CÂMBIO-Dólar fecha em alta após encostar em R$5,00


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SÃO PAULO, 14 Dez (Reuters) – registrou forte alta contra nesta segunda-feira, depois de chegar a ficar muito próximo do patamar de 5 reais mais cedo devido ao otimismo no exterior em torno de mais estímulos nos Estados Unidos e progresso em direção a ampla distribuição de vacinas.

O dólar à vista fechou em alta de 1,57%, a 5,1269 reais na venda, depois de ter caído a 5,0105 reais na mínima do dia, seu menor patamar intradiário desde 12 de junho.

Na B3, onde as negociações vão até as 18h, o principal contrato de dólar futuro operava em alta de 1,13%, a 5,123 reais. (Por Luana Maria Benedito; edição de Isabel Versiani)

‘Yields’ obrigações zona euro caem com regresso cautela


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LONDRES, 15 Dez (Reuters) – Os rendimentos das obrigações da zona do euro baixaram na terça-feira devido à preocupação com o aumento dos casos de COVID-19 nas principais economias, compensando a promessa de um regresso à normalidade devido a uma vacina e a um optimismo cauteloso sobre as conversações comerciais Brexit.

Os rendimentos das obrigações subiram na segunda-feira após um prolongamento das conversações comerciais entre a Grã-Bretanha e a União Europeia, aliviando os receios de uma separação confusa de caminhos entre os dois.

Mas a venda nos mercados obrigacionistas foi modesta, com os rendimentos a descerem de novo cedo na terça-feira, pois as últimas notícias sobre o coronavírus injectaram uma nova dose de cautela nos mercados mundiais.

A ‘yield’ das obrigações alemãs de referência a 10 anos baixou para -0,627% , aproximando-se dos recentes mínimos de um mês de cerca de -0,64%.

Itália terá de impôr novas restrições durante as férias para controlar o contágio e evitar uma terceira e devastadora onda do coronavírus, disse o primeiro-ministro numa entrevista publicada na terça-feira.

Alemanha, a maior economia da Europa dificilmente levantará o seu confinamento no início do próximo ano, disse na segunda-feira um assessor de topo da Chanceler Angela Merkel. Londres, entretanto, avançará na quarta-feira para o nível de restrições mais duro de Inglaterra.

Texto integral em inglês: Dhara Ranasinghe; Traduzido para português por Patrícia Vicente Rua)

1/3 da população mundial sem apoio público para enfrentar efeitos da pandemia


© Reuters. 1/3 da população mundial sem apoio público para enfrentar efeitos da pandemia

Mais de um terço da população mundial não recebeu nenhum apoio público para lidar com os efeitos da pandemia causada pelo novo coronavírus.

De acordo a organização de defesa dos Direitos Humanos Oxfam, cerca de dois mil e 700 milhões de pessoas não receberam qualquer apoio estatal, como prestações por invalidez, desemprego, abono de família ou pensões de reforma, para fazer face à crise económica provocada pela Covid-19.

No total, foram gastos mais de 9 biliões e 600 mil milhões de euros, no mundo, este ano para fazer face às consequências da pandemia. De acordo com o relatório “Abrigo na Tempestade”, da Oxfam, 83% dessa verba corresponde a investimentos de 36 países ricos.

De acordo com o documento, no que respeita ao dinheiro adicional destinado especificamente a programas de proteção social, 28 países ricos investiram, em média, cerca de 573 euros por pessoa. Em contraste, os países de baixos rendimentos e os países emergentes gastaram uma média per capita entre os 3 e os 23 euros.

A diretora executiva da Oxfam, Gabriela Bucher, referiu que “O coronavírus uniu o mundo pelo medo, mas dividiu-o em resposta. A pandemia desencadeou um louvável esforço global que abrangeu mais de mil milhões de pessoas com apoio de proteção social em 2020, mas um número ainda maior de pessoas foi inteiramente deixado para trás”.

Mais de 500 milhões de pessoas, no mundo, estão agora em situações precárias ou desempregadas. Uma situação que afeta, principalmente, as mulheres. Os trabalhadores dos países de baixos rendimentos foram os que mais sofreram, perdendo 23% do seu horário de trabalho.

Economia pós-covid. O que nos reserva 2021?


© Reuters. Economia pós-covid. O que nos reserva 2021?

