O case Anitta e como maximizar a presença online da sua empresa

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Por Alexandre Loures e Flávio Castro*

A maioria das pessoas já ouviu esse ditado popular: a primeira impressão é a que fica.

Segundo Tom Peters, economista americano, conhecido como guru da gestão, empresas e pessoas nunca terão uma segunda chance de causar uma primeira boa impressão.

Mas ele também afirma que tempos loucos exigem organizações malucas e que temos que aprender com os melhores e adaptar o ensinamento.

O mais difícil não é causar uma primeira boa impressão, mas fazer durar esse impacto.

A jornada do consumidor começa quando ele entra em contato com a marca, seja virtualmente ou fisicamente. No universo digital, se ele já conhece a empresa, entrará em seu site e mídias sociais.

Se não conhece, provavelmente irá procurar pelo site de busca mais utilizado no Brasil, o Google, detentor de 96,82% da participação do mercado de mecanismos de pesquisa, segundo dados do Statcounter.

Uma das prioridades do marketing é, portanto, ampliar sua presença online com ênfase na otimização da pesquisa orgânica.

Uma empresa deve marcar presença e causar uma primeira e duradoura boa impressão, utilizando de forma interdisciplinar todos os seus canais virtuais. Isso implica em criar conteúdo consistente e alinhado que comunique e possibilite experiências digitais, em todas as frentes, focadas na jornada de cada cliente.

Essa estratégia prevê processos internos e objetivos claros para que a utilização do seo seja ultra aproveitada, afinal, já sabemos que cliques orgânicos geram mais tráfego do que pesquisas pagas, com conversão, também, superior.

Iniciativas criativas compactuam para o sucesso desse processo. É o caso da Schutz que lança em abril, a Schutz Band para apresentar sua nova linha de roupas. A ideia foi criar uma plataforma de conteúdo e lifestyle a fim de conectar as consumidoras e alinhar a comunicação da marca por meio da banda que será capitaneada por quatro mulheres.

Outro bom exemplo é a recém conquista de Anitta que ganhou a primeira posição na lista de músicas mais ouvidas no mundo no Spotify. “Envolver”, lançada em 2021, só viralizou em março deste ano com o desafio da coreografia no TikTok.

O crescimento espontâneo mobilizou outros fãs e artistas e deu no que deu: a cantora é a primeira artista brasileira a chegar no topo da plataforma.

Esses modelos demonstram que propagandas pagas nem sempre têm o mesmo efeito que um vídeo ou reels no Instagram.

Não é à toa que influenciadores ganham até R$ 40 mil por um story. 140 milhões de brasileiros estão nas redes sociais e 52% deste número segue um influenciador.

O importante é entender que existem diversas maneiras de adquirir clientes e é imprescindível que a fidelização venha acompanhada dessa tática.

Não precisamos mais falar que conteúdo criativo é a chave de ouro para qualquer planejamento, junto com um atendimento ao cliente perfeitamente ordenado.

Destacar-se da concorrência é uma prática de negócio que exige uma confluência de ações, com o olhar voltado a manter aquela primeira impressão do começo deste texto.

Campanhas pagas podem gerar resultados rápidos, porém, colocar a cabeça para ferver e cuidar da imagem é garantir benefícios de longos e duradouros prazos.

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*Alexandre Loures e Flávio Castro são sócios da FSB Comunicação

Este é um conteúdo da Bússola, parceria entre a FSB Comunicação e a Exame. O texto não reflete necessariamente a opinião da Exame.



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Deficiente e sem emprego: uma realidade europeia


© Reuters. Deficiente e sem emprego: uma realidade europeia

Na Europa, menos de metade das pessoas com deficiência estão integradas no mercado de trabalho.

Cerca de 87 milhões de pessoas possuem uma deficiência na Europa. Qualquer pessoa por ter uma deficiência ao longo da vida, seja por causa de um acidente ou de uma doença.

Uma das melhores formas de garantir a independência e a inclusão social das pessoas com deficiência é o acesso ao emprego. Mas, apenas metade das pessoas com deficiência está a trabalhar porque existem muitos obstáculos à integração no mercado de trabalho.

Em Espanha, o número de pessoas com deficiência integradas no mercado de trabalho aumentou mais de 20% nos últimos seis anos, particularmente, graças a financiamentos e programas públicos.

Em Madrid, a Fundação ONCE apoia projetos que ajudam a melhorar a vida de pessoas com deficiência, nomeadamente um programa de integração profissional que oferece formação digital e tecnológica.

Formação na área das tecnologiasGraças à fundação ONCE, Alicia Gómez Escribano fez um curso de programação informática. A jovem de 23 anos com uma deficiência auditiva conseguiu recentemente o primeiro emprego, testa aplicações.

“A minha concentração é afetada pelas conversas, por isso puseram-me neste sítio longe dos outros, tenho menos dores de cabeça, e compraram-me uns auscultadores que reduzem o ruído”, contou Alicia Gómez Escribano, operadora Informática, do Grupo Tragsa, em Espanha.

O empregador de Alicia, uma empresa pública, possui um plano de integração social, para ter em conta as necessidades de cada pessoa:

“O fator chave é criar uma boa comunicação entre o gestor e o empregado sobre o trabalho e as necessidades de cada um. As empresas devem reflectir a sociedade tal como ela é”, explicou Ana Belén Blanco del Campo, gestora de projectos, do Grupo Tragsa.

O programa da fundação espanhola dá formação às pessoas com deficiência na área das novas tecnologias, onde existem muitas oportunidades de emprego.

