Empresário que fatura R$ 749 mil por mês dá dicas para começar empreender

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O americano Graham Cochrane começou a empreender como muita gente: estava desempregado e precisava de dinheiro. Em 2009, ele decidiu empreender com música, um assunto que sempre lhe interessou.

Ele sonhava em ser músico desde pequeno. Trabalhou como engenheiro de áudio enquanto desenvolvia em paralelo um negócio como produtor musical freelancer para artistas independentes. Ao ficar desempregado, o plano B se tornou o plano A, e Cochrane passou a se dedicar de forma integral ao negócio de produção musical.

“Nós lutamos para pagar todas as contas. Eu ganhava entre US$ 800 e US$ 1.000 por mês, enquanto minha esposa ganhava entre US$ 500 e US$ 1.000 como fotógrafa. Quando nos tornamos pais as pressões financeiras realmente começaram a aparecer”, declarou o empresário à CNBC.

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Para complementar a renda, ele decidiu criar um blog de música chamado “The Recording Revolution” para atrair mais clientes de produção.

“Levei algum tempo para aprender a transformá-lo em um negócio lucrativo. Mas, avançando rapidamente para 2022, estou ganhando mais dinheiro com meus negócios online do que nunca como produtor”, contou.

O site de Cochrane fatura sozinho US$ 40 mil (cerca de R$ 187.428) por mês, mas ele não parou por aí. Atualmente, ele ganha US$ 120.000 (cerca de R$ 562.284) por mês com seu curso que ensina a montar um negócio online de sucesso.

“Aos 38 anos, consegui algo incrível: entre meus dois negócios, trabalho apenas cinco horas por semana agora e posso passar o resto do meu tempo com minha família”, contou o empresário.

Graham Cochrane compartilhou três dicas para quem quer começar a empreender no digital. Confira:

1. Venda suas habilidades

Para Cochrane, há dois pontos importantes para se dar bem na internet: conseguir mais clientes e aumentar o valor de seus produtos.

“O ponto de virada para mim foi quando tive a ideia de transformar meus conhecimentos de mixagem e gravação de áudio em um curso online. A venda de produtos digitais forneceu um fluxo de renda passiva e me permitiu ganhar muito mais dinheiro em um dia – gastando menos tempo – do que trabalhando como freelancer’, afirmou.

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A cibersegurança dos iates modernos e as novas energias para navegar em alto mar


© Reuters. A cibersegurança dos iates modernos e as novas energias para navegar em alto mar

Os mais modernos “super iates” do mundo estão sob ameaça de uma nova espécie de ataques em alto mar: os dos piratas informáticos.

Numa altura em que o setor naval procura um caminho estável para a transição energética, com o desenvolvimento de motores movidos a hidrogénio para substituir os combustíveis fósseis, a cibersegurança come4a também a ganhar importância com a cada vez maior dependência dos barcos de luxo da inteligência artificial.

Ambos os temas estiveram este ano em debate na 28.ª Feira de Barcos do Dubai, a primeira edição a permitir o reencontro nos Emirados Árabes Unidos de alguns dos principais fabricantes de embarcações de luxo do mundo desde que a Covid-19 impôs um travão ao planeta há dois anos

Mais de 800 empresas de mais de 50 países, incluindo Portugal, beneficiam da presença nesta feira do Dubai para mostrar e promover os mais recentes barcos e acessórios navais.

Uma dessas companhias é a Sunreef Yachts, da Polónia, que apresentou a mais recente embarcação, a “Sunreef Eco 80”, um projeto com atrasos provocados pela crise mundial nos transportes, mas que acabou por brilhar através dos respetivos painéis solares.

O _design e_cológico tem por objetivo tornar este iate autónomo da doca e o do reabastecimento.

Com a aquisição de carros elétricos num galopante crescendo, poderia esperar-se um fenómeno similar com os barcos, no entanto o fundador e presidente da Sunreef Yachts, Francis Lapp, explicou-nos que a taxa de adoção de combustíveis renováveis em alto mar não tem sido similar ao setor rodoviário.