2020 foi um ano de contrastes. Na primeira metade, assistimos à recessão mais profunda da história da União Europeia. Depois, entre julho e setembro, as perspetivas tornaram-se mais animadoras, ao ser registado um crescimento recorde de 12,1%. Mas essa recuperação chegou ao fim com a segunda vaga de confinamentos.

A Comissão Europeia reduziu a previsão de crescimento económico na zona euro, em 2021, de 6,1% para 4,2%. Estima-se que leve dois anos até a economia europeia se aproximar do nível pré-pandémico.

Em resposta, os Estados-membros acordaram um pacote histórico de recuperação de 750 mil milhões de euros, conhecido como “Próxima Geração UE”. O fundo inclui 360 mil milhões em empréstimos e 312,5 mil milhões em subvenções.

De onde virá esse dinheiro? Vai ser emprestado pelos mercados financeiros, utilizando a forte notação de crédito da União Europeia.

Zona euro: um vírus, diferentes impactosNem todas as economias da União Europeia foram afetadas de igual forma, mas, mesmo as que sofreram menos impacto, ainda são vulneráveis, como a da Finlândia, com uma contração de -4,4% no segundo trimestre em comparação aos -17,8%, registados em Espanha.

Apesar de ter o porto de passageiros mais movimentado do mundo, com mais de 12 milhões de pessoas a atravessar o golfo da Finlândia todos os anos, o país conseguiu manter a taxa de contágio um pouco moderada.

A situação explica em parte por que é que a contração económica é também uma das mais moderadas da União Europeia. Paralelamente, o governo finlandês desbloqueou um pacote de 15 mil milhões de euros para apoiar os trabalhadores e as empresas. No entanto, com os parceiros comerciais europeus ainda atingidos pela crise, os empresários finlandeses temem que a medida seja insuficiente.

Finlândia afetada por abrandamento económico europeuO abrandamento da procura por parte dos membros da União Europeia e de outros parceiros internacionais está a afetar as empresas finlandesas.Esta primavera, a Beweship, uma das maiores companhias privadas de transporte de mercadorias da Finlândia, viu as importações e exportações do país a cair.

“Quando se tem 95% dos aviões em terra, na prática, o frete aéreo pára. E depois, de repente, no frete marítimo, temos uma situação em que uma grande parte dos contentores de todo o mundo e dos navios que os transportam, estão parados, fora da costa chinesa, à espera de serem esvaziados”, conta Bengt Westerholm, diretor-geral da transportadora.

Não muito longe, a empresa de engenharia Wärtsilä, que emprega quase 19 mil trabalhadores a nível mundial, produz equipamento eficiente do ponto de vista energético para navios e centrais elétricas. Este ano, perdeu 10% em vendas.

Mas, apesar da previsão de crescimento reduzido da União Europeia, vêem sinais de esperança no próximo fundo de recuperação europeu e no enfoque ambiental do Pacto Ecológico.

Atte Palomäki, vice-presidente executivo do departamento de comunicação da empresa, acredita que o negócio vá beneficiar de “um grande impacto” causado por “este acordo ecológico e os planos de recuperação da covid dirigidos em certa medida, dirigidos contra o aquecimento global”, bem como do envolvimento dos clientes.

 

(…) sem esta oportunidade para vender, o rombo pode ir até 1/3 do volume anual de negócios

Stuba Nikula Director executivo da Events Helsinki

 

No entanto, quase metade das empresas do setor tecnológico estima que a situação se vá agravar nos próximos meses. O cenário é pouco animador quando quase um quinto das empresas do setor dos serviços está à beira da falência.

Em Helsínquia, também conhecida como “A cidade do Natal”, o mercado é normalmente uma das maiores atrações locais, mas não este ano. Com a segunda vaga da pandemia, o país teve de renunciar a uma boa parte dos turistas de inverno.

O diretor executivo da empresa de eventos Events Helsinki, Stuba Nikula, revela que “o mercado de Natal tem cerca de 100 pequenas bancas com empresários em nome individual”. Agora, “sem esta oportunidade para vender, o rombo pode ir até um terço do volume anual de negócios”.

O caso da Finlândia é sintomático de que manter a pandemia sob controlo é insuficiente para salvaguardar a economia.

A situação nos países vizinhos também tem um impacto. No que diz respeito ao comércio da União Europeia, ninguém ganha, a menos que todos ganhem.

Recuperação económica da Europa: há uma esperança para todos?

os governos têm a responsabilidade de apoiar os trabalhadores e as empresas, porque este é um tipo de crise muito especial

Christian Odendahl Economista-chefe do Centro para a Reforma Europeia

 

Christian Odendahl é o economista-chefe do Centro para a Reforma Europeia e falou com a Euronews sobre como ele e a sua equipa perspetivam o futuro económico da União Europeia.

