamento de marketing.

Leia mais:

Magalu testa aluguel de produtos para grupo de clientes

Camicado aposta em novo modelo de loja focado na experiência do cliente

Nexpe surge com foco na experiência do consumidor

Dois em cada três consumidores desistem de compra online por experiência ruim 

*Alexandre Loures e Flávio Castro são sócios da FSB Comunicação

 Este é um conteúdo da Bússola, parceria entre a FSB Comunicação e a Exame. O texto não reflete necessariamente a opinião da Exame.



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Líderes: “Propósito é impactar com legitimidade”, diz Dutra da Mover

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“Por trás de uma boa reputação tem uma sólida governança”. É com essa declaração que Luiz Carlos Dutra, diretor executivo da Mover Participações e membro do Conselho de Administração da CCR, inicia o bate-papo com Flavio Castro e Alexandre Loures, sócios do grupo FSB, para o Bússola Líderes.

A narrativa é uma palavra comum no mercado, mas também pouco aprofundada em sentido prático. É o que permite que uma empresa coloque sua agenda no mercado e não apenas responda à agenda que está no mercado. Pensando nisso, Dutra, que participou de cases globais de sucesso em questão de reputação e reestruturação de algumas marcas, como Unilever e Mover Participações, debate com os sócios sobre marketing, posicionamento e outros assuntos estratégicos.

De acordo com ele, hoje, a percepção de valor é algo ainda maior. E para além desse elemento, é necessário uma gestão estratégica de reputação que faz a diferença. Determinando uma vantagem competitiva e gerando satisfação, retenção e atração, como também valor da companhia.

Para o consumidor, saber qual é a marca do produto ou serviço que consuma é fundamental. Isso agrega conceito, confiança e, sobretudo, fidelização, fazendo com que a marca esteja nos corações e mentes dos clientes. É uma das principais estratégias de retenção para quem está em uma organização.

Segundo Dutra, para ter reputação é preciso ter engajamento. “O primeiro e mais importante público a ser conquistado é o público interno. […] Em qualquer trabalho de posicionamento de mercado, é preciso fazer primeiro um trabalho interno de engajamento e percepção do público interno”.

O público interno da companhia é aquele que já a conhece e, para ele, tem senso crítico propositivo. Quando o diretor executivo da Mover Participações participou de um dos cases globais, apresentou um teaser do novo momento da marca e os próximos passos, buscando o engajamento para que aquele público fosse seu principal influenciador.

E nesses processos de reestruturação de uma marca, agentes externos como agência de comunicação corporativa e de publicidade são importantes aliados. A segmentação, em níveis de especialização, para ele, é um dos pontos positivos, quando tais agentes externos conseguem apresentar uma integração nos propósitos.

Já no âmbito do propósito, Dutra afirma que é a expressão da sua capacidade de impactar com legitimidade. “É preciso ter uma razão — dentre as muitas — específica que cria a singularidade da marca”, diz.

Segundo o executivo, quando se olha para a reputação se desmonta a tese da fragmentação, dando ênfase para o processo de integração. “Quando você olha o negócio, a sinergia, o pragmatismo e a execução ficam mais integrados. É uma combinação de processos, desenho organizacional e desenvolvimento de pessoas para entregar esses processos”, afirma.

Para acompanhar a entrevista na íntegra, acesse o canal do YouTube da Bússola.



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Andréa Fernandes: Social commerce e a confiança que gera renda

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Por Andréa Fernandes*

Gosto de dizer que a confiança é a base de tudo na vida. Como CEO do TGroup, vejo todos os dias o impacto que o poder da confiança provoca nas vidas das pessoas e nos relacionamentos humanos. E essa confiança se aplica também a um fenômeno que nós, do mundo do e-commerce, estamos acompanhando de perto, o do social commerce.

É inegável o poder que as redes sociais exercem em nossas vidas atualmente. Estima-se que, em todo o planeta, mais de 4,2 bilhões de pessoas sejam usuárias de alguma rede social. Ao mesmo tempo, nos últimos anos, vivemos uma transformação na forma como compramos. Passamos a comprar mais online e, nessa jornada, buscamos cada vez mais por experiências únicas, por compartilhamento de ideias e por relações de confiança.