 

Os governos europeus e mundiais estão a trabalhar nos carros, mas não nos carros. Ainda não existe regulamentação para os motores de mar.

Francis Lapp Fundador e presidente da Sunreef Yachts

 

Uma empresa apostada em desenvolver a hibridação é a Seabubbles, com as respetivas embarcações futuristas. Ao combinar hidrogénio com uma bateria, reduziu o tempo de recarregamento para apenas quatro minutos quando outras embarcações das mesmas dimensões necessitam de cinco ou seis horas para recarregar as baterias.

Usando a física similar à de uma asa de avião, a Seabubbles usa hidrofólios para elevar a embarcação acima do nível da água, reduzindo o atrito e, por conseguinte, o uso da energia necessária para mover o barco.

Os novos piratas dos super iatesAs mais modernas embarcações de luxo estão altamente equipados com tecnologia de ponta. Dos já populares sistemas de navegação como o GPS ou o Galileo aos ECDIS, os quadros eletrónicos de sistemas de informação.

A democratização desta nova tecnologia está a levar os super iates para águas perigosas, devido a uma nova forma de pirataria em alto mar: o cibercrime.

Ser dono de um super iate é um luxo apenas ao alcance de uma certa elite financeira devido ao alto custo de compra e manutenção. Os iates de alta tecnologia detidos por milionários tornam-se um alvo apetecido para criminosos peritos em informática.

No cinema, os populares piratas navegavam em barcos ostentando uma caveira na bandeira, os mais carismáticos poderiam ter um gancho no lugar de uma das mãos e uma pala a tapar um dos olhos. Atualmente, um pirata pode raptar um barco enquanto está sentado num café com acesso à internet.

O especialista de cibersegurança Naveen Hemanna explicou à Euronews como o crescimento das instituições financeiras digitais e das criptomoedas ajudaram a desenvolver também o cibercrime.

“Os piratas já não precisam de entrar nos barcos. Tornou-se uma guerra virtual, que está em curso porque a nossa riqueza também já não é física, é virtual. Por isso, já não é preciso estar-se presente fisicamente para conseguir roubar o dinheiro”, alertou Hemanna.

As ameaças sibernéticas a iates aumentaram desde que surgiu a Covid-19, provando que velejar já não um simples luxo dos mais ricos no mundo moderno. No entanto, o futuro das embarcações está a tornar-se cada vez mais sustentável e amigo do planeta nas águas em que os mais ricos estão a navegar e um dos responsáveis é a empresa portuguesa Faro Boats.

De office-boy a CEO com o marketing: conheça a trajetória de Bruno Motti

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De office-boy e estoquista em uma loja de shopping para CEO de uma empresa de marketing digital.

Uma trajetória de sucesso que muita gente considera impossível, mas que, na verdade, é possível realizar.

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É o caso de Bruno Motti, CEO da iHub e do GCB Group, que começou com muita dificuldades, tendo perdido o pai na infância.

Por isso teve que começar a trabalhar muito cedo, com trabalhos mais humildes, como office-boy e estoquista.

Mas os obstáculos que a vida lhe colocou diante não o fizeram desistir, e conseguiu se formar em marketing, conquistando em seguida um MBA em gestão de negócios.

Além de muita dedicação, Motti decidiu investir em conhecimento, focando no marketing digital.

“Muitos dizem que a internet ainda é o futuro de tudo, eu já acho que se olharmos ao nosso redor, veremos que ela já é o presente”, explicou o Motti.

Para ele, estudar marketing digital permitiu entender o perfil do cliente do futuro. E permite entender quais serão as tendências de consumo.

Motti se especializou em questões como a produção de conteúdo para o Instagram, ao mapeamento do comportamento do consumidor na web, até ao marketing de experiência.

“Se hoje acessamos bens e serviços por meio de notebooks, celulares e relógios conectados no mundo virtual, amanhã será a vez dos adolescentes, por meio de roupas, óculos, carros. Por isso que digo: quem não estiver a um dedo de distância de seu cliente, vai perder para a concorrência”, disse o executivo à Exame.

Motti contou que nos últimos seis anos, rodou os mais importantes países do mundo em busca de aprendizado.