“Aproveitamos este nicho importante do mercado de trabalho, para formar pessoas que serão tão produtivas como uma pessoa que não tem uma deficiência”, explicou David Alonso, consultor, da Inserta Empleo Madrid, na Fundação ONCE.

Parcialmente financiado pelo Fundo Social Europeu, o programa formou mais de cinco mil jovens em 2021. Está prevista a criação de novos cursos em tecnologias avançadas. “As pessoas com deficiência devem estar presentes em todos os sectores de uma sociedade”, frisou David Alonso.

O Pilar Europeu dos Direitos SociaisA igualdade de oportunidades no mercado de trabalho é uma das ambições do pilar europeu dos direitos sociais que integra vinte princípios para construir uma Europa social forte, justa e inclusiva.

“Tenho uma deficiência motora, fiquei doente aos 2 anos. A minha doença chama-se Dermatomiosite, causa limitações físicas ao nível da locomoção e doenças internas”, contou à euronews Monika Jankowska-Rangelov, diretora de Inclusão e Diversidade da EMEA, na Polónia.

Um dos primeiros obstáculos na carreira profissional das pessoas com deficiência é a dificuldade de aceder à universidade. Na Europa, cerca de 30% dos deficientes têm um diploma universitário, um número que sobe para 40% quando não se tem deficiência.

“Tive sorte porque os meus pais sempre me explicaram que eu não podia trabalhar fisicamente, tinha de trabalhar com a mente. Queria entrar na universidade pedagógica mas não foi possível porque era inacessível ao nível dos transportes”, explicou Monika Jankowska-Rangelov.

Monika fez uma licenciatura em línguas e, passo a passo, conseguiu obter o seu emprego de sonho. Mas enfrentou uma segunda dificuldade. Como passou a trabalhar e a receber um salário, perdeu a pensão de invalidez e tem dificuldades em pagar todos os medicamentos de que precisa.

“Penso que seria muito benéfico aumentar o plafond, porque tenho muitas despesas, por exemplo, com os meus medicamentos todos os meses. E mesmo com um emprego, é um desafio pagar todas as despesas”, contou a responsável.

De acordo com a especialista é preciso agir em três áreas para derrubar barreiras para quem tem uma deficiência: melhorar a acessibilidade e o apoio financeiro e implementar planos de integração social no trabalho.

“A educação é um fator chave e a sensibilização de todos os trabalhadores para serem inclusivos e pensarem nos outros como se pensassem em si próprios. Há cada vez mais pessoas com incapacidades à nossa volta, toda a gente merece ter as mesmas oportunidades no trabalho, para ser ativo e poder viver a vida ao máximo”, frisou Monika Jankowska-Rangelov.

A estratégia para os Direitos das Pessoas com DeficiênciaO Parlamento Europeu aprovou a Directiva para a Igualdade no Emprego. “No ano passado, a Comissão Europeia adotou uma Estratégia para os Direitos das Pessoas com Deficiência , para apoiar o direito de viver de forma independente e de participar em pé de igualdade em todas as áreas da vida. A euronews entrevistou Helena Dalli, Comissária Europeia para a Igualdade.

euronews: “Porque é que na Europa as pessoas com deficiência continuam a enfrentar tantos obstáculos para entrar no local de trabalho?”

Helena Dalli, Comissária Europeia para a Igualdade: “Por onde começar? É um problema que temos mesmo de resolver. As pessoas com deficiência deparam-se com muitos problemas para entrar no mercado de trabalho. Os problemas começam cedo com o acesso à educação, por exemplo. Temos de olhar para esta realidade a partir da perspectiva do resto da sociedade. O que é que a sociedade está a fazer para permitir que os cidadãos integrem o mercado de trabalho? Os empregadores devem proporcionar alojamento às pessoas com deficiência”.

euronews: “O que é que a Comissão Europeia está a fazer para lidar com estas barreiras?”

Helena Dalli, Comissária Europeia para a Igualdade: “Temos agora a estratégia para a deficiência. Esta estratégia lida com as coisas de que estamos a falar aqui. Há um pacote de medidas sobre o emprego das pessoas com deficiência, em que se fala da necessidade de fornecer alojamento razoável e de ajudar as pessoas com deficiência a entrar no mercado trabalho. Temos ainda a plataforma da deficiência, por exemplo, que permite o encontro entre diferentes organizações para partilhar boas práticas. Faço questão de encontrar pessoas com deficiência porque são elas as especialistas da realidade que vivem. Partilhamos o que aprendemos com os parceiros sociais.”

Arena.im levanta US$ 13,6 milhões para criar “mini Google” para empresas

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Criar uma empresa capaz de garantir que grandes companhias não dependam de redes sociais ou de ferramentas de busca para alcançarem clientes. Esse é o propósito da Arena.im, martech (jargão para startup de marketing) fundada por um brasileiro no Vale do Silício em 2017. Em cinco anos de existência, a empresa acumula 25 mil clientes em 150 países e acabou de passar por uma rodada Series A, em que levantou US$ 13,6 milhões – cerca de R$ 68 milhões. Diante do crescimento, a pergunta que fica é: como a empresa consegue fazer isso? Para entender, é necessário um pouco de contexto. E, é claro, analogias.

Navegar na internet é sinônimo de deixar “pegadas” para qualquer lado em que você vá: antes das discussões sobre privacidade, que ganharam força principalmente a partir de 2018, sites variados coletavam “pedaços” dessa jornada digital (os “cookies”) sem, necessariamente, avisar os usuários. Com o aumento das discussões sobre segurança, empresas como Apple e Firefox desativaram esse recurso, obrigando empresas a mostrarem o famoso pop-up de “aceitar cookies” — assim, o usuário fica sabendo sobre quais informações serão coletadas sobre ele. 

