Por que a internet virou a ‘empresa’ que mais paga salários milionários?

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No Brasil, 81% da população com mais de 10 anos têm internet em casa e, segundo pesquisa feita pela agência de marketing digital, Sortlist, uma pessoa gasta, em média, 10 horas e 8 minutos por dia navegando na web (o que equivale a 154 dias por ano). 

Mas enquanto a maioria das pessoas usa esse tempo para assistir a filmes, conversar com seus amigos ou simplesmente ‘rolar’ o feed da sua rede social preferida, milhares de brasileiros estão usando a internet para multiplicar a sua renda mensal.

Você, com certeza, conhece o Whindersson, a Bianca Boca Rosa ou a Gkay. Todas estas personalidades da mídia cobram centenas de milhares de reais por uma menção em suas redes sociais e se tornaram milionários através da internet. 

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Mas eles são exceções. Afinal, a internet democratizou o acesso à posição de influenciador e chamou a atenção de milhões de pessoas para essa oportunidade, o que saturou o meio e tornou esse caminho cada vez mais concorrido. 

A boa notícia é que o mercado de influência não é o que mais movimenta dinheiro dentro das mídias digitais e, por incrível que pareça, ser famoso não é o único caminho para faturar alto dentro da internet.

Como a internet movimenta tanto dinheiro?

Enquanto há poucos anos as mídias tradicionais detinham a maior parte do dinheiro e do prestígio no mundo publicitário, hoje o cenário está muito diferente. Alcançar seguidores, curtidas e influência nas mídias digitais passou de “algo a mais” na vida de uma celebridade a uma verdadeira representação de sucesso. 

Com 1 bilhão de usuários ativos que passam 3h em redes sociais todos os dias, campanhas no mundo digital podem impactar multidões e gerar de R$5 mil até R$ 1 milhão de faturamento com apenas 1 sequência de stories. 

No entanto, ter seguidores não é mais garantia de sucesso. Segundo pesquisas, a maioria dos influenciadores não sabem como monetizar suas contas e relatam que ganham muito menos do que gostariam.

É o que alerta o especialista em finanças e influenciador, Gabriel Navarro: “O que não falta é gente tentando crescer na internet criando conteúdo à torto e direito, sem rumo e sem saber como rentabilizar isso. É o tipo de coisa que eu cansei de ver observando grandes influenciadores brasileiros, com milhões de seguidores, que não ganhavam R$ 20 mil ao mês”. 

É possível vender milhares de reais na internet sem precisar aparecer

Navarro é dono do maior canal de finanças do TikTok e um dos grandes nomes da internet quando o assunto é educação financeira. Com mais de 3 milhões de seguidores em suas redes sociais, ele conta que o segredo do próprio sucesso e da sua liberdade financeira foi focar na construção de renda exponencial.

Segundo o especialista, existe uma metodologia para alcançar o sucesso na internet que vai muito além de ganhar seguidores e que pode ser aplicada por qualquer pessoa, mesmo sem ter um produto, saber vender, querer aparecer nas câmeras ou ser um especialista.

O último segredo da internet

Após conquistar a liberdade financeira com essa metodologia, Navarro decidiu compartilhar a técnica para ajudar outras pessoas a atingir o mesmo objetivo. O influenciador preparou a série O último Segredo da Internet, uma sequência de 4 episódios nos quais ele explica como chegar ao enriquecimento através das redes sociais. Quem acessar o conteúdo aprenderá: 

  • Que é possível usar produtos que são sucesso de vendas no exterior para revender no Brasil;
  • Que não é necessário ter uma grande audiência para ganhar dinheiro e colocar o próprio negócio na maior vitrine do mundo;
  • Como encontrar as pessoas que queiram comprar exatamente o que você tem para oferecer.

Nessa série online e gratuita de 4 vídeos, Navarro revela o segredo que fez com que jovens comuns se tornassem milionários com a internet. Durante os episódios, o influenciador ensina:

  1. O mecanismo que muitos jovens estão utilizando para construir renda e fazer fortunas; 
  2. Quais ferramentas vão alavancar o seu negócio e fazer milhões de pessoas quererem te dar dinheiro;
  3. O maior segredo para acelerar o seu enriquecimento;
  4. Acesso ao método completo de aceleração do enriquecimento que vai te colocar à frente de 99% de todos os brasileiros.

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Uma história de sucesso na criação de laços entre empresários


© Reuters. Uma história de sucesso na criação de laços entre empresários

A história de sucesso de Ray Dargham, co-fundador e presidente da empresa STEP, no Dubai, dedicada a ligar pessoas interessadas em desenvolver negócios.