“Fiquei meses na China para entender a cultura desse povo. Passei pela África. Estive em feiras nos Estados Unidos, Suíça e Malásia, e tudo que aprendi até hoje no mundo dos negócios está aqui, dentro na internet”, explica.

Os conhecimentos que trouxe de volta lhe permitiram de construir o iHub, uma plataforma de empreendedorismo focada em marketing digital, com a qual está trabalhando para lançar novos produtos.

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Espanha desenvolve projeto para evitar a colisão de drones em pleno voo


© Reuters. Espanha desenvolve projeto para evitar a colisão de drones em pleno voo

Más notícias para aquele que não gostam do zumbido dos drones: eles não vão desaparecer tão cedo. De facto, estão destinados a tornarem-se cada vez mais omnipresentes.

De acordo com as estimativas da SESAR – uma parceria europeia encarregada da monitorização do espaço aéreo europeu e da gestão do tráfego aéreo -, até 2050 poderá haver cerca de 7,5 milhões de drones pessoais e comerciais a atravessar os céus da Europa.

Para se prepararem para esta nova realidade, investigadores em Espanha estão a testar um novo sistema que, esperam, vá evitar que estes drones colidam uns com os outros.

O projeto BUBBLES reuniu investigadores do meio académico, da indústria e de instituições europeias com o objetivo de desenvolver o chamado sistema de gestão de separação para sistemas de aeronaves não tripuladas (SANT).

Israel Quintanilla, professor de engenharia aeroespacial na Universidade Politécnica de Valência e diretor de comunicações do projeto BUBBLES, explicou:

“O que o Bubbles faz é gerar bolhas de segurança à volta de cada drone, com base em algoritmos que calculam o risco de colisão em tempo real”. O académico informou, também que “se existir (tal risco), a plataforma é mesmo capaz de propor manobras evasivas aos pilotos, tendo em conta a sua posição”.

Governação digital discussão no Dubai


© Reuters. Governação digital discussão no Dubai

A governação digital tem estado no topo das preocupações das nações a nível mundial, à medida que navegam ao ritmo das mudanças e dos avanços tecnológicos. Isto refletiu-se na oitava edição da Cimeira Mundial de Governos, no Dubai. O evento, que acolhe altos funcionários governamentais de mais de 140 países, teve uma agenda centrada na formação de um futuro melhor.

Na cimeira, um tema-chave foi o propósito da digitalização, não só na perspetiva do Governo, mas também em termos de oferecer aos cidadãos o acesso a serviços mais racionais e eficazes.

Mohammed Bin Taliah é o diretor dos Serviços Governamentais do Governo dos Emirados Árabes Unidos (EAU) e diz que a tecnologia tem vindo a habilitar a Humanidade há já algum tempo.

“Com a tecnologia, podemos aumentar o esforço do utilizador e permitir que a tecnologia faça coisas em nome do cliente. Estamos a tentar agrupar serviços, torná-los simples, reduzir os passos dos clientes e assegurar que eles obtenham o que querem num tempo muito mais curto”.

Na estratégia do Governo Digital dos Emirados Árabes Unidos para 2025, há indicadores-chave de desempenho claramente definidos com objetivos ambiciosos, tais como ter 100% dos serviços digitalizados até 2023.

Mohammed Bin Taliah, diretor dos Serviços Governamentais do Governo dos EAU explicou que o passo seguinte é um conceito chamado serviços proativos onde podem antecipar as necessidades dos utilizadores.

_”Estamos a utilizar a Inteligência Artificial (IA) para permitir que os serviços sejam prestados em nome dos clientes sem que estes os solicitem. Assim, com os percursos dos clientes, e connosco conhecendo as necessidades dos clientes e a sua personalidade, podemos prever o que eles querem e prestar serviços antes de os solicitarem”. _

O termo tecnologia invisível está a tornar-se cada vez mais popular na esfera digital.

O Ministro da Inteligência Artificial dos EAU, Omar Al Olama, disse que isto significa que não devemos sentir a implantação ou o uso da tecnologia nas nossas vidas.