Naomi Lloyd, Euronews: Agora que a União Europeia baixou a previsão de crescimento para o próximo ano, mas, ao mesmo tempo temos esta notícia positiva de uma vacina, quão esperançosos estão numa recuperação económica da Europa?

Christian Odendahl: Vamos ter alguns meses difíceis pela frente, porque temos exatamente essa tensão com a perspetiva de vacinação, e uma vez distribuída a vacina, vai provavelmente haver algum tipo de crescimento pós-coronavírus; mas até lá, ainda vamos passar por dificuldades com este vírus e as medidas de confinamento que foram postas em prática.

N.L.: Muitas pessoas perderam o emprego ou têm as empresas em layoff, à espera de ajuda estatal. Quando é que tudo vai voltar ao normal? Será que vai voltar ao normal?

C.O.: Primeiro, os governos têm a responsabilidade de apoiar os trabalhadores e as empresas, porque este é um tipo de crise muito especial. É uma crise em que os governos são forçados a colocar a economia numa espécie de coma para impedir a propagação do vírus e há todos os motivos para apoiar todos os afetados. Penso que a perspetiva de uma recuperação e de um potencial crescimento pós-coronavírus deve encorajar as pessoas a permanecerem em coma para tentarem conter este vírus durante os próximos meses e a esperarem então uma forte recuperação.

N.L.: Mesmo na Finlândia, onde a economia foi menos atingida, um quinto empresas do setor dos serviços ameaça falir. Isto não nos deixa muito otimistas.

C.O.: Não, uma em cada cinco empresas é uma perspetiva muito preocupante. Esta pandemia tem forçado as pessoas a experimentar coisas novas, particularmente nas esferas do trabalho digital e remoto, por isso penso que há algumas empresas que vão ter dificuldades, mesmo que a economia recupere completamente, porque, em algumas situações, as pessoas mudaram os hábitos, o comportamento, para sempre.

N.L.: A Comissão Europeia acordou um pacote histórico de 750 mil milhões de euros de recuperação. De que forma precisamos deste fundo, agora?

C.O.: “Precisamos absolutamente dele. O sul da Europa, e o turismo no sul da Europa em particular, foi de facto muito atingido. E foi aqui que o Fundo Europeu de Recuperação entrou para colmatar algumas dessas lacunas. E os montantes que vão do norte para o sul são bastante consideráveis. Assim, um país como a Grécia, por exemplo, está destinado a receber cerca de 2% do PIB nos próximos anos. Trata-se de um montante muito considerável”.

Há um plano para recuperar a economia europeia. Chama-se “Próxima Geração UE”


© Reuters. Há um plano para recuperar a economia europeia. Chama-se “Próxima Geração UE”

2020 foi um ano de contrastes. Na primeira metade, assistimos à recessão mais profunda da história da União Europeia. Depois, entre julho e setembro, as perspetivas tornaram-se mais animadoras, ao ser registado um crescimento recorde de 12,1%. Mas essa recuperação chegou ao fim com a segunda vaga de confinamentos.

A Comissão Europeia reduziu a previsão de crescimento económico na zona euro, em 2021, de 6,1% para 4,2%. Estima-se que leve dois anos até a economia europeia se aproximar do nível pré-pandémico.

Em resposta, os Estados-membros acordaram um pacote histórico de recuperação de 750 mil milhões de euros, conhecido como “Próxima Geração UE”. O fundo inclui 360 mil milhões em empréstimos e 312,5 mil milhões em subvenções.

De onde virá esse dinheiro? Vai ser emprestado pelos mercados financeiros, utilizando a forte notação de crédito da União Europeia.

Dubai aposta em visto para reformados


© Reuters. Dubai aposta em visto para reformados

O Dubai é há muito um destino para expatriados de todo o mundo, mas nos últimos anos uma tendência tem-se acentuado com os residentes a optar por ficar na cidade por períodos de tempo mais longos. Em resposta a este fenómeno, o gabinete dos Emirados Árabes Unidos aprovou, em 2018, a criação de um visto de reforma renovável em cinco anos, que entrou em vigor mais de um ano depois.