O estímulo para lançar um projeto empresarial surgiu após a participação num programa dedicado a estudantes. “É um programa de três meses. Os estudantes criam uma equipa, uma empresa, utilizam dinheiro real e é preciso criar um produto e construir um negócio. Foi o que fizemos durante três meses e ganhámos a competição, no Líbano. Foi uma experiência muito surpreendente”

“Depois, regressei à escola, já não havia programa. Sentia que me faltava qualquer coisa. Um dia decidi que não me candidataria a um emprego mas que criaria uma empresa. Cinco dias após ter obtido o meu diploma, apanhei um avião para o Dubai. Quando se está a iniciar uma empresa, ou um projeto ninguém nos conhece. Eu não conhecia muita gente na cidade. Pensei que a melhor coisa que podia oferecer era uma plataforma para as pessoas criarem laços importantes para desenvolver negócios. Foi assim que nasceu a empresa STEP”, contou Ray Dargham.

“Lembro-me que quando fizemos a primeira conferência não éramos conhecidos. Tinha tido pesadelos, em que ninguém ia ao evento. Mas foi espantoso. As pessoas aderiram e depois vimos que a energia e a vibração aumentam exponencialmente, durante o evento, à medida que as conversas surgem e que as pessoas começam a falar mais. De repente, passamos do stress intenso a um estado de felicidade e entusiasmo perante o que está a acontecer”, recordou o empresário.

“De repente, acordámos e vimos que o mundo estava confinado. Era óbvio que íamos ser os mais afetados pela pandemia. A prioridade era tomar conta das pessoas. Um negócio é o conjunto de pessoas que o criaram, nada mais. Passámos por muitas dificuldades para ficar de pé, e conseguimos fazê-lo com sucesso durante dois anos”.

clique no vídeo para conhecer a história da criação da empresa STEP.

Experiência do cliente é o segredo de um bom planejamento estratégico

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Por Alexandre Loures e Flávio Castro*

Clientes exigentes querem experiências surpreendentes.

O poder do consumidor aumentou e tende a se expandir a cada ano, devido à facilidade que se tem, atualmente, em trocar de serviço ou produto. São inúmeras ofertas onde a vantagem competitiva pode ser medida pela experiência que a marca oferece.

Vivemos em uma era onde a tecnologia avança a passos largos. Novos hábitos foram desenvolvidos e a maneira que as pessoas consomem mudou, seja na forma virtual ou física.

O planejamento estratégico das marcas tem de levar em conta as necessidades dos seus clientes e se adaptar a todos eles de forma a atender a demanda do consumo, desde o primeiro contato com a marca até a memória que ela vai deixar.

Quando conexões emocionais são estabelecidas, impulsionadas por ações a partir de uma experiência personalizada com atuação em vários canais, a relação produto/serviço e cliente se fortalece e a fidelidade é construída.

Dados do anuário da CX Trends 2022, adiantados ao Estadão/Broadcast, mostraram que 62% dos consumidores desistiram de uma compra pela internet devido a uma má experiência durante o processo de aquisição de um serviço ou produto.

Podemos concluir que, em média, a cada três pessoas que decidem fazer uma compra, duas desistem. O motivo? Valor do frete, preços altos e falta de credibilidade da empresa, ou seja, um planejamento de experiência do consumidor mal orquestrado.

Mas muitas empresas já estão de olho em suas performances e mudando suas atuações.

O Magalu, e a plataforma digital de moradia Housi, firmaram uma parceria onde usuários de duas unidades da empresa poderão alugar equipamentos e produtos.

Desta maneira, o consumidor tem a oportunidade de escolher se quer ter a posse de um item ou só acessá-lo quando necessário. Essa nova prática certamente tem por trás um minucioso estudo do cliente, assim como seu comportamento nas duas empresas.

A Camicado, rede varejista pertencente à Lojas Renner, evoluiu do conceito PDV, pontos de venda, para PDX, pontos de experiências, transformando suas lojas físicas em locais de experimentação, entretenimento e oferta de soluções.

Para desburocratizar as operações de compra e aluguel de imóveis, a Brasil Brokers fez um rebranding e transformou o seu nome em Nexpe, de “new experience”. O reposicionamento pretende abraçar a ideia de que o consumidor é quem dita as regras e a jornada imobiliária levará em conta as experiências físicas e digitais, com destaque à omnicanalidade.

O ditado diz que a experiência submete a pessoa à prova, para depois ensinar a lição. O fio condutor de qualquer empresa deve ser permeado pela experiência do cliente.

Criar vínculo entre público e marca é premissa para qualquer planejamento de marketing.

Leia mais:

Magalu testa aluguel de produtos para grupo de clientes

Camicado aposta em novo modelo de loja focado na experiência do cliente

Nexpe surge com foco na experiência do consumidor

Dois em cada três consumidores desistem de compra online por experiência ruim 

*Alexandre Loures e Flávio Castro são sócios da FSB Comunicação

 Este é um conteúdo da Bússola, parceria entre a FSB Comunicação e a Exame. O texto não reflete necessariamente a opinião da Exame.