_”O que se deve ver é uma melhoria exponencial na qualidade do serviço, terá uma prestação de serviços proativa. Terá a melhor qualidade de produção que o fará sentir que o Governo o entende, que presta serviços feitos, especificamente, à sua medida como indivíduo. É este o impacto da IA na sua vida”. _

No entanto, como é que tais avanços nos afetam na realidade? O Dubai nomeou um conselheiro para monitorizar isso da perspetiva do utilizador final.

Ali al Awazzi é o Consultor de Experiência da Cidade para o Dubai Digital. O seu trabalho é olhar para as necessidades das pessoas na cidade e traduzir a tecnologia para que se adeque a essas necessidades.

_”A pandemia mostrou-nos a necessidade dessa eficiência e conexão, e também como os dados e a circulação de informação são críticos para fornecer os serviços com o melhor benefício para as pessoas no mundo e especificamente nas cidades, se quiserem competir entre si”. _

Ele acrescentou que isto tem de ser feito da forma mais eficiente possível, mas também tem de olhar para o bem-estar geral das pessoas na cidade.

Na Europa, existem fortes exemplos de Governos digitais bem-sucedidos. Por exemplo, na Dinamarca. Noutros lugares, para cidadãos e empresários, o acesso digital é um modo de vida na Estónia, com quase todos os serviços governamentais em linha, desde a votação até à criação de empresas e à assinatura de documentos oficiais.

O diretor do Departamento de Dados do Governo da Estónia, Ott Velsberg, disse que a ideia é tornar o Governo mais transparente, pró-ativo e centrado no utilizador.

“Tentamos eliminar e automatizar o maior número possível de tarefas. Como parte disso, há também a digitalização. Assim, por exemplo, uma das últimas iniciativas que estamos, neste momento, a desenvolver chama-se Bürokratt, que é um assistente virtual inteligente do cidadão”.

Raymond Khoury é sócio da empresa de consultoria Arthur D Little e o autor do relatório do Governo do Futuro dos EAU 2022. Ele diz que os países que não avançarem ficarão para trás.

No documento, ele destaca quais são os elementos fundamentais para se tornar, na sua opinião, no Governo do futuro.

“Ele transcende as tecnologias digitais. Há um mito que diz que se se implantarem as tecnologias digitais na governação, ficaremos com um Governo digital, o que não é o caso. Tem de começar de cima. Tem de haver uma liderança ousada, estratégias ousadas que vão para além da digitalização dos seus serviços”.

Durante a Cimeira Mundial de Governos, o Município do Dubai anunciou que iria impulsionar ainda mais a sua presença digital, entrando no Metaverso. Irão colaborar com o setor privado para criar uma versão futurista e centrada no ser humano da cidade que capitalize as oportunidades oferecidas pelo Metaverso.

União Europeia apoia jovens a entrar no mercado de trabalho


União Europeia apoia jovens a entrar no mercado de trabalho

Os jovens têm sido bastante atingidos pelos efeitos económicos da pandemia: são os primeiros a perder os empregos, a verem uma quebra nos rendimentos e a lutar para encontrar trabalho. 2022 é o Ano Europeu da Juventude, e por isso perguntamos: o que está a ser feito para ajudar os jovens desfavorecidos a encontrar emprego e formação?

Ano Europeu da Juventude.Os jovens – com idades compreendidas entre os 15 e 29 anos – constituem um sexto da população da Europa, mas têm dificuldades quando se trata de conseguir um emprego.

Embora o desemprego esteja a diminuir, nesta faixa etária, os jovens ainda têm o dobro das probabilidades de estarem desempregados em comparação com a restante população em idade ativa.

Um em cada oito não trabalha, não estuda nem segue uma formação. Estes jovens são conhecidos como NEETS.

Para ajudar a ultrapassar a clivagem e a levar os jovens a trabalhar, a Garantia para a Juventude da União Europeia assegura que todos os jovens que se inscrevam, com menos de 30 anos, receberão uma oferta de emprego, aprendizagem, educação, ou formação no prazo de quatro meses.