A criação de condições para uma maior estabilidade vai, de acordo com Michael Kortbawi, advogado de uma firma com sede na região, ao encontro de uma “filosofia por trás das razões para vir ao Dubai [que] está a mudar”

A cidade “já não é um lugar para vir trabalhar, pegar no dinheiro e ir embora. Pode investir o seu dinheiro aqui, pode reformar-se aqui, e pode planear a longo prazo”, defende.

As Nações Unidas estimam que, no ano passado, os Emirados Árabes Unidos acolheram mais migrantes do que França ou o Canadá.

Para obter o visto é necessário preencher um de quatro critérios: ter um rendimento mensal de aproximadamente 4.600 euros, prova de poupanças superiores a 230 mil euros, possuir uma propriedade no valor de 460 mil euros, ou, finalmente, ter uma combinação de poupanças e bens no valor mínimo de 460 mil euros.

A atribuição deste visto de reforma a cidadãos estrangeiros é vista como uma forma de ajudar a impulsionar o desenvolvimento económico no país como centro de negócios e investimento.

Economia séniorHarsha Varyani está na casa dos 50 e, nos últimos oito anos, estabeleceu uma ligação com o Dubai, onde criou o próprio negócio, um espaço para a prática de yoga.

Hoje é uma das cidadãs estrangeiras a possuir o visto de reforma. “Ter o visto de reforma tira-me um peso dos ombros, porque já não tenho de pensar em mudar-me a curto prazo. Após um ou dois anos, posso de facto ficar mais tempo e dedicar-me a 100% ao meu negócio e fazer o que gosto de fazer aqui no Dubai”.

Também os serviços de saúde estão a ser adaptados a este segmento da população.

Andre Daoud, diretor-geral de um grupo de saúde no Dubai, está atento às alterações na sociedade e no mercado.

“Com a mudança da demografia e o visto a ser oferecido também aos reformados, há hoje, no mercado, mais pessoas idosas. É fundamental assegurarmo-nos de que os nossos serviços estão de acordo com essas necessidades. Portanto, estamos a olhar nessa perspetiva, a pensar como podemos melhorar os nossos serviços e oferecer mais uma gama de serviços que respondam a essa faixa etária”, revela.

Impostos sobre as reformas dependem do país de origemOs Emirados Árabes Unidos não cobram imposto sobre o rendimento das pessoas singulares, o que os torna atraentes para os reformados. Mas os impostos sobre as pensões dos estrangeiros a viver na cidade vão variar de acordo com o país de origem.

As pensões suecas estão sujeitas ao imposto SINK, uma tributação de zero ou 25% sobre a reforma de cada cidadão a viver no estrangeiro.

O Reino Unido tem em vigor um tratado com os Emirados Árabes Unidos, de forma a impedir a dupla tributação.

Espanha estabeleceu um acordo semelhante. Os cidadãos espanhóis só pagam impostos uma vez, no país de origem.

A atração de estrangeiros através dos vistos promete também agitar o mercado imobiliário local, tanto para inquilinos, como para compradores.

Lewis Allsopp dirige uma agência imobiliária na região e diz estar satisfeito com a medida.

“Não queremos que o Dubai seja uma cidade para onde as pessoas vêm durante um ano, ganhem um pouco de dinheiro e vão para casa. O mercado imobiliário precisa de se mudar para cá, viver aqui e ficar aqui para o manter ativo. Por isso, para mim, são definitivamente boas notícias”.

AGENDA PORTUGAL-Noticiário Financeiro Reuters



DEZEMBRO

17

* INE divulga Atividade Turística de Outubro.

* Banco de Portugal divulga Relatório de Estabilidade Financeira com a participação do Governador do Banco de Portugal, Mário Centeno, e do Administrador Luís Laginha de Sousa, às 1100 horas.

* Debate e votação sobre pedido de renovação do Estado de Emergência em Portugal, a partir das 1400 horas.

18

* Banco de Portugal divulga Indicadores Coincidentes.

* INE divulga Atividade dos Transportes – Estatísticas rápidas do transporte aéreo de Outubro de 2020.

21

* INE divulga Índices de Preços na Produção Industrial e Síntese Económica de Conjuntura de Novembro.

* Ramada Investimentos e Indústria entra no índice PSI20 .

22

* INE divulga Índice de Preços da Habitação do terceiro trimestre e Taxas de Juro Implícitas no Crédito à Habitação de Novembro.

* Audição do Governador do Banco de Portugal, Mário Centeno, na Comissão de Orçamento e Finanças, a partir das 0930 horas.

* Banco de Portugal divulga Balança Corrente.