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África do Sul procura atrair investimento estrangeiro para desenvolver economia


© Reuters. África do Sul procura atrair investimento estrangeiro para desenvolver economia

A África do Sul conseguiu assegurar mais de 20 mil milhões de dólares em garantias na Conferência de Investimento deste ano, realizada em Joanesburgo.

A economia mais industrializada de África está perto de atingir o objetivo de conseguir investimentos no valor de 100 mil milhões de dólares ao longo de cinco anos.

Posicionar a África do Sul como um centro de investimento global é fundamental para a reforma económica e estratégia de recuperação do presidente Cyril Ramaphosa.

“Passaram quase quatro anos desde que embarcámos na ambiciosa iniciativa, como dizia o ministro Patel, de angariar 1,2 biliões de rands (74,3 mil milhões de euros) em novos investimentos ao longo de cinco anos. Apesar do impacto da pandemia, na altura da 3ª Conferência de Investimento da África do Sul, em 2020, tínhamos angariado um total de 774 mil milhões de rands (cerca de 50 mil milhões de euros) em compromissos de investimento”, afirmou o chefe de Estado, na cerimonia de abertura do evento.

A energia e um dos setores a receber a atenção dos investidores é a energia. As nações do G7 anunciaram que vão alocar 8,5 mil milhões de dólares para ajudar o país a quebrar a dependência do carvão.

Um dos compromissos de investimento assumidos com a África do Sul foi o O Banco Africano de Desenvolvimento injetou já 400 milhões de dólares para apoiar a transição energética da África do Sul, que, de acordo com o presidente da instituição, Akinwumi Adesina, representa uma carteira de investimentos de 3,2 mil milhões de dólares.

Setor mineiro preponderante para o crescimento económicoA mineração sul-africana é uma importante fonte de divisas e de empregos. O novo boom de mercadorias está a alimentar a confiança dos investidores.

Mzila Mthenjane, da companhia mineira Exxaro, revela que “dos 770 mil milhões de rands que foram alcançados com o esforço de investimento da África do Sul, a exploração mineira perfaz cerca de 150 mil milhões desse valor. E vimos algum desse montante a ser garantido por algumas empresas mineiras de diferentes setores da mineração, sendo a a maior componente desse esforço de investimento”.

De acordo com as previsões do governo, quase todos os principais setores da economia estão aptos a ultrapassar a fase pandémica e a regressar ao crescimento.

A África do Sul é membro do BRICS, bloco de economias emergentes que inclui os principais mercados da China e da Índia. A qualidade das infraestruturas rodoviárias e portuárias reduz as ruturas das cadeias globais de abastecimento e permite aos exportadores alcançar os mercados internacionais com facilidade.

O país ostenta uma classe média em expansão e é um membro chave da Área de Comércio Livre Continental Africana, o maior bloco de comércio livre do mundo.

O presidente do grupo financeiro Sebvest, George Sebulela, explica aquele que, na sua perspetiva, é o caminho para o desenvolvimento do país.

“Temos vastos recursos de platina. Temos vastos recursos de . Ainda dispomos de carvão. Penso que o carvão ainda é importante. E a chave é irmos mais longe e não só levar estas mercadorias para fora do país, mas também criar indústrias à volta dessas mercadorias”.

Emergir após a pandemiaEmpresas francesas anunciaram, entretanto, mais de 2 mil milhões de dólares americanos em novos investimentos nos setores da saúde, turismo, comércio retalhista, indústria transformadora e agro-processamento.

“França tem estado presente na África do Sul há muitos anos. Temos aqui mais de 400 empresas com 65.000 empregados. Por isso, estamos na realidade num ambiente multissetorial. Comprometemo-nos em 2019 a investir 20 mil milhões de rands (pouco mais de mil milhões de dólares) para as entidades francesas”, revela Jean-Claude Lassere, diretor executivo da delegação africana da Saint-Gobain, empresa francesa na área da construção.

A África do Sul também pretende tornar-se no centro de investigação de vacinas do continente africano e um gigante farmacêutico. Para que isso se concretize, o país criou um ambiente empresarial favorável para os fabricantes mundiais de medicamentos se estabelecerem no país.

Stavros Nicolaou, responsável pela estratégia comercial da Aspen, multinacional sul-africana que produz produtos farmacêuticos, diz que empresa “foi uma das primeiras a comprometer-se, e com um montante de 3,4 mil milhões de rands (pouco mais de 200 milhões de euros), na Conferência inaugural de Investimento na África do Sul, em 2018. Esse investimento foi para reforçar e melhorar ainda mais a nossa capacidade estéril e isso permitiu transformar as instalações da Aspen em Gqeberha, no Cabo Oriental, hoje temos uma capacidade de resposta pan-africana que colocamos à disposição de todo o mundo”.