No ano passado, o Google anunciou que deve ir pelo mesmo caminho, acabando com os cookies de terceiros a partir de 2023. Isso significa que, em vez de empresas terem acesso a informações personalizadas sobre usuários, terão acesso a um conjunto de informações menos aprofundadas. O tema ainda é objeto de discussão sobre a mudança que vai gerar na prática, mas o fato é que empresas devem recorrer a novos mecanismos para conseguir rastrear de volta as “pegadas” dos usuários que passam por ali.

É de olho nessa necessidade que a Arena.im oferece serviços a companhias do mundo todo. O foco é oferecer uma alternativa aos serviços das big techs, de forma rápida, sem que as companhias precisem estruturar times inteiros de tecnologia para desenvolver mecanismos do zero. 

O modo como a aplicação funciona é bastante simples, tanto para quem contrata como para os usuários. Para empresas que procuram pela startup, basta criar uma conta no site da  Arena.im, copiar o widget e inseri-lo no código do site. A partir daí, o produto já começa a rodar, sem precisar envolver profissionais de tecnologia no meio do processo. 

Os sites começam a contar com uma espécie de “WhatsApp público”, em que usuários podem fazer comentários e até mesmo perguntas dentro daquela página. Pense assim: se antes você tinha que rolar uma página até o final para ler os comentários, a Arena.im disponibiliza um chat em que é possível ter diálogos em tempo real. Esse é o diferencial da companhia para conseguir mais dados dos usuários e, por sua vez, alimentar a base de dados das empresas. Como cada usuário tem de fazer um cadastro para comentar no chat, fica mais fácil entender quem são e quais os hábitos deles.

Mas, não pense que a startup simplesmente repassa essas informações às empresas. Ao contrário, a companhia tem uma abordagem que mostra os dados de forma anonimizada – ou seja, mostra comportamentos e não informações individuais como nome, telefone ou endereço. A vantagem é que toda essa estrutura fica “dentro de casa” para as empresas e, portanto, dá mais controle sobre questões de privacidade, além de customização.

Clientes

“Conseguimos entender o comportamento de usuários na internet e trazer isso para dentro das empresas. Ao mesmo tempo, prezamos muito pela segurança dessas informações. Hoje, 40% da receita da empresa vem da Europa, que já está mais madura em LGPD, mas sempre estamos de olho em novas normas para nos adequarmos”, afirma Paulo.

Com uma atuação tão forte na Europa, a empresa não interrompeu diretamente as operações na Rússia e na Ucrânia, já que usa a plataforma da Amazon, a AWS, para suportar a operação. Como a infraestrutura roda em cima disso, uma vez que a companhia fundada por Jeff Bezos deixou de ofertar serviços lá, os serviços da Arena.im foram automaticamente interrompidos também.

E, falando em Amazon, os Estados Unidos são o segundo maior mercado da startup, correspondendo hoje a 30% da receita. O Brasil ainda representa cerca de 1%, mas a startup já tem entre os clientes nomes conhecidos pelo público local: Globo, Nubank, VTex, C&A, Avon, Bayer e Bradesco são alguns deles.

Oportunidade para brasileiros

A ideia, inclusive, para os próximos anos, é aumentar a presença local. E, para isso, Paulo quer contratar 70 profissionais brasileiros (a maior parte desenvolvedores) que queiram trabalhar para uma companhia no Vale do Silício.

“Eu também sou desenvolvedor e caí ‘de paraquedas’ no Vale, criei o produto e fui navegando para entender como funciona o mercado de Venture Capital. Agora, quero dar oportunidade para que outros brasileiros possam vir para cá e aprender mais em um ambiente tão rico como esse”, afirma Paulo.

O foco para continuar crescendo será o de escalar o produto entre times que não são de tecnologia, para garantir um acesso “de baixo para cima” – assim como fizeram apps como Slack e Yammer. Na pandemia, essa estratégia já começou a surtir efeito. Em 2021, a companhia cresceu 10 vezes em relação ao tamanho que tinha em 2020

O principal foco, no Brasil, para crescer, será desenvolver aplicações para o e-commerce. Como um exemplo desse esforço por atingir companhias maiores, a Arena.im está lançando uma integração com a Shopify, que vai permitir aos vendedores da plataforma conseguirem conversar com possíveis clientes e fechar vendas pelo chat. Os planos futuros incluem integrações com Vtex e Nuvemshop, seguindo os mesmos moldes. 

“Até o fim do ano temos a projeção de ter 100 mil contas abertas, ou seja, crescimento de quatro vezes o número atual, algo que também deve se refletir em receita. Nós nascemos muito focados em pequenas e médias empresas nos EUA e, agora, queremos focar cada vez mais em grandes companhias e vemos o potencial de escalar nossa tecnologia para atingi-las”, diz Paulo.

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Crise na Ucrânia influencia preços dos alimentos


© Reuters. Crise na Ucrânia influencia preços dos alimentos

A crise na Ucrânia representa uma ameaça para os consumidores europeus, que podem assistir a um aumento dos preços. Nas padarias, a ansiedade dos profissionais está a crescer, pois nos últimos seis meses o custo das matérias-primas subiu de 20% para 70%.