Desde a sua adoção em 2013, mais de três milhões de jovens tiveram uma oferta, todos os anos, o que significa que, até hoje, 36 milhões de pessoas foram beneficiadas.

Garantia para a JuventudeUma das formas de tornar a Garantia para a Juventude uma realidade é ajudar os jovens a adquirir novas competências e confiança, trabalhando no estrangeiro. Uma nova iniciativa chamada ALMA – um acrónimo para Aim, Learn, Master, Achieve (Apontar, Aprender, Dominar, Atingir) – irá oferecer exatamente isso em toda União Europeia no final deste ano.

A jornalista da euronews, Fanny Gauret, foi até à Chéquia onde entrevistou duas jovens recém-chegadas da Irlanda, onde estagiaram durante dois meses. Foi com a Expedition Ireland: um programa para jovens desempregados com menos de 30 anos, oriundos de meios desfavorecidos.

Julie Baštová cresceu em famílias de acolhimento, muitas vezes em condições difíceis. Formou-se como assistente social, mas foi para Dublin, a capital irlandesa, para fazer um estágio em design gráfico, a sua paixão.

Julie é assistente social e pretende ser designer gráfica euronews

“Consegui trabalhar sem qualquer experiência prévia nesta área. Não poderia ter feito isso aqui. Aprendi muito graças ao programa. Consegui ver como é realmente um local de trabalho. Ajudei, também, a ilustrar um livro infantil, por isso tenho algo para mostrar”. A experiência permitiu-lhe, ainda, aprender “a ser muito mais autossuficiente”, sublinha.

O Expedition Ireland faz parte da iniciativa europeia TLN Mobility. Com um orçamento total de 100 milhões de euros – dos quais 70% provêm do Fundo Social Europeu – este programa já apoiou cerca de 7.000 jovens desfavorecidos no seu percurso para encontrar um emprego.

Uma mentora esteve presente em cada etapa do projeto : aulas de inglês, a procura por um estágio e oferecendo apoio, algo que é essencial, segundo Tomke Trávníček, gestora nacional do projeto :

“Para os jovens desfavorecidos, que não têm experiência em irem para o estrangeiro, muitas vezes têm uma educação inacabada… Não partiriam para um programa Erasmus, porque têm demasiado medo… Uma vez no estrangeiro, a sua motivação aumenta, a sua autoestima aumenta muito, e também obtêm experiências de trabalho”, refere.

Denisa Hönigová esteve, também, a estagiar na Irlanda. A jovem sofre de ansiedade social, o que afeta bastante a sua vida. Conheço-a neste café, onde trabalha desde que regressou da Irlanda. Devido à sua ansiedade, ela não terminou os estudos e lutava para manter um emprego.

Estagiar no estrangeiro permitiu a Denisa melhorar a autoestima euronews

Hönigová conta que “estava meio perdida e, talvez, com esperança de conseguir algo melhor, melhorando-me a mim própria. Penso que ir para um país diferente, experimentar todas as coisas que fiz, trabalhar e falar com estranhos, o tempo todo, viver com estranhos também ajudou muito.”

Graças a esta experiência, Denisa melhorou o seu relacionamento com os outros e o estágio permitiu-lhe perceber que quer trabalhar em moda alternativa.

“Fez-me perceber que talvez queira ter a minha própria marca. Estou a trabalhar nisso”, afirma a jovem.

Em 2019, um em cada três jovens passou pelo menos duas semanas no estrangeiro para trabalhar ou em formação. Esta tendência pode colocar os jovens mais desfavorecidos em desvantagem.

Inspirado no TLN Mobility, um novo projeto europeu chamado ALMA visa oferecer-lhes as mesmas oportunidades. Em Bruxelas, Manon Deshayes do Fórum Europeu da Juventude diz que certas garantias têm de estar em vigor para que o ALMA seja um êxito:

“O ALMA pode ser uma grande experiência para os jovens, pode ser uma verdadeira mais-valia, mas precisa de vir com aquelas garantias de um salário, de acesso à proteção social. Se isso não for garantido, não será uma mais-valia para os jovens”, afirma.

O objetivo destas medidas é oferecer a cada jovem um lugar de qualidade no mercado de trabalho.