Após anos de sucessivas recessões e estagnação do crescimento, a Conferência de Investimento da África do Sul procura agora revitalizar a economia mais avançada do continente africano.

Líderes: “Propósito é impactar com legitimidade”, diz Dutra da Mover

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“Por trás de uma boa reputação tem uma sólida governança”. É com essa declaração que Luiz Carlos Dutra, diretor executivo da Mover Participações e membro do Conselho de Administração da CCR, inicia o bate-papo com Flavio Castro e Alexandre Loures, sócios do grupo FSB, para o Bússola Líderes.

A narrativa é uma palavra comum no mercado, mas também pouco aprofundada em sentido prático. É o que permite que uma empresa coloque sua agenda no mercado e não apenas responda à agenda que está no mercado. Pensando nisso, Dutra, que participou de cases globais de sucesso em questão de reputação e reestruturação de algumas marcas, como Unilever e Mover Participações, debate com os sócios sobre marketing, posicionamento e outros assuntos estratégicos.

De acordo com ele, hoje, a percepção de valor é algo ainda maior. E para além desse elemento, é necessário uma gestão estratégica de reputação que faz a diferença. Determinando uma vantagem competitiva e gerando satisfação, retenção e atração, como também valor da companhia.

Para o consumidor, saber qual é a marca do produto ou serviço que consuma é fundamental. Isso agrega conceito, confiança e, sobretudo, fidelização, fazendo com que a marca esteja nos corações e mentes dos clientes. É uma das principais estratégias de retenção para quem está em uma organização.

Segundo Dutra, para ter reputação é preciso ter engajamento. “O primeiro e mais importante público a ser conquistado é o público interno. […] Em qualquer trabalho de posicionamento de mercado, é preciso fazer primeiro um trabalho interno de engajamento e percepção do público interno”.

O público interno da companhia é aquele que já a conhece e, para ele, tem senso crítico propositivo. Quando o diretor executivo da Mover Participações participou de um dos cases globais, apresentou um teaser do novo momento da marca e os próximos passos, buscando o engajamento para que aquele público fosse seu principal influenciador.

E nesses processos de reestruturação de uma marca, agentes externos como agência de comunicação corporativa e de publicidade são importantes aliados. A segmentação, em níveis de especialização, para ele, é um dos pontos positivos, quando tais agentes externos conseguem apresentar uma integração nos propósitos.

Já no âmbito do propósito, Dutra afirma que é a expressão da sua capacidade de impactar com legitimidade. “É preciso ter uma razão — dentre as muitas — específica que cria a singularidade da marca”, diz.

Segundo o executivo, quando se olha para a reputação se desmonta a tese da fragmentação, dando ênfase para o processo de integração. “Quando você olha o negócio, a sinergia, o pragmatismo e a execução ficam mais integrados. É uma combinação de processos, desenho organizacional e desenvolvimento de pessoas para entregar esses processos”, afirma.

Para acompanhar a entrevista na íntegra, acesse o canal do YouTube da Bússola.



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Salão da relojoaria Watches and Wonders em Genebra abre as portas ao público


© Reuters. Salão da relojoaria Watches and Wonders em Genebra abre as portas ao público

O salão da relojoaria Watches and Wonders, em Genebra está de volta após o interregno devido à pandemia.

Este ano, o público pode contemplar 38 exposições. A artista Sabrina Ratté apresentou uma instalação sobre o impacto das novas tecnologias na relojoaria.

“Para esta instalação, pensei na forma como as novas tecnologias, como as imagens de satélite, influenciam a nossa perspectiva de tempo e espaço”, afirmou Sabrina Ratté.

Para as marcas do setor é importante atrair os jovens. “Dirigimo-nos não apenas a uma dada geração, mas a todas as gerações. Criamos os objetos em que acreditamos e que nos dão prazer”, sublinhou Laurent Dordet, presidente da Hermès Horloger.

A sustentabilidade da indústria da relojoariaA sustentabilidade foi outro dos temas em destaque durante o salão. Um objetivo que passa pelo reforço da transparência, da inovação e da economia circular.

“Como transformar as nossas empresas para que sejam muito mais sustentáveis do que antes? Isso é algo tão importante como tornar o design dos últimos modelos mais atrativo”, frisou Emmanuel Perrin, Vice-Presidente do salão Watches and Wonders.