Este aumento deve-se à instabilidade política que está a preocupar os mercados financeiros internacionais, ao aumento dos preços do petróleo e do gás e aos receios dos efeitos das sanções impostas pela UE à Rússia – que ainda são desconhecidos. Os preços dos alimentos também vão ser apanhados neste turbilhão de incerteza.

Os aumentos de preços vão variar entre 5% e 15%, para produtos como peixe, legumes, carne ou azeite. Estamos a falar de produtos que estão incluídos no “carrinho de compras” da dona-de-casa. No combustível, espera-se que os aumentos atinjam os 25-30%.

Antonis Zairis Diretor-Geral da Associação de Empresários e Comerciantes da Grécia

Espera-se um aumento ainda maior depois da decisão de Vladimir Putin de suspender as exportações russas de nitrato de amónio durante os próximos meses. É um elemento essencial para o cultivo de cereais e o principal fornecedor da Europa é a Rússia. Como os fertilizantes representam 20-25% do custo da produção de trigo, o recente aumento dos preços terá um efeito dominó nos preços do: trigo, massa, pão e farinha. O Kremlin justificou a sua decisão com o aumento da procura no mercado interno. Os padeiros enfrentam um grande dilema.

O preço de um pão era de 7 cêntimos em Setembro. Agora é de 8. Decidimos manter o preço tão baixo quanto possível porque preferimos limitar o nosso lucro de um produto tão importante para as famílias, um produto que as pessoas precisam todos os dias na sua mesa. Nos produtos de pastelaria os preços estão fora de controlo, porque não podemos fazer nada – são os fornecedores os responsáveis. As pessoas estão mais relutantes em comprar, sentem-se inseguras e queixam-se sempre que tudo está muito caro.

Karmen Kosti padeira

Os especialistas do mercado temem que o próximo conflito entre a Rússia e o Ocidente se situe no campo económico. O primeiro passo foi dado pelo presidente Putin, antes do anúncio sobre a Ucrânia. Proibiu as exportações de nitrato de amónio, um fertilizante vital para o cultivo de trigo para a produção de pão e massas. Espera-se que os preços destes produtos aumente ainda mais.

Symela Touchtidou euronews

De acordo com a agência de notícias da Rússia (TASS), a proibição das exportações de nitrato de amónio vai prolongar-se pelo menos até ao início de Abril.

Veja 5 dicas para melhorar seu branding do influenciador Junior Neves

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O branding é uma palavra cada vez mais na moda. Ela representa o conjunto de ações e posicionamentos, propósito e valores de uma marca, cujo objetivo é cativar a atenção do cliente.

E o branding é cada vez mais importante em uma época onde a principal vitrine para apresentar uma empresa ao mercado é a internet.

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A evolução da web alterou o funcionamento da economia de forma profunda.

Desde a praticidade dos aplicativos de compra e entrega até a visibilidade alcançada com as redes sociais.

Essa revolução, que acontece a cada minuto, tem exigido um reposicionamento de marcas empresariais.

Mesmo marcas tradicionais tiverem de repensar suas estratégias de comunicação para se adaptarem ao novo contexto.

Branding também tem suas estratégias

As estratégias de branding surgem nesse momento para ajudar as marcas.

Também conhecido como “Branding de Dominação”, é uma forma de gerenciar a marca de forma a potencializar a difusão da sua imagem e o envolvimento do público.

“O propósito está dentro da estratégia do branding. O propósito é o destino, para onde está caminhando” explica Junior das Neves, consultor de marketing digital e especialista em branding.

Junior das Neves, consultor de <a href=marketing digital e especialista em branding” title=”Junior das Neves, consultor de marketing digital e especialista em branding” width=”300″ height=”200″ data-restrict=”false” data-portal-copyright=”Exame” data-image-caption=”Junior das Neves, consultor de marketing digital e especialista em branding” data-image-title=”” data-image-source=”Exame” srcset=”https://classic.exame.com/wp-content/uploads/2022/03/WhatsApp-Image-2022-03-31-at-19.09.40.jpeg 1280w, https://classic.exame.com/wp-content/uploads/2022/03/WhatsApp-Image-2022-03-31-at-19.09.40.jpeg?resize=150,100 150w, https://classic.exame.com/wp-content/uploads/2022/03/WhatsApp-Image-2022-03-31-at-19.09.40.jpeg?resize=300,200 300w, https://classic.exame.com/wp-content/uploads/2022/03/WhatsApp-Image-2022-03-31-at-19.09.40.jpeg?resize=768,512 768w, https://classic.exame.com/wp-content/uploads/2022/03/WhatsApp-Image-2022-03-31-at-19.09.40.jpeg?resize=1024,682 1024w, https://classic.exame.com/wp-content/uploads/2022/03/WhatsApp-Image-2022-03-31-at-19.09.40.jpeg?resize=654,436 654w, https://classic.exame.com/wp-content/uploads/2022/03/WhatsApp-Image-2022-03-31-at-19.09.40.jpeg?resize=1000,666 1000w, https://classic.exame.com/wp-content/uploads/2022/03/WhatsApp-Image-2022-03-31-at-19.09.40.jpeg?resize=920,613 920w, https://classic.exame.com/wp-content/uploads/2022/03/WhatsApp-Image-2022-03-31-at-19.09.40.jpeg?resize=420,280 420w, https://classic.exame.com/wp-content/uploads/2022/03/WhatsApp-Image-2022-03-31-at-19.09.40.jpeg?resize=680,453 680w, https://classic.exame.com/wp-content/uploads/2022/03/WhatsApp-Image-2022-03-31-at-19.09.40.jpeg?resize=760,506 760w, https://classic.exame.com/wp-content/uploads/2022/03/WhatsApp-Image-2022-03-31-at-19.09.40.jpeg?resize=165,110 165w” sizes=”(max-width: 300px) 100vw, 300px”/>

Junior das Neves, consultor de marketing digital e especialista em branding (Exame/Exame)

Neves, 31 anos e mais de 150 mil seguidores no Instagram, está na frente da Staage, plataforma de cursos de marketing digital, já teve parcerias com grandes nomes do mundo dos negócios, como é o caso de Paulo Vieira, Viih Rocha, Thiago Nigro, Thiago Fonseca, Carlos Bertolazzi, além de Pablo Marçal, sua principal inspiração.