E aí que o social commerce se encaixa. O pressuposto é simples: as pessoas usam as redes para pesquisar produtos e ofertas, tirar dúvidas, buscar e dar opiniões e efetivamente comprar por esses canais. Nesse universo, o boca-a-boca ganhou uma nova dimensão, tamanho e potencial. E é aqui que a confiança entra como uma força capaz de transformar vidas e negócios.

Eu, por exemplo, amo dar dicas e fico feliz quando encontro algo que sei que um amigo ou familiar pode gostar. Sabendo desse meu perfil, as pessoas me pedem recomendações e fico contente em ajudar. Como não sou uma expert em tudo, também adoro receber indicações. Se uma pessoa em quem confio me indica algo, eu acredito naquela recomendação. E atualmente esse grupo de pessoas em quem confio se ampliou e muito — vai desde amigos próximos a pessoas que posso nem conhecer pessoalmente, mas que têm reconhecida credibilidade.

Pensando nisso, afinal aqui no TGroup nosso papel é refletir sobre a jornada de consumo online de ponta a ponta, fizemos uma transformação importante. Um dos braços do nosso ecossistema, a Lomadee, passa a se chamar SocialSoul. Com foco na arquitetura da mensagem, a SocialSoul é o elo entre marcas e consumidores através dos consultores. A partir desse trabalho, os consultores podem vender marcas em que eles confiam para pessoas que confiam neles. Para os clientes que contratam esse serviço, transformamos pessoas influentes em suas comunidades e apaixonadas pela marca em vendedores. Uma relação de confiança gerando renda, e na qual todos ganham.

Me orgulha muito trabalhar com a SocialSoul e ver o impacto que ela provoca. Todos nós estamos vivenciando uma profunda transformação no mundo do trabalho, provocada pelos avanços da tecnologia. Pesquisa feita pela pwc em parceria com o Instituto Locomotiva mostra que cinco em dez brasileiros acreditam que a automação pode tornar seus empregos obsoletos em dez anos. Mas, ao mesmo tempo, os entrevistados enxergam nas novas tecnologias uma oportunidade.

Vimos nascer nos últimos anos uma série de novas profissões. E a de consultor, nos moldes que trabalhamos na SocialSoul, é uma delas. Me orgulha muito saber que esse pode ser um caminho de geração de renda para quem está desempregado, por exemplo, ou até uma ferramenta de inserção de pessoas com deficiência no mercado de trabalho — temos entre nossos consultores uma pessoa com deficiência visual.

Estima-se que existam hoje no planeta mais de 50 milhões de creators, como são chamados os criadores de conteúdos nas redes sociais. Nessa era dos influencers (escrevi um outro texto sobre este assunto que você pode ler aqui), já ficou provado o poder da recomendação. A questão é que esse trabalho de conectar as pessoas precisa ser feito de forma responsável, levando em consideração não somente números ou audiência, mas a relevância e a conexão real e genuína com uma marca ou produto e com o público que se quer alcançar.

Na SocialSoul, já atendemos mais de 330 marcas, entre elas Americanas, Renner, L’Occitane, Nike, Swift, e contamos com mais de 40 mil consultores ativos, que de fato geraram vendas em 2021.

Acho incrível a capacidade única que creators e nossos consultores têm de se conectar com as pessoas, já que nas redes a conversa é mais direta. E ampliou-se não só o diálogo, mas também a diversidade.  E o social commerce abriu horizontes não só para o varejo, mas também para pequenos negócios e empreendedores que não têm um budget enorme para investir em uma publicidade mais tradicional, mas têm uma ideia incrível e um produto bom.

Essa democratização, acesso e essa troca de experiências entre pessoas são o que de mais bonito e rico a tecnologia pode nos trazer.

*Andréa Fernandes é CEO do TGroup



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Conheça a história do jovem de 17 anos milionário com o marketing digital

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Quando a influenciadora Jade Pincon declarou no BBB que tinha alcançado sua independência financeira aos 13 anos gerou bastante perplexidade.

Entretanto, é possível sim alcançar a independência financeira ainda muito jovem.

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Essa é a história, por exemplo, do jovem Kayky Janiszewski, que se tornou milionário com 17 anos graças ao marketing digital.

Criado em Tatuí, no interior do estado de São Paulo, Kayky já faturou R$ 20 milhões de reais trabalhando pela internet.