O desafio da sustentabilidade passa por um fornecimento responsável das matérias-primas. “Procuramos, por exemplo, do comércio justo, que é mais caro, mas estamos prontos para fazê-lo. Tentamos reduzir a nossa pegada de carbono. Isto é algo que tem sido feito pela nossa equipa, uma equipa muito jovem. É algo muito importante para eles”, referiu Edouard Meylan, presidente da H. Moser & Cie.

O salão Watches and Wonders decorre em Genebra até ao dia 5 de Abril de 2022.

Andréa Fernandes: Social commerce e a confiança que gera renda

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Por Andréa Fernandes*

Gosto de dizer que a confiança é a base de tudo na vida. Como CEO do TGroup, vejo todos os dias o impacto que o poder da confiança provoca nas vidas das pessoas e nos relacionamentos humanos. E essa confiança se aplica também a um fenômeno que nós, do mundo do e-commerce, estamos acompanhando de perto, o do social commerce.

É inegável o poder que as redes sociais exercem em nossas vidas atualmente. Estima-se que, em todo o planeta, mais de 4,2 bilhões de pessoas sejam usuárias de alguma rede social. Ao mesmo tempo, nos últimos anos, vivemos uma transformação na forma como compramos. Passamos a comprar mais online e, nessa jornada, buscamos cada vez mais por experiências únicas, por compartilhamento de ideias e por relações de confiança.

E aí que o social commerce se encaixa. O pressuposto é simples: as pessoas usam as redes para pesquisar produtos e ofertas, tirar dúvidas, buscar e dar opiniões e efetivamente comprar por esses canais. Nesse universo, o boca-a-boca ganhou uma nova dimensão, tamanho e potencial. E é aqui que a confiança entra como uma força capaz de transformar vidas e negócios.

Eu, por exemplo, amo dar dicas e fico feliz quando encontro algo que sei que um amigo ou familiar pode gostar. Sabendo desse meu perfil, as pessoas me pedem recomendações e fico contente em ajudar. Como não sou uma expert em tudo, também adoro receber indicações. Se uma pessoa em quem confio me indica algo, eu acredito naquela recomendação. E atualmente esse grupo de pessoas em quem confio se ampliou e muito — vai desde amigos próximos a pessoas que posso nem conhecer pessoalmente, mas que têm reconhecida credibilidade.

Pensando nisso, afinal aqui no TGroup nosso papel é refletir sobre a jornada de consumo online de ponta a ponta, fizemos uma transformação importante. Um dos braços do nosso ecossistema, a Lomadee, passa a se chamar SocialSoul. Com foco na arquitetura da mensagem, a SocialSoul é o elo entre marcas e consumidores através dos consultores. A partir desse trabalho, os consultores podem vender marcas em que eles confiam para pessoas que confiam neles. Para os clientes que contratam esse serviço, transformamos pessoas influentes em suas comunidades e apaixonadas pela marca em vendedores. Uma relação de confiança gerando renda, e na qual todos ganham.

Me orgulha muito trabalhar com a SocialSoul e ver o impacto que ela provoca. Todos nós estamos vivenciando uma profunda transformação no mundo do trabalho, provocada pelos avanços da tecnologia. Pesquisa feita pela pwc em parceria com o Instituto Locomotiva mostra que cinco em dez brasileiros acreditam que a automação pode tornar seus empregos obsoletos em dez anos. Mas, ao mesmo tempo, os entrevistados enxergam nas novas tecnologias uma oportunidade.

Vimos nascer nos últimos anos uma série de novas profissões. E a de consultor, nos moldes que trabalhamos na SocialSoul, é uma delas. Me orgulha muito saber que esse pode ser um caminho de geração de renda para quem está desempregado, por exemplo, ou até uma ferramenta de inserção de pessoas com deficiência no mercado de trabalho — temos entre nossos consultores uma pessoa com deficiência visual.

Estima-se que existam hoje no planeta mais de 50 milhões de creators, como são chamados os criadores de conteúdos nas redes sociais. Nessa era dos influencers (escrevi um outro texto sobre este assunto que você pode ler aqui), já ficou provado o poder da recomendação. A questão é que esse trabalho de conectar as pessoas precisa ser feito de forma responsável, levando em consideração não somente números ou audiência, mas a relevância e a conexão real e genuína com uma marca ou produto e com o público que se quer alcançar.

Na SocialSoul, já atendemos mais de 330 marcas, entre elas Americanas, Renner, L’Occitane, Nike, Swift, e contamos com mais de 40 mil consultores ativos, que de fato geraram vendas em 2021.

Acho incrível a capacidade única que creators e nossos consultores têm de se conectar com as pessoas, já que nas redes a conversa é mais direta. E ampliou-se não só o diálogo, mas também a diversidade.  E o social commerce abriu horizontes não só para o varejo, mas também para pequenos negócios e empreendedores que não têm um budget enorme para investir em uma publicidade mais tradicional, mas têm uma ideia incrível e um produto bom.