Neves lista cinco pontos fundamentais que devem estar em qualquer estratégia de branding bem-sucedida.

Esses são:

  • histórias
  • personagens
  • discurso
  • segredos
  • signos

Para Neves, esses preceitos são indispensáveis para “marcas que quiserem se destacar nas redes sociais transmitindo sensações, emoções e percepções”.

Isso em vista que a marca deve suscitar uma imagem capaz de se associar com o imaginário de público.

Cuidado com os erros

Existem erros e preconceitos que podem dificultar a implementação de uma política de Branding de sucesso.

Um dos mais comuns é de que se trata de uma mera questão de identidade visual.

Quem cai nesse erro ignora que o Branding diz principalmente sobre redefinir a identidade geral da empresa, suscitando valores atrativos para o cliente.

“No caso do marketing, a pessoa precisa ir atrás do cliente. Usando o Branding, o cliente vem até você pelo desejo de usar a marca”, explica Junior Neves.

Portanto, é importante que o posicionamento envolva a marca com significado e memorização. Assim, é relevante que a marca deixe claras as suas posições e o seu foco perante o mercado.

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O projeto Ostras do Dubai: ambiente, pedagogia e luta contra o desperdício


© Reuters O projeto Ostras do Dubai: ambiente, pedagogia e luta contra o desperdício

As conchas de ostra de um restaurante do Dubai são devolvidas ao mar para criar recifes artificiais. Um projeto ambiental com uma dimensão pedagógica.

As ostras são uma das iguarias típicas dos restaurantes do Dubai. Milhares de conchas vão parar ao lixo todos os meses. Um restaurante decidiu dar uma nova vida a esse material biológico. As conchas voltam para o mar, no âmbito de um projeto que reúne uma escola e um grupo ambiental.

“Deitávamos fora enormes quantidades de conchas de ostra todos os meses. O Projeto Ostras do Dubai é o primeiro dedicado ao ao restauro de recifes, ajudado pela comunidade que utiliza as nossas conchas de ostra para criar recifes artificiais no mar. Dizemos aos nossos clientes que as ostras acabam por voltar ao mar e que cada ostra regenerada pode filtrar 190 litros de água por dia. Os nosso clientes ficam muito entusiasmados porque sentem que estão a fazer algo pelo ambiente”, disse à euronews Joey Ghazal, fundador e sócio-gerente da Maine New England Brasserie Company.

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A proteção do habitat da tartaruga-de-penteA iniciativa visa reabilitar o sistema natural de recifes ao largo da costa do Dubai e criar um habitat natural para a tartaruga-de-pente que está em perigo de extinção.

“O Joey veio ter comigo e falou-me desse problema e refletimos sobre uma solução. Sou membro da direcção da Escola Arbor e trabalhei com o Grupo Ambiental Marinho dos Emirados Árabes Unidos (EMEG) durante cerca de 18 anos, por isso, estou familiarizado com o Santuário Jebel Ali. Pensei em reunir os diferentes elementos e criar uma bela história com várias facetas, a educação, o ambiente e o problema dos resíduos alimentares. Era algo que estava na minha lista de desejos há algum tempo. Tenho filhos e quero deixar um planeta melhor para os nossos filhos. O projeto combina ambiente, educação e o problema do desperdício de alimentos”, disse à euronews Fadi Abu Ghali, co-fundador do Projeto Ostras do Dubai.

Escola promove currículo ecológicoA escola Arbor segue um currículo único de alfabetização ecológica que inclui o estudo dos oceanos. Os alunos participam ativamente no Projeto Ostras do Dubai.

“O projeto das ostras foi uma oportunidade de associar o currículo da sala de aula ao mundo real. Todos os nossos alunos vão regularmente às praias e conhecem bem os desafios do ambiente marinho. Já colocámos algumas partes do recife, mas, para facilitar a monitorização, as crianças constroem caixas de amostras que ficam presas ao recife e que podem ser removidas da água para serem examinadas na praia com o nosso equipamento especializado. O que permite aos alunos ver de perto o que está a acontecer nos novos recifes. O nosso objectivo é voltar dentro de cerca de seis meses com este grupo que estará então no nono ano e com o grupo do oitavo ano para partilhar conhecimentos”, contou Ben Wren, Conselheiro de Educação Ambiental, da Escola Arbor.

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O processo de restauro dos coraisOs blocos de matéria biológica são colocados no mar, na Reserva do Grupo Ambiental Marinho dos Emirados. Se tudo correr bem, o projeto poderá ser reproduzido em diferentes áreas, fora da reserva, de modo a contribuir para a melhoria do ecossistema marinho dos Emirados Árabes Unidos.

“É muito fixe porque a maioria das escolas, não fazem tantas coisas práticas, nós aprendemos teoria mas a teoria é útil até certo ponto. Fazer coisas na vida real, ajuda-nos a aprender a identificar os problemas e a resolvê-los”, disse Iman, aluna da Escola Arbor.