Com apenas 15 anos ele se deparou com um anúncio relacionado ao marketing digital e ficou curioso sobre a possibilidade de fazer renda extra sem sair de casa.

“Eu era um adolescente, precisava de dinheiro e não gostava de depender dos meus pais. Por isso, me interessei pelo tema, estudei e trabalhei muito. Mas jamais imaginei que iria conseguir faturar milhões”, explica à EXAME.

marketing digital e vontade de crescer

A vontade de crescer na vida chegou cedo em Kayky.

“Eu era bolsista em um colégio particular, via os pais dos meus amigos buscarem eles com carros de luxo e eu ia para a escola de bicicleta. Isso me fez desenvolver um desejo muito grande de ficar rico e mudar de vida”, salienta.

“Além disso, eu queria tirar meus pais da fila do SUS. Queria que o dinheiro não fosse mais uma preocupação para eles. Então precisava fazer algo para mudar essa situação”, explica o jovem empresário.

No começo, admite, não foi fácil. Os concorrentes no universo do marketing digital eram muitos, e bem estruturados.

Entretanto, obstinado, Kayky focou nos estudos e buscou os melhores resultados.

Resultados concretos

Oito meses após iniciar no mercado de vendas de infoprodutos ele chegou a um lucro de R$ 40 mil exclusivamente comercializando infoprodutos através da internet.

Trabalhando muito com marketing digital, Kayky, onde somente um podcast já tem 1,2 milhões de reproduções, chegou a faturar R$ 5 milhões nos últimos meses na plataforma Kiwify. Hoje, conta com mais de 120 mil seguidores apenas no Instagram e viaja o Brasil inteiro com seu laptop.

Agora, o objetivo do jovem empresário é consolidar essa trajetória, continuando a trabalhar com produtos digitais.

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“Pretendo continuar vendendo infoprodutos pelos próximos meses e depois quero começar a trabalhar em algum projeto de startup que foque em criar algum produto que ajude as pessoas, assim como a Uber”, diz ele.

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Empresário que fatura R$ 749 mil por mês dá dicas para começar empreender

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O americano Graham Cochrane começou a empreender como muita gente: estava desempregado e precisava de dinheiro. Em 2009, ele decidiu empreender com música, um assunto que sempre lhe interessou.

Ele sonhava em ser músico desde pequeno. Trabalhou como engenheiro de áudio enquanto desenvolvia em paralelo um negócio como produtor musical freelancer para artistas independentes. Ao ficar desempregado, o plano B se tornou o plano A, e Cochrane passou a se dedicar de forma integral ao negócio de produção musical.

“Nós lutamos para pagar todas as contas. Eu ganhava entre US$ 800 e US$ 1.000 por mês, enquanto minha esposa ganhava entre US$ 500 e US$ 1.000 como fotógrafa. Quando nos tornamos pais as pressões financeiras realmente começaram a aparecer”, declarou o empresário à CNBC.

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Para complementar a renda, ele decidiu criar um blog de música chamado “The Recording Revolution” para atrair mais clientes de produção.

“Levei algum tempo para aprender a transformá-lo em um negócio lucrativo. Mas, avançando rapidamente para 2022, estou ganhando mais dinheiro com meus negócios online do que nunca como produtor”, contou.

O site de Cochrane fatura sozinho US$ 40 mil (cerca de R$ 187.428) por mês, mas ele não parou por aí. Atualmente, ele ganha US$ 120.000 (cerca de R$ 562.284) por mês com seu curso que ensina a montar um negócio online de sucesso.

“Aos 38 anos, consegui algo incrível: entre meus dois negócios, trabalho apenas cinco horas por semana agora e posso passar o resto do meu tempo com minha família”, contou o empresário.

Graham Cochrane compartilhou três dicas para quem quer começar a empreender no digital. Confira:

1. Venda suas habilidades

Para Cochrane, há dois pontos importantes para se dar bem na internet: conseguir mais clientes e aumentar o valor de seus produtos.

“O ponto de virada para mim foi quando tive a ideia de transformar meus conhecimentos de mixagem e gravação de áudio em um curso online. A venda de produtos digitais forneceu um fluxo de renda passiva e me permitiu ganhar muito mais dinheiro em um dia – gastando menos tempo – do que trabalhando como freelancer’, afirmou.

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