23

* INE divulga Contas Nacionais Trimestrais por Setor Institucional do terceiro trimestre.

29

* INE divulga Inquérito à Avaliação Bancária na Habitação de Novembro.

* Direção-Geral do Orçamento divulga síntese de execução orçamental (novembro 2020).

30

* INE divulga Índices de Produção Industrial de Novembro e Atividade Turística – Estimativa Rápida de Novembro de 2020.

JANEIRO 2021

04

* INE divulga Inquéritos de Conjuntura às Empresas e aos Consumidores e Estimativa Rápida do IPC/IHPC, de Dezembro.

06

* Debate e votação sobre pedido de renovação do Estado de Emergência em Portugal, a partir das 1500 horas.

07

* INE divulga Estimativas Mensais de Emprego e Desemprego de Novembro.

* Assembleia-Geral de accionistas da Mota-Engil.

08

* INE divulga Estatísticas do Comércio Internacional, Índice de Custos de Construção de Habitação Nova de Novembro.

11

* INE divulga Perspetivas de Exportação de Bens – 1ª Previsão de 2021 e Índice de Produção, Emprego, Remunerações na Construção.

13

* INE divulga Índice de Preços no Consumidor de Dezembro.

15

* INE divulga Atividade Turística de Novembro.

19

* INE divulga Índices de Preços na Produção Industrial e Taxas de Juro Implícitas no Crédito à Habitação de Dezembro.

20

* INE divulga Atividade dos Transportes – Estatísticas rápidas do transporte aéreo de Novembro de 2020 e Síntese Económica de Conjuntura de Dezembro de 2020.

24

* Portugal realiza Eleições Presidenciais.

25

* INE divulga Procura Turística dos Residentes

3.º Trimestre de 2020 e Inquérito de Conjuntura ao Investimento do segundo semestre.

28

* INE divulga Inquéritos de Conjuntura às Empresas e aos Consumidores de Janeiro de 2021 e Inquérito à Avaliação Bancária na Habitação de Dezembro de 2020.

29

* INE divulga Estimativa Rápida do IPC/IHPC de Janeiro de 2021 e Estimativas Mensais de Emprego e Desemprego de Dezembro de 2020.

FEVEREIRO

01

* INE divulga Atividade Turística – Estimativa Rápida: Dezembro de 2020.

02

* INE divulga Contas Nacionais Trimestrais – Estimativa Rápida do quarto trimestre de 2020; Estatísticas de Preços da Habitação ao nível local do terceiro trimestre.

08

* INE divulga Índice de Custos de Construção de Habitação Nova de Dezembro.

09

* INE divulga Estatísticas do Comércio Internacional de Dezembro.

10

* INE divulga Índice de Preços no Consumidor de Janeiro de 2021; Estatísticas do Emprego do quarto trimestre de 2020.

11

* INE divulga Estatísticas do Emprego – Remuneração bruta mensal por trabalhador; Estatísticas Vitais – Dados Preliminares de 2020.

12

* INE divulga Índice de Custo do Trabalho do quarto trimestre.

15

* INE divulga Atividade Turística de Dezembro de 2020.

17

* INE divulga Atividade dos Transportes – Estatísticas rápidas do transporte aéreo de Dezembro de 2020; Taxas de Juro Implícitas no Crédito à Habitação de Janeiro de 2021.

18

* INE divulga Previsões Agrícolas; Índices de Preços na Produção Industrial; Síntese Económica de Conjuntura de Janeiro.

19

* INE divulga Rendimento e Condições de Vida – Dados provisórios de 2020.

25

* INE divulga Inquéritos de Conjuntura às Empresas e aos Consumidores de Fevereiro.

26

* INE divulga Estimativa Rápida do IPC/IHPC de Fevereiro; Contas Nacionais Trimestrais do quarto trimestre.

MARÇO

01

* INE divulga Atividade Turística – Estimativa Rápida: Janeiro de 2021.

(Por Lisboa Editorial)

Brexit: Transportadores britânicos apreensivos


© Reuters. Brexit: Transportadores britânicos apreensivos

Algumas empresas britânicas estão à beira do colapso ao tentarem lidar com os efeitos da pandemia da Covid-19 e com a incerteza relativa a um “Brexit” sem acordo. Terry Goodwin, diretor-geral da empresa de logística Conference Haul, diz que o seu negócio poderia ter sobrevivido a quaisquer danos causados por um Brexit sem acordo, mas conjugado com o novo coronavírus, o futuro é sombrio.