Essa democratização, acesso e essa troca de experiências entre pessoas são o que de mais bonito e rico a tecnologia pode nos trazer.

*Andréa Fernandes é CEO do TGroup



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Bruxelas vai rever regras sobre dívida pública, despesa e investimento


© Reuters. Bruxelas vai rever regras sobre dívida pública, despesa e investimento

A Comissão Europeia está a preparar uma reforma das regras fiscais que regem a despesa pública, a dívida e o investimento nos Estados-membros da União Europeia (UE). Mas que impacto terá esta medida no futuro das despesas públicas na UE, em particular quando se trata de investimentos para combater as alterações climáticas?

O ministro das finanças holandês, Sigrid Kaag, e a ministra das finanças espanhola, Nadia Calviño, apelam a uma reforma que permita os investimentos públicos necessários para implementar as transições ecológicas e digitais.

Ambos apresentaram a sua declaração conjunta, esta segunda-feira, 04 de abril, à margem do encontro que reuniu todos os ministros das finanças da zona euro no Luxemburgo.

A crise climática e os limites da dívida públicaA cidade de Verviers, na Bélgica, já sente os efeitos das alterações climáticas. No Verão passado, o caudal do rio Vesdres transbordou, o que teve consequências devastadoras. A reconstrução dos edifícios públicos deverá custar 45 milhões de euros. Um custo que pesa fortemente no orçamento da cidade.

“Foi uma tragédia humana. Morreram 38 pessoas. Os especialistas do clima prevêem mais inundações dentro de dez ou quinze anos e ondas de calor. As obras devem ter em conta essa nova realidade. Mas a construção resiliente é dispendiosa. E só podemos pedir emprestado até 125 euros por habitante”, explicou Targnion Muriel, presidente da câmara de Verviers, na Bélgica.

Além dos custos de adaptação para viver com as alterações climáticas, é urgente investir para reduzir as emissões de carbono.

Precisamos de regras fiscais que tenham em conta a sustentabilidade das finanças públicas, mas ao mesmo tempo, criem espaço para investimentos públicos

Paolo Gentiloni, comissário europeu para a economia

O desafio da produção de energias renováveisDe acordo com as estimativas da Comissão Europeia, é necessário aumentar os investimentos privados e públicos em 392 mil milhões de euros por ano até 2030. Uma das áreas-chave é a produção de energia.

“No setor solar, queremos passar dos atuais cento e sessenta e cinco gigawatts, o que representa as necessidades de cerca de 50 milhões de lares na Europa, para um terawatts. Isto equivale a cento e dezassete mil milhões de metros cúbicos de gás. O que equivale à quase totalidade das importações russas. Uma grande parte pode provir de investimentos privados, mas obviamente os estados membros terão de desempenhar um papel importante”, referiu Walburga Hemetsberger, presidente da Solarpower Europe.

Despesas colossais que obrigam os Estados membros a tomar decisões orçamentais complexas. Na Bélgica, a dívida pública ronda os 111% do PIB.

As regras orçamentais, suspensas em 2020 para ajudar a enfrentar a crise da pandemia, deverão ser restabelecidas em 2023. Mas, de acordo com a organização Climate Action Network, essas regras deixaram de fazer sentido face à necessidade de investir fortemente para travar as alterações climáticas.

“O problema não se coloca no imediato mas está a bater à nossa porta porque as regras deverão ser restabelecidas. Mas as alterações climáticas deverão afetar a produtividade da economia. Por isso, não pode haver sustentabilidade da dívida, se não agirmos sobre as alterações climáticas. Os sindicatos dizem que não há empregos num planeta morto. Gostaria de dizer também que não há sustentabilidade da dívida num planeta morto. É preciso uma reforma das regras fiscais europeias que limitam a despesa pública, disse à euronews Isabelle Brachet, coordenadora política da reforma fiscal da UE, da ONG Climate Action Network.

Comissão Europeia: “Esses limites foram decididos há 25 anos”A necessidade de absorver a subida dos preços da energia, na sequência das sanções impostas à Rússia, pode favorecer a reforma da governança económica europeia. A euronews falou com o comissário europeu para a Economia.

euronews: “A revisão da política fiscal já estava prevista. Depois tivemos a pandemia, uma recessão e agora a invasão da Ucrânia pela Rússia. Qual é o impacto ao nível das regras fiscais? As regras fundamentais, dos 3% e 60% do PIB devem ser alteradas?”

