Qatar 2022 — O Jogo das marcas começou

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Por Alexandre Loures e Flávio Castro*

No dia 21 de novembro de 2022 começa mais uma Copa do Mundo, a primeira a ser realizada no Oriente Médio.

A vigésima segunda edição do mundial acontecerá no Qatar, um dos países mais ricos do planeta, e promete contar com os estádios mais luxuosos que já existiram.

O megaevento atrairá olhares de todo o mundo. São quatro semanas agitadas, com marcas armando suas melhores jogadas para driblar e marcar gols em seus concorrentes.

O pontapé inicial começa agora, com o planejamento de marketing que deve explorar a hiperconexão que o evento traz.

A plateia quer consumir conteúdo, seja na TV aberta, fechada, canais de streaming, redes sociais e afins.

Uma final de Copa do Mundo pode ser assistida por mais de 500 milhões de TVs. Se contarmos por visitantes de cada residência, ou estabelecimento, esse número pode ser quadriplicado. Fora os turistas que já reservaram suas cadeiras nos estádios; já são mais de 800.000 ingressos vendidos na primeira fase de venda.

Organizadores da Copa esperam atrair mais de um milhão deles visitando o maior exportador de gás natural liquefeito do mundo.

Apenas algumas marcas têm o privilégio de participar como patrocinadores oficiais.

É o caso do Crypto.com, aplicativo de troca de criptomoedas com sede em Cingapura, que anunciou a sua participação e tem, pela frente, o desafio de representar a indústria de criptomoedas neste evento histórico.

A Globo já está exibindo as primeiras marcas de seu pacote de patrocinadores. O plano comercial deste ano é independente, negociado separadamente de seu tradicional pacote anual de futebol. Marcas parceiras da Fifa e patrocinadores globais do Qatar têm prioridade nas definições comerciais.

As redes sociais também estão sendo acionadas. A Fifa lançou seu perfil oficial no TikTok para levar, aos fãs, os bastidores do evento, conteúdos criativos, momentos memoráveis e muito mais. O intuito é alcançar adoradores do esporte do mundo todo, de uma maneira leve e diferente, a fim de engajar mais e mais seguidores.

Conteúdo de qualidade é a matada do peito, cabeçada, drible e gol.

Marcas não necessitam estar ligadas ao evento para criarem suas ações. Entretenimento e humor engajam e o que não faltam são ferramentas para criar.

Investir em influenciadores, construção de histórias, memórias; utilizar o humor e as tantas informações acerca das Copas pode, e deve, ser valorizado para engajar o público e aproveitar esse momento de diversão, depois de dois anos de insegurança.

A Organização Mundial da Saúde (OMS), o Estado do Qatar e a Fifa firmaram uma série de medidas que serão implementadas no torneio para proteger e incentivar a saúde, promovendo estilos de vida saudáveis.

Eles querem compartilhar as lições aprendidas com o primeiro evento no mundo árabe. Mais conteúdo!

Afinar estratégias é fundamental para aproveitar as peculiaridades deste Mundial que, diferente do último, na Rússia, tem como sede um país com um pouco mais de onze mil quilômetros quadrados, menos de 2% da população russa e é um dos países mais ricos do mundo.

Nestes quatro anos, uma revolução inimaginável mudou o mundo. Pandemia, Guerra, Olimpíadas sem público. Em 2018 não existia TiKTok no Brasil, Stories no Instagram, Marketplace do Facebook brasileiro, recursos de Chatbots,  e Inteligência Artificial, IGTV e mais inúmeras ferramentas que hoje utilizamos para a produção de conteúdo.

Gianni Infantino, presidente da Fifa, afirmou, em 2018, às vésperas da final da Copa da Rússia, que aquela foi a melhor Copa de todos os tempos.

Podemos afirmar que essa será a que terá um consumo de conteúdo maior do que todas elas.

Agora é hora de treinar e jogar.

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*Alexandre Loures e Flávio Castro são sócios da FSB Comunicação

 Este é um conteúdo da Bússola, parceria entre a FSB Comunicação e a Exame. O texto não reflete necessariamente a opinião da Exame.

 



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Tudo o que precisa de saber sobre a Assistência Macrofinanceira


© Reuters. Tudo o que precisa de saber sobre a Assistência Macrofinanceira

O que é a assistência macrofinanceira?Assistência macrofinanceira (AMF) é o nome dado à ajuda financeira de emergência a países que estão geográfica, económica e politicamente próximos da UE, para ajudar a estabilizar as suas economias em tempos de crise. O objetivo mais amplo é ajudar a assegurar a estabilidade e prosperidade fora da UE.

Como funciona?A assistência macrofinanceira vem principalmente sob a forma de empréstimos com condições altamente favoráveis e taxas de juro baixas.

Os empréstimos são concedidos em parcelas. Para obter o dinheiro, os países devem ter assinado um programa de financiamento com o FMI, cumprir as condições para respeitar os direitos humanos e anticorrupção, e implementar reformas democráticas, económicas e de governação.

Que países já beneficiaram?O mais recente AMF é de 1,2 mil milhões de euros para a Ucrânia em solidariedade com o povo ucraniano.