“Ainda não sabemos quais serão as implicações da ausência de um acordo (Brexit). Que documentos precisamos de ter para a alfândega, com cadernetas, não temos ideia”.

A situação tem encorajado as empresas a armazenarem, em ambos os lados do Canal da Mancha, particularmente as envolvidas na produção industrial e alimentar.

Inevitavelmente, isso causou longos engarrafamentos na zona em redor do porto de Dover, em Inglaterra.

O gestor de transportes da Conference Haul, John Chaplin, defende que com a existência de um acordo, espera-se que a burocracia diminua, caso o acordo não seja possível, então “só se pode estar preparado até hoje e depois até amanhã e assim por diante, até que o Governo finalmente tome a sua decisão, para que lado vão e o que vai ser necessário para os transportes”.

Do outro lado do Canal, em Calais, França recrutou dezenas de funcionários aduaneiros, investiu em infraestruturas e num sistema de “fronteira inteligente”.

Os camiões que partem da Grã-Bretanha irão mostrar um código de barras em Dover que a alfândega francesa receberá e utilizará, de imediato, para os colocar no sítio certo, quando chegam.

Lewandowski supera Messi e Ronaldo e conquista prêmio de melhor jogador do mundo


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ZURIQUE, 17 Dez (Reuters) – O atacante polonês Robert Lewandowski, do Bayern de Munique, foi eleito nesta quinta-feira o melhor jogador do mundo em 2020 pela Fifa, superando a concorrência de Lionel Messi, vencedor no ano passado, e Cristiano Ronaldo.

Lewandowski, que conquistou com o Bayern o Campeonato Alemão, a Copa da Alemanha e a Liga dos Campeões, foi o artilheiro das três competições e venceu o prêmio pela primeira vez.

O atacante, de 32 anos, também comandou a Polônia rumo à classificação para a Euro 2020 e foi eleito o Jogador do Ano pela Uefa em outubro.

O prêmio é concedido com votos de membros da imprensa, capitães e técnicos de seleções e torcedores.

(Reportagem de Joseph Walker)

ATUALIZA 1-Lewandowski é eleito melhor jogador do mundo, supera Messi e Ronaldo


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(Texto atualizado com mais informações)

ZURIQUE, 17 Dez (Reuters) –

O atacante polonês Robert Lewandowski, do Bayern de Munique, foi eleito nesta quinta-feira o melhor jogador do mundo em 2020 pela Fifa, superando a concorrência de Lionel Messi, vencedor no ano passado, e Cristiano Ronaldo.

Lewandowski, que conquistou com o Bayern o Campeonato Alemão, a Copa da Alemanha e a Liga dos Campeões, foi o artilheiro das três competições e venceu o prêmio pela primeira vez.

O atacante, de 32 anos, também comandou a Polônia rumo à classificação para a Euro 2020 e foi eleito o Jogador do Ano pela Uefa em outubro.

“Vencer esse prêmio e compartilhar essa conquista com Messi e Ronaldo é inacreditável e representa muito para mim”, disse Lewandowski.

“Estou muito orgulhoso e feliz. Este é um grande dia para mim, e também para meu time e companheiros… Esse prêmio também pertence aos meus colegas, ao técnico e ao Bayern em geral”, acrescentou. “É um sentimento incrível, muitas emoções.”

A defensora Lucy Bronze, do Manchester City, foi eleita a melhor jogadora de futebol do mundo, tornando-se a primeira atleta inglesa a conquistar o prêmio.

“Não tenho palavras para descrever o que estou sentindo”, disse Bronze. “Se tem algo que 2020 nos ensinou, é a apreciar cada momento que você tem, não olhar muito à frente e viver o aqui e agora.”

Em outras categorias masculinas, Juergen Klopp, do Liverpool, foi eleito o melhor técnico do mundo pelo segundo ano seguido, após levar a equipe a seu primeiro título inglês em 30 anos. Companheiro de Lewandowski no Bayern, Manuel Neuer conquistou o título de melhor goleiro.

Son Heung-min, do Tottenham, venceu o Prêmio Puskas de gol do ano, por um tento anotado em um jogo do Campeonato Inglês contra o Burnley, em dezembro.

A holandesa Sarina Wiegman foi eleita a melhor técnica do mundo, e Sarah Bouhaddi levou como melhor goleira.

O prêmio é concedido com votos de membros da imprensa, capitães e técnicos de seleções e torcedores.

(Reportagem de Joseph Walker)