Nos últimos seis meses, a escola recebeu 250 mil conchas de ostras. O objectivo é atingir um milhão até ao final do ano.

Como ter estratégias assertivas para captação de leads

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Vender não é uma tarefa fácil, por isso, ferramentas e técnicas aparecem para ajudar nessa missão. Estabelecer um funil de vendas consistente, implementar processos e treinar a equipe, por exemplo, são estratégicos para transformar o lead em uma compra concluída.

No entanto, embora muitas marcas tenham uma equipe de marketing engajada, os leads nunca chegam no comercial. Segundo a SalesForce, empresa de gerenciamento de relacionamento entre marcas e pessoas, 68% das empresas não identificaram ou tentaram medir um funil de vendas. A mesma pesquisa mostrou que 79% dos leads de marketing nunca são convertidos em clientes pagantes.

De acordo com Fábio Oliveira, CEO da plataforma de terceirização de vendas SalesFarm, o principal erro do time é não ter uma estratégia assertiva para captação desses leads. “Uma boa gestão de leads depende de um conhecimento profundo do que a marca quer comunicar. É preciso conversar com o público certo, oferecer aquilo que ele realmente precisa e, de fato, resolver sua dor”, afirma o executivo.

Para isso, a pedido da Bússola, o executivo listou alguns erros que fazem seus leads nunca chegarem no comercial:

1-marketing e vendas desalinhados

O marketing e vendas devem estar no mesmo departamento, e se der, o time precisa trabalhar na mesma sala. O marketing convida o cliente a conhecer o produto, e o vendedor precisa continuar este processo com coerência e conseguir converter esse cliente.

 2-Erro na identificação do público-alvo

Segundo o CEO, os clientes são o principal ativo de qualquer negócio, a tecnologia surge como um grande aliado para auxiliar o vendedor no processo de comunicação, seja de forma presencial, virtual ou por telefone. “É importante entender como utilizar essas ferramentas, analisar as necessidades dos clientes para saber se comunicar com as pessoas certas”, declara Fábio.

3-Análise equivocada das métricas

Outro erro da equipe de vendas é focar muito nos fechamentos e conversões, e esquecer do volume de leads entrando. Dessa forma, é importante ter equilíbrio entre volume e qualidade nos processos. Analisar as métricas de trabalho também é uma forma para dar mais atenção ao problema e ter certeza se está no caminho certo.

4-Falta de constância

As ações devem ser sólidas, constantes e com processo, para mostrar ao cliente a seriedade do trabalho. Um processo de atendimento eficaz fideliza o cliente. É preciso sempre manter contato com seus leads, afinal, um vendedor comprometido nunca se afasta dos seus clientes para cada vez mais fortalecer o relacionamento.



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As mulheres e a inovação económica


© Reuters. As mulheres e a inovação económica

As mulheres quebram barreiras e inspiram uma geração mais diversificada de líderes empresariais a construir um futuro mais justo. Numa tentativa para tornar as ruas novamente seguras – apps de segurança criadas por mulheres estão a crescer em popularidade. Estudos mostram que a diversidade de género conduz a retornos financeiros mais elevados – falámos com um fundo de capitais de risco com o objectivo de elevar as mulheres empresárias.

Alguns dos cargos mais poderosos e importantes do mundo são ocupados por mulheres – Ursula von der Leyen na Comissão Europeia, Christine Lagarde no Banco Central Europeu, Janet Yellen como Secretária do Tesouro dos EUA, e Ngozi Okonjo-Iweala na Organização Mundial do Comércio – fazem parte de um grupo que mostra que as mulheres podem ser tão bem sucedidas como os pares masculinos em posições de poder. Uma das formas de mais mulheres poderem acabar nestes cargos de decisão de topo é impulsionar a participação feminina em indústrias tradicionalmente dominadas pelos homens.

Uma organização que promove a presença das mulheres no topoNa Europa, a organização STEMettes tem como missão inspirar a próxima geração de mulheres para carreiras na Ciência, Tecnologia, Engenharia e Matemática, mostrando uma diversidade de pessoas que trabalham nestes setores. A CEO e fundadora, Anne-Marie Imafidon, é autora e líder empresarial. Esta matemática foi eleita a mulher mais influente do Reino Unido em tecnologia em 2020.

Guy Shone, Euronews: Conte-nos mais sobre os desafios que as mulheres enfrentam quando se trata de carreiras em Ciência e Tecnologia – Até que ponto tem esperança de que uma mudança positiva possa acontecer?

Anne-Marie Imafidon: Há muitas coisas que precisamos de fazer. Penso que a maior alavanca que temos para mudar isto são as normas sociais, se olharmos para a igualdade de salários agora e nos anos 60, quando entraram em vigor aqui no Reino Unido as leis para garantir isso. A STEMettes é um desses espaços em que sabemos que as pessoas são muito bem pagas para trabalharem em muitos papéis diferentes. A sub-representação das mulheres significa, na verdade, que se estivéssemos melhor representadas, estaríamos muito mais perto da paridade salarial. Por isso penso que tudo isto vai levar a sociedade a mudança na abordagem, para dizer que todas as normas sociais precisam de evoluir e de estar refletidas na forma como nós fazemos o que fazemos.

A sub-representação das mulheres significa, na verdade, que se estivéssemos melhor representadas, estaríamos muito mais perto da paridade salarial.