Paolo Gentiloni: “Não tenho a certeza de que esse possa ser o verdadeiro objetivo atualmente. Esses limites foram decididos há 25 anos. Temos agora um nível médio de dívida próximo dos 100 por cento na zona euro. Temos de adaptar as nossas regras para favorecer uma trajetória gradual de redução da dívida e ao mesmo tempo fazer o investimento necessário. É esse o verdadeiro desafio, mais do que alterar limites. Porque essa mudança obrigaria a alterações dos tratados, referendos. Não é um caminho fácil nestes tempos complicados.

euronews: “É preciso um enorme investimento público para cumprir os objectivos climáticos. O que se tornou ainda mais urgente devido à necessidade de diminuir a dependência da energia russa. Qual será o impacto desses fatores ao nível da política fiscal?”

Paolo Gentiloni: Temos uma experiência muito esclarecedora da crise anterior, da crise financeira. Tivemos regras fiscais demasiado estritas e demasiado cedo e uma diminuição gradual dos investimentos públicos. Na situação atual, isto é completamente impossível. Estamos empenhados na transição climática e na transição digital. E temos a questão da autonomia e independência energética em relação à Rússia. Temos uma nova ambição europeia em matéria de defesa comum. Precisamos de regras fiscais que tenham em conta a sustentabilidade das finanças públicas, mas ao mesmo tempo, criem espaço para investimentos públicos. Estas crises terríveis da pandemia e da guerra reforçaram a mensagem de que é preciso unidade. Precisamos de uma Europa mais forte e, para termos uma Europa mais forte, é preciso uma coordenação mais sólida. E, claro, as regras fiscais são a base”.

Conheça a história do jovem de 17 anos milionário com o marketing digital

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Quando a influenciadora Jade Pincon declarou no BBB que tinha alcançado sua independência financeira aos 13 anos gerou bastante perplexidade.

Entretanto, é possível sim alcançar a independência financeira ainda muito jovem.

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Essa é a história, por exemplo, do jovem Kayky Janiszewski, que se tornou milionário com 17 anos graças ao marketing digital.

Criado em Tatuí, no interior do estado de São Paulo, Kayky já faturou R$ 20 milhões de reais trabalhando pela internet.

Com apenas 15 anos ele se deparou com um anúncio relacionado ao marketing digital e ficou curioso sobre a possibilidade de fazer renda extra sem sair de casa.

“Eu era um adolescente, precisava de dinheiro e não gostava de depender dos meus pais. Por isso, me interessei pelo tema, estudei e trabalhei muito. Mas jamais imaginei que iria conseguir faturar milhões”, explica à EXAME.

marketing digital e vontade de crescer

A vontade de crescer na vida chegou cedo em Kayky.

“Eu era bolsista em um colégio particular, via os pais dos meus amigos buscarem eles com carros de luxo e eu ia para a escola de bicicleta. Isso me fez desenvolver um desejo muito grande de ficar rico e mudar de vida”, salienta.

“Além disso, eu queria tirar meus pais da fila do SUS. Queria que o dinheiro não fosse mais uma preocupação para eles. Então precisava fazer algo para mudar essa situação”, explica o jovem empresário.

No começo, admite, não foi fácil. Os concorrentes no universo do marketing digital eram muitos, e bem estruturados.

Entretanto, obstinado, Kayky focou nos estudos e buscou os melhores resultados.

Resultados concretos

Oito meses após iniciar no mercado de vendas de infoprodutos ele chegou a um lucro de R$ 40 mil exclusivamente comercializando infoprodutos através da internet.

Trabalhando muito com marketing digital, Kayky, onde somente um podcast já tem 1,2 milhões de reproduções, chegou a faturar R$ 5 milhões nos últimos meses na plataforma Kiwify. Hoje, conta com mais de 120 mil seguidores apenas no Instagram e viaja o Brasil inteiro com seu laptop.

Agora, o objetivo do jovem empresário é consolidar essa trajetória, continuando a trabalhar com produtos digitais.

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“Pretendo continuar vendendo infoprodutos pelos próximos meses e depois quero começar a trabalhar em algum projeto de startup que foque em criar algum produto que ajude as pessoas, assim como a Uber”, diz ele.

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Encontro Anual de Investimento do Dubai aposta nas cidades do futuro


© Reuters Encontro Anual de Investimento do Dubai aposta nas cidades do futuro

O Encontro Anual de Investimento do Dubai (AIM) reuniu mais de 170 países, ao longo de três dias, investimentos em inovação sustentável para um futuro próspero. A iniciativa partiu do Ministério da Economia dos Emirados Árabes Unidos (EAU) com vista a promover o intercâmbio global sobre políticas de investimento e, nas palavras do ministro da Economia Abdullah bin Touq Al Marri, “impulsionar um crescimento global inteligente e inclusivo”.

De acordo com os organizadores, as oportunidades de investimento traduzem-se em investimento direto estrangeiro, investimento de carteira, em PME e start-ups e no futuro das cidades.