Solidariedade para com os jovens da UcrâniaHá um novo grupo de jovens que estão repentina e inesperadamente à procura de trabalho ou de continuar os estudos na Europa – e são os jovens ucranianos que fogem da guerra após a invasão do país perpetrada pela Rússia. A União Europeia concedeu-lhes o direito de trabalhar e estudar e acaba de anunciar fundos para ajudá-los.

Entrevistámos o comissário europeu para o emprego e direitos sociais, Nicolas Schmit.

Nicolas Schmit – comissário europeu para o emprego e direitos sociais euronews

Naomi Lloyd, Euronews : Qual será o financiamento da União Europeia para ajudar estes jovens ucranianos a encontrar trabalho e a continuar os estudos?

Nicolas Schmit: “Estes são fundos que ainda não foram utilizados pelos fundos de coesão nem pelo FSE (Fundo Social Europeu). E para dizer a estes Estados-membros “por favor aceite este dinheiro e pode, de uma forma muito flexível, utilizá-lo para financiar projetos para os refugiados ucranianos”. Estamos a falar de milhares de milhões de euros que podem ser utilizados rapidamente. Agora, o acesso ao mercado laboral, também estamos a trabalhar nesse sentido. Estamos a facilitar o reconhecimento através de um sistema que foi traduzido agora, também em ucraniano, o reconhecimento dos seus diplomas e das suas competências.”

Naomi Lloyd, Euronews: E temos esta iniciativa emblemática a surgir, o ALMA . Como é que vai ajudar as pessoas desfavorecidas?

Nicolas Schmit: “Oferecendo uma coisa que estes jovens precisam: isto é confiança em si próprios. Oferecendo-lhes uma nova oportunidade, uma nova oportunidade de descobrir algo, mas também de se tornarem autónomos. Creio que isto pode ajudar estes jovens a construírem, depois, as suas vidas, a construírem uma carreira, a encontrarem algum emprego estável.”

Naomi Lloyd, Euronews: Há algumas preocupações sobre as colocações que poderiam ter estágios não remunerados. Como é que se certificam de que isso não acontece?

Nicolas Schmit: “Se esta pessoa trabalha, não só este jovem deve ter proteção social – A segurança social, que é assumida pelos fundos europeus, pelo FSE (Fundo Social Europeu), mas, também, a empresa que emprega o jovem terá de pagar um salário.”

Motorista de aplicativo vira empresário graças ao marketing digital

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O marketing digital está se tornando cada vez mais uma ferramenta de ascensão social e profissional entre os brasileiros.

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Muitos trabalhadores conseguiram realizar verdadeiras viradas em suas carreiras graças ao estudo de ferramentas de marketing digital.

É o caso do ex-motorista de aplicativo, Rodrigo Vasconcellos que se tornou empresário graças ao marketing digital.

marketing digital permitiu mudança de vida

Procurando sua liberdade financeira, Vasconcellos decidiu parar de trabalhar como motorista de aplicativo para seguir o caminho do empreendedorismo ao lado da esposa.

Determinado a mudar de vida e proporcionar melhores condições para a família, o casal decidiu abrir uma empresa de fitoterápicos que venderam on line.

Graças ao marketing digital os resultados logo apareceram. E começaram a surpreender.

Com isso, o casal decidiu começar a explicar para outros empresários como é possível mudar de vida a partir de negócios digitais.

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Segundo Vasconcellos, o maior erro das pessoas que iniciam uma mudança desse tipo é desistir perante o primeiro obstáculo.

Desistir, jamais

“O marketing digital é uma ferramenta poderosa. Mas o resultado não chega no primeiro dia”, explica ele, “até pelo fato de ter necessidade de aprender a usar essas ferramentas”.

Com mais de 280 mil seguidores no Instagram, Vasconcellos compartilha sua experiência e suas conquistas na rede social.

“Já entrei em negócios que não deram certo e já errei em algumas situações. Inclusive, posso errar ainda hoje e isso é normal. O marketing digital não é uma ciência exata. Mas em momento nenhum, nunca pensei em desistir”, salientou.