Anne-Marie Imafidon Fundadora da STEMettes

Apps pela segurança das mulheresOs avanços da tecnologia têm aumentado os perigos para as mulheres em todo o mundo, quer se trate de assédio online, ter os dados pessoais revelados, câmaras de vigilância, ou rastrear a sua localização, mas algumas mulheres estão a utilizar a mesma tecnologia para ripostar.

Conta Emma Kay, fundadora da WalkSafe: “Tive experiência de assédio sexual, quando era mais jovem. Por isso, compreendi a necessidade uma app como a nossa”.

Esta é a app de segurança com crescimento mais rápido no Reino Unido. Segundo a antiga esteticista, estará brevemente disponível em toda a Europa e nos EUA.

“Utilizamos dados criminais reais da polícia e somos a única app que faz isto”, diz Emma.

Utilizamos dados reais da polícia.

Emma Kay Fundadora da ‘app’ WalkSafe

A WalkSafe angariou 100.000 dólares na primeira ronda de investimento. Para manter a aplicação grátis e disponível para todos, a empresa tecnológica está agora na segunda ronda de financiamento.

A aplicação móvel criada por Emma encoraja as pessoas a tomar medidas de precaução para evitarem estar em situações prejudiciais.

Entretanto, Uta de Veer desenvolveu uma app que permite às pessoas reagir rapidamente se se encontrarem em perigo.

“Recebi e-mails da escola dos meus filhos para estar vigilante, uma vez que algumas das mães foram atacadas, pelo que isto desencadeou a minha ideia”, diz a fundadora da One Scream.

A aplicação “mãos livres” é ativada por um grito de pânico ou mesmo um sussurro da palavra-chave que envia um SOS para as pessoas da base de dados de emergência do utilizador. A One Scream lançou recentemente assinaturas pagas e está à procura de investimento através de um programa de ajuda sediado nos EUA.

Mesmo se os críticos dizem que os problemas de segurança não podem ser resolvidos apenas pela tecnologia, o número de downloads de aplicações de segurança mostra que estas desempenham um papel importante em fazer com que as mulheres se sintam mais seguras nas ruas.

As mulheres e o financiamento das startupsPara outras mulheres em fase de arranque, não tem sido fácil assegurar o financiamento. Mesmo se há esforços e campanhas para reduzir a lacuna de financiamento, apenas 2% do capital de risco vai para startups lideradas por mulheres.

Isto apesar de estudos que mostram que a diversidade de género conduz a retornos financeiros mais elevados.

Maria Velissaris é a sócia-fundadora da SteelSky Ventures, um fundo de capital de risco 100% feminino que investe em empresas que melhoram o acesso aos cuidados de saúde das mulheres. Vamos ver o que diz sobre o que empresas como a SteelSky podem fazer para ajudar as mulheres empresárias:

“Entre os empresários de capitais de risco, há menos de 12% de mulheres. Não é possível financiar todas as empresas de saúde feminina. O que estamos a perceber é que quem tem o dinheiro é reflexo das soluções que se veem no mercado. Se diversificarmos a quem é dado o poder de atribuir capital, vamos começar a ver uma mudança nos tipos de empresas que se desenvolvem e nos tipos de fundadores que vemos receber financiamento. Penso que o sucesso vai continuar a gerar sucesso e acredito que 2022 vai ser um ano importante nos cuidados de saúde das mulheres”, diz.

O que estamos a perceber é que quem tem o dinheiro é reflexo das soluções que se veem no mercado. Se diversificarmos a quem é dado o poder de atribuir capital, vamos começar a ver uma mudança nos tipos de empresas que se desenvolvem e nos tipos de fundadores que vemos receber financiamento.

Maria Velissaris Sócia-fundadora da SteelSky Ventures

Negócios em 60 segundos

  • Apesar da frustração da Presidente da Comissão Europeia Ursula von der Leyen de que um acordo sobre regras para as mulheres nas salas de reunião demorou demasiado tempo, a Europa viu progressos com vários líderes de alto nível ao leme de organizações icónicas.
  • A Noruega foi o primeiro país europeu a introduzir quotas nos conselhos de administração em 2008.
  • França tem atualmente a mais forte representação feminina nos conselhos de administração das maiores empresas em bolsa, com 45%.
  • De acordo com a Harvard Business Review, a economia feminina bombeia 15 biliões de dólares em ganhos globais todos os anos. As mulheres continuam a representar um grande motor do consumo – apesar de a Covid ter atingido a força de trabalho.
  • Números das Nações Unidas revelam que globalmente as mulheres ganham apenas 77 cêntimos por cada dólar ganho pelos homens. Apesar de todas as campanhas, a ONU prevê que, ao ritmo atual de progresso, não haverá igualdade salarial até 2069.

Há, claramente mais a fazer para ajudar as mulheres a partir o teto de vidro em qualquer campo em que se encontrem. A pandemia pode ter feito recuar a igualdade de género, mas não há dúvida de que dá aos governos e organizações mais razões para aumentar os esforços para empoderar as mulheres de modo a construir um futuro mais sustentável e mais justo.

Fatos e mentiras sobre o trabalho com marketing digital

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A demanda por marketing digital cresce a cada ano e, com isso, a necessidade de novos profissionais. Noventa e quatro por cento das empresas escolheram o marketing digital como estratégia de crescimento, aponta dados da pesquisa Maturidade do marketing Digital e Vendas no Brasil, que reuniu resultados digitais, mundo do marketing, rock content e vendas B2B. Com a consistência da área, surgem propostas “fakes” que prometem muito dinheiro trabalhando em poucas horas ou ser um profissional com algumas horas de curso.