A sustentabilidade já não é um custo para as empresas

Ana Draskovic Diretora do Banco Europeu para a Reconstrução e Desenvolvimento

Sustentabilidade como oportunidade negócioPara além de se concentrar em atrair novos investimentos, a AIM estabeleceu uma agenda para o ano que se avizinha, com vista ao desenvolvimento do empreendedorismo juvenil e de mais cidades do futuro.

“Uma das mensagens que também é bastante interessante é que a sustentabilidade já não é um custo para as empresas. Na realidade, é uma oportunidade de negócio fantástica”, defendeu Ana Draskovic, diretora do Banco Europeu para a Reconstrução e Desenvolvimento, que participou num painel sobre sustentabilidade. .

Irlanda-EAU, uma relação com passado e futuroOs EAU são o lar de milhares de expatriados irlandeses e o comércio entre os dois países está a aumentar. As exportações da Irlanda para os EAU cresceram 12%, em 2020, e agora, com a reabertura pós-covid, o regresso dos turistas irlandeses é aguardado na região.

A covid-19 apareceu e tem tido um grande impacto na indústria. Mas agora é tempo de voltar ao turismo

Niall Gibbons Diretor executivo da Tourism Ireland

A relação entre os dois países, revela Niall Gibbons, diretor executivo da Tourism Ireland, “remonta a décadas atrás”.

“Há algumas figuras irlandesas realmente importantes que vieram para cá nos anos 70, como Colm McLoughlin, da Dubai Duty Free. ou Gerald Lawless, do Grupo Jumeirah. E até hoje, continuam a vir e há uma grande comunidade irlandesa aqui agora”, conta.

Para a Tourism Ireland a região foi fundamental para a diversificação do mercado, numa altura em que o setor dependia em grande parte da Grã-Bretanha.

“É uma parte importante do mundo na perspectiva dos EAU, mas também na nossa perspectiva”. Com os Emirados ligados a mais de 200 destinos em todo o mundo, temos aqui uma grande porta de entrada, também para outros mercados como a Índia, a China, a Austrália, ou a Nova Zelândia. E obviamente a covid-19 apareceu e tem tido um grande impacto na indústria. Mas agora é tempo de voltar ao turismo”.

Sair da rede de energia compensa?Na Austrália, a maioria das pessoas depende dos governos locais e empresas privadas para aceder a água e eletricidade, mas algumas estão a recorrer a opções fora da rede, na esperança de se tornarem autossuficientes.

As alterações climáticas afetam o abastecimento de água e, portanto, estaremos num ponto em que precisamos de água limpa e de um fluxo sustentado de água para uma população crescente neste planeta

Alejandro Montoya Diretor da Escola de Engenharia Química e Biomolecular da Universidade de Sydney

Há cerca de vinte e cinco anos, Michael Mobbs, saiu da rede. O especialista em projetos sustentáveis diz tê-lo feito por duas razões: “Disseram-me que não era possível fazer isso. E, tal como uma criança, eu queria fazê-lo. E, em segundo lugar, tenho este instinto de que precisamos de mostrar todo o amor que pudermos à “.

A sua casa tem tanques enterrados que recolhem água da chuva não filtrada para reutilização. A chuva recolhida passa por filtros e canos e entra em tanques. Depois, quando é necessária para o uso doméstico, é esterilizada por uma lâmpada ultravioleta, que mata os vírus e agentes patogénicos.

A reciclagem da água, defende Alejandro Montoya, diretor da Escola de Engenharia Química e Biomolecular da Universidade de Sydney, é cada vez mais importante, devido à escassez de água limpa em certas áreas.

“As alterações climáticas afetam o abastecimento de água e, portanto, estaremos num ponto em que precisamos de água limpa e de um fluxo sustentado de água para uma população crescente neste planeta”, disse ele.

Em 1996, Michael Mobbs instalou 18 painéis solares no seu telhado, acrescentando mais tarde 12 painéis, elevando a capacidade total de potência para três pontos cinco quilowatts. Em 2015 deu um passo em frente e desligou a sua casa da rede elétrica. Sair da rede faz sentido do ponto de vista ambiental, mas pode não funcionar de um ponto de vista financeiro.

“Se compararmos as duas soluções, sermos todos autossuficientes versus todos termos um painel solar no telhado, uma bateria na garagem e permanecermos ligados à rede principal por uma questão de fiabilidade, qual é a opção mais barata? É bastante óbvio que usar a rede principal em Sydney e noutras grandes cidades, outras áreas povoadas ainda é mais barato”, afirma Gregor Verbic, professor no Centro para as Redes Energéticas do Futuro, da Universidade de Sydney.

O futuro da eletricidade, dizm reside nas energias renováveis. Mas isso significará mudar a forma como a consumimos e pagamos por ela.