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Escola Digital visa escolarizar um milhão de crianças refugiadas

Escola Digital visa escolarizar um milhão de crianças refugiadas

Um projeto de educação digital implementado pelo Dubai ambiciona ajudar um milhão de crianças refugiadas e pobres nos próximos cinco anos.

Após uma fase experimental em 2020, a iniciativa arrancou oficialmente, este ano, em cinco países, o Egipto, a Jordânia, o Iraque, a Mauritânia e a Colômbia.

“A ideia é que as crianças possam ir à escola graças ao uso de meios digitais. Hoje, possuímos a tecnologia necessária e durante a pandemia percebemos que é possível passar da educação convencional para a educação digital na maioria dos países. Mas a questão que não foi colocada é saber o que acontece aos refugiados que nunca tiveram educação e acesso a meios educativos convencionais, e aos refugiados que estão deslocados ou que se encontram em zonas rurais onde é muito difícil ter acesso à educação. Na verdade, aprendemos muito ao longo do processo. Percebemos que, em certos lugares, é de facto, muito mais fácil disponibilizar educação digital através de canais de televisão para ajudar o processo de alfabetização, para que as pessoas usem esses dispositivos para fazer a transição para uma escola digital”,

disse à euronews Omar bin Sultan Al Olama, Ministro de Estado da Inteligência Artificial, Economia Digital e Aplicações para o Trabalho à Distância, Presidente do Conselho da Escola Digital.

A iniciativa é implementada através de acordos com governos e instituições de vários países. Um dos desafios é poder dar aos alunos um acesso gratuito à Internet.

“Começamos o processo de coordenação com as autoridades locais, com os governos de cada país para identificar os locais adequados e os estudantes. Realizamos uma avaliação logística de cada local, para ver se se adequa à escola digital. Começamos com a formação dos professores e dos facilitadores, para criar uma consciência em torno do sistema de gestão da aprendizagem e das novas normas de educação. Até agora, os resultados têm sido muito promissores. Há um enorme empenho por parte dos estudantes. Os professores inscrevem-se ativamente nos programas de desenvolvimento profissional”, afirmou Waleed Al Ali, secretário-geral da Escola Digital.

Certificados reconhecidos a nível mundialNa prática, a Escola Digital adapta-se às necessidades e ao currículo de cada país. Com o apoio de um professor ou facilitador, cada aluno descarrega o material educativo digital que lhe permite iniciar o processo de aprendizagem.

“Este sistema dá ao alunos conhecimentos e competências essenciais para o seu futuro imediato e a longo prazo. Mantém-os dentro do sistema educativo. Os nossos estudantes digitais poderão desenvolver um sentimento de pertença a uma comunidade mais ampla, e compreender que essa comunidade mundial se preocupa com eles”, afirmou Lesley Snowball, diretora educativa da Escola Digital.

O campo de refugiados sírios na Jordânia Mrajeeb Al Fhood, implementado pelos Emirados Árabes Unidos, fez parte da fase piloto da escola digital.

“Deu-me um espírito de responsabilidade e iniciativa. A nossa felicidade reside na busca constante de desenvolvimento e na procura de tudo o que é novo e útil ao nível do material educativo usado para ensinar. Tento ajudar os alunos ao longo do processo, na transição de uma fase para a outra. A escola digital fornece certificados que são reconhecidos, a nível mundial, que lhes permitem, por exemplo, frequentar universidades no futuro”, contou Fatima Al Gabawy, facilitadora do projeto de educação digital no campo de refugiados da Jordânia.

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3 dicas de marketing digital para melhorar as vendas on-line

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O comércio eletrônico não para de crescer, mesmo após o final da pandemia.

Mas mesmo se o mercado digital continua se expandindo, o número de competidores também aumenta.

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O número de páginas de comércio on-line explodiu nos últimos anos.

Por isso, a competição para conquistar novos clientes vem se tornando mais acirrada.

Não por acaso, o conhecimento de técnicas de marketing digital é algo fundamental para poder se destacar no grande mercado virtual.