Um profissional de marketing digital é um especialista que desenvolve, implementa e gerencia campanhas promocionais em nome de uma organização, desempenhando um papel fundamental na conscientização da marca no espaço digital. Isso envolve direcionar o tráfego do site, gerenciar campanhas de publicidade paga e aumentar a visibilidade nas mídias sociais.

“Gerentes e a equipe usarão várias ferramentas analíticas para medir o impacto de seus esforços e otimizar campanhas. Além disso, também são os responsáveis por identificar e avaliar novas tecnologias digitais e plataformas de comunicação”, afirma o publicitário Edu Sani, empreendedor e CEO da AdsPlay Mídia Programática.

A pedido da Bússola, o especialista desmistifica alguns fatos e mitos sobre trabalhar com marketing digital.

1. “Um único curso vai me proporcionar uma colocação no mercado de trabalho

Falso. O mercado dispõe de centenas de cursos de marketing digital à disposição. Ainda que ofereçam um bom conteúdo inicial, muitos cursos são básicos e por si só não são suficientes para formar um especialista.

Para o CEO, é preferível escolher o curso de uma instituição já reconhecida ou ligado a empresas e especialistas. Antes de escolher, vale checar o breve histórico dos professores, se há algum tipo de suporte quando necessário e certificação.

“Ainda assim, só a experiência e muito estudo irão torná-lo um bom profissional”, afirma Edu.

2. “É possível ganhar muito trabalhando pouco”

Falso. A oferta é tentadora. Enquanto navega na internet, você se depara com o anúncio “Ganhe 2 mil reais por semana trabalhando apenas 3 horas por dia”. Segundo Edu, na realidade, dependendo do nível de experiência, quem trabalha com marketing digital deve elaborar e implementar campanhas, supervisionar os membros da equipe e promover produtos em todas as plataformas, além de elaborar estratégias de conteúdo e mídia social.

“Desconfie de ofertas que prometem muito dinheiro e pouco trabalho e acho que isso vale para qualquer área”, diz o especialista.

“É preciso ser especialista em tecnologia”

Falso. Embora um profissional de marketing digital não precise ser um especialista em tecnologia ou ciência da computação, certamente ajuda. Segundo Sani, “aqueles com formação em TI estão atualmente conquistando um nicho no setor, impulsionando soluções tecnológicas”.

3. “Soft skills são diferenciais”

Fato. Além de ter noções de como lidar com conteúdo promocional, incluindo otimização de sites, marketing de conteúdo, gerenciamento de campanhas e controle de projetos, o profissional de marketing digital precisa mostrar que suas habilidades não param por aí.

“Possuir habilidades pessoais de liderança, capacidade de identificar novas oportunidades, equilíbrio entre pensamento analítico e criativo que entregue resultados tangíveis, são exemplos do que faz um profissional de marketing digital se destacar”, afirma Sani.

4. “O estudo é frequente assim como a atualização das ferramentas”

Fato. O marketing digital é um empreendimento altamente estratégico. Portanto, os profissionais precisam garantir que estejam sempre um passo à frente. Isso significa estar sempre atualizado com as novas ferramentas e tecnologias, para entender o que os consumidores estão pensando e propor soluções e conteúdos estratégicos.

5. “O marketing digital possui uma série de áreas possíveis”

Fato. Mídia programática, inbound marketing, estratégia de seo, Growth Hacking, mídias sociais são algumas das áreas envolvidas no marketing digital e é praticamente impossível uma única pessoa ser especialista em todas elas, pois seguem estratégias diversas e necessitam de profissionais diferentes.

“Obviamente um bom profissional pode estar atento ao universo do marketing digital como um todo mas só saberá operar algumas estratégias, por isso, é preciso encontrar uma área com a qual se identifique e se informe sobre as possibilidades que oferece”, declara Edu.



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Redes sociais e meios ocidentais calados na Rússia


© Reuters. Redes sociais e meios ocidentais calados na Rússia

“Site indisponível” – É a mensagem que os russos veem no ecrã quando tentam aceder à rede social Facebook (NASDAQ:). O governo russo proibiu o acesso ao Facebook e também ao Twitter, as principais redes sociais, ao mesmo tempo em que introduziu uma nova lei que pune com pena de prisão quem divulgar informaçãoes que o executivo consideram falsas. Depois da proibição do canal Russia Today na União Europeia e outros países ocidentais, a Rússia proibiu também vários meios de comunicação ocidentais ou pró-ocidentais, incluindo rádios e televisões, incluindo a BBC, a Deutsche Welle ou a Rádio Europa Livre,

Dia Alicia Wanless, diretora de parcerias do Carnegie Endowment for International Peace: “O bloqueio aos media estatais encorajou uma resposta por parte da Rússia, que é a de bloquear meios com sede no ocidente e são uma via importante de expressão para russos proeminentes descontentes com a guerra. Ao mesmo tempo, torna-se maius difícil passar mensagens como a de Zelenskyy, que apelam aos russos para não apoiarem esta invasão”.

A CNN decidiu deixar de emitir na Rússia e cancelou todos os programas feitos a partir do país. Outros canais, como a BBC e a Bloomberg, retiraram todos os jornalistas a trabalhar no país, ao mesmo tempo que canais russos críticos do regime, como a TV Dojd, são encerrados.

Última emissão da TV Dojd (Chuva) – apresentadores deixam estúdio em protesto, com gritos de “no pasarán” e “não à guerra”.

Apesar da repressão, os russos continuam a sair às ruas para protestarem cointra a guerra. Estima-se que mais de seis mil manifestantes tenham já sido presos.