Não é apenas suficiente trazer o cliente até o seu site, é necessário convencê-lo a finalizar a compra.

Muitos empreendedores acabam focando tudo apenas no preço mais baixo possível.

Mas nem sempre essa é a melhor estratégia.

marketing digital também precisa ser aprimorado

Para Daniel Pinheiro, CEO e fundador da Evermart, uma das maiores plataformas de vendas de cursos on-line do Brasil, se o produto tiver um valor agregado, um preço até mesmo maior é justificado.

Daniel Pinheiro

Daniel Pinheiro, CEO e fundador da Evermart (Daniel Pinheiro/Exame)

Acrescentar valor ao seu produto digital, garante além da qualidade, um destaque devido ao plus que se entrega aos clientes.

Segundo Daniel Pinheiro, existem três pontos que os empresários digitais podem seguir para aumentar suas vendas e, ao mesmo tempo, oferecer um produto com maior valor agregado.

1 – Oferecer uma consultoria

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Compartilhar o conhecimento, entregar alguns insights, informações que o cliente não tem conhecimento, é o que desperta mais interesse dos potenciais compradores.

“Eles começam a perceber um potencial no seu produto para o próprio desenvolvimento. E isso estimula a venda”, explica Pinheiro.

Existem algumas formas de otimizar esse processo, como por exemplo delimitar o tempo de consultoria ou mesmo disponibilizar um formulário antecipado para que seja criado um mapa mental sobre quais informações serão oferecidas.

2 – Fornecer materiais complementares

Um ebook, é um ótimo exemplo. É possível disponibilizar um capítulo gratuito para instigar o interesse do cliente pelo material que o site está vendendo.

“Estes materiais complementares também podem vir como um podcast exclusivo, uma entrevista com profissionais renomados na área, uma videoaula, e outros diversos formatos”, salienta Pinheiro.

3 – Utilize o network

Convidar um especialista renomado para uma palestra exclusiva para os clientes pode ser outra forma de agregar valor.

“A ideia é expandir o diferencial do seu produto digital, trazer um especialista de uma área que pode agregar para todos os seus clientes e garantir um maior valor ao seu produto”, conclui Pinheiro.

Para o especialista, a experiência que o vendedor vai proporcionar ao cliente é o que vai dizer se o produto é realmente satisfatório.

É a experiência que faz o cliente fidelizar. Ela o faz permanecer e desperta o interesse do mesmo.

Uma das regras fundamentais do marketing digital é focar sempre sobre como chegar até a pessoa e como oferecer o produto. Algo essencial para alcançar os melhores resultados.

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Amazon apresenta primeiras perdas trimestrais desde 2015


© Reuters. Amazon apresenta primeiras perdas trimestrais desde 2015

A Amazon (NASDAQ:) revelou, esta quinta-feira as primeiras perdas trimestrais sofridas desde 2015. O grupo norte-americano de comércio eletrónico dececionou os acionistas ao apresentar uma perda de 3,84 mil milhões de dólares no primeiro trimestre do ano.

O título do grupo do comércio eletrónico, baseado em Seattle, estava a perder 10% nas transações eletrónicas posteriores ao encerramento da praça bolsista nova-iorquina.

O resultado é em parte justificado pela guerra na Ucrânia e o generalizado abrandamento das compras online, após a pandemia.

Segundo a empresa de investigação do comércio eletrónico MarketPlace Pulse, o valor dos bens vendidos na Amazon no último ano cresceu a uma velocidade correspondente ai metade da de 2020.

Também o investimento na fabricante de automóveis elétricos Rivian contribuiu para estas perdas.

Ao contrário dos lucros, as receitas subiram 7%, para 116,44 mil milhões de dólares, o que foi o sexto trimestre consecutivo em que as receitas superaram os 100 mil milhões.

A Amazon previa um intervalo de vendas entre 112 mil milhões e 117 mil milhões. Os analistas auscultados pela FactSet antecipavam 116,5 mil milhões.

Os resultados da Amazon foram divulgados quando a companhia enfrenta um crescente movimento de sindicalização dos seus trabalhadores, que já contestou junto da entidade reguladora das relações laborais.