Durante a pandemia de Covid-19, a Comissão Europeia propôs um pacote de 3 mil milhões de euros para ajudar 10 países parceiros a limitar as consequências económicas.

Nos últimos 30 anos, foram realizadas 77 operações de AMF no valor total de 16 mil milhões de euros, ajudando 27 países,incluindo aqueles que desde então se tornaram membros da UE: Bulgária, Estónia, Hungria, Letónia, Lituânia, Roménia, Eslováquia e República Federal Checa e Eslovaca. O primeiro AMF foi para a Hungria em 1990/1991.

Incluem também países que são candidatos e potenciais candidatos a fazer parte da UE: Macedónia do Norte, Albânia, Bósnia-Herzegovina, Kosovo, Montenegro e Sérvia.

Assim como os países diretamente vizinhos da UE: Arménia, Bielorrússia, Geórgia e Moldávia, ou ainda Argélia, Israel, Jordânia, Líbano e Tunísia.

Coca-Cola lança novo sabor em edição limitada inspirada no metaverso

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A Coca-Cola ganhou novo sabor Byte para o mercado brasileiro – que será a primeira edição limitada do refrigerante na América Latina. Essa novidade havia sido antecipada no metaverso e foi mostrada no game Fortnite, já que o ambiente digital foi a inspiração para o lançamento. Prova disso é que o logotipo foi reinterpretado com pixels e as latas também ganharam desenho exclusivo.

Por aqui, a novidade chegou nesta semana (assim como na Argentina e no México), enquanto Chile, Colômbia e Paraguai receberão a Coca-Cola Byte ao longo de abril. E, assim como a versão Starlight, oferecida somente em outros países, a quantidade disponível não foi revelada. Só que a empresa já antecipou que a comercialização pelo e-commerce dependerá da duração dos estoques.

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Outro detalhe mantido em segredo é o próprio sabor. “É a Coca-Cola de sempre, com um toque de inesperado, um portal pixelado para o mundo digital e a celebração que tudo isso traz”, afirma Oana Vlad, diretora sênior de estratégia global da The Coca-Cola Company. Mas já está claro que a versão especial terá receita sem açúcar e sem nenhuma caloria, como outras opções da marca.

Para o lançamento da Coca-Cola Byte, a empresa preparou uma coleção de produtos licenciados (e inéditos) desenvolvida para as linhas Coca-Cola Jeans e Coca-Cola Shoes. Haverá camisetas, casacos, sandálias e tênis com estampas que brilham no escuro, seguindo o mesmo conceito da bebida. E as vendas começam nesta sexta-feira, 8, e continuarão até quando durarem os estoques.

Toda a campanha promocional foi integrada ao metaverso e, por isso, incluirá uma ilha inédita no Fortnite para os jogadores interagirem com outros participantes e participarem de quatro desafios inspirados nos sentidos humanos. Também foi lançado um jogo de realidade aumentada que pode ser acessado ao digitalizar a lata da Coca-Cola Byte e com placar para ser compartilhado.

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Assistência Macrofinanceira ajuda Macedónia do Norte a sair da crise


© Reuters. Assistência Macrofinanceira ajuda Macedónia do Norte a sair da crise

A Assistência Macrofinanceira existe para estabilizar a economia de um país em tempos de crise. Para a Macedónia do Norte, isso significou lidar com o choque da pandemia.

Com muitos trabalhadores a irem para o desemprego, tem havido um efeito tesoura: Por um lado, receitas fiscais lentas, por outro, um aumento acentuado das despesas sociais.

Além disso, os investimentos diretos estrangeiros caíram, afetando as finanças do país.

A taxa de desemprego juvenil da Macedónia do Norte tem vindo a diminuir constantemente desde 2005, mas em 2020 voltou a subir.

Marija Sepetovska, de 23 anos, conseguiu encontrar um emprego, graças à Garantia da Juventude da União Europeia, criada pela Agência dos Serviços de Emprego do país: “Claro que foi um momento stressante iniciar uma carreira, em plena pandemia, especialmente para os jovens. Na verdade, estou cada vez mais confiante, sobretudo tendo em conta que existem muitos programas que apoiam o nosso país”, diz a jovem.

Mas a situação não é a mesma para todos os amigos de Marija: “Para mim foi muito fácil, mas infelizmente não é essa a situação com muitos outros jovens norte-macedónios. Alguns deles têm muito mais dificuldade em encontrar a grande oportunidade. Por isso, a situação aqui ainda não é a melhor”, conta.

Enquanto a primeira parcela da assistência macrofinanceira foi enviada como ajuda de emergência, quanto à segunda, a Macedónia do Norte teve de cumprir uma lista de condições, incluindo a criação de uma Unidade de Desemprego dos Jovens.

Goran Petkovski, diretor deste organismo, explica-nos o papel que desempenha: “Participa, em primeiro lugar, no desenvolvimento das medidas ativas do mercado de trabalho no âmbito do plano operacional e em ver como podemos visar melhor os jovens com as medidas ativas de mercado que temos. É também responsável pela coordenação dos postos de trabalho dos conselheiros de juventude dentro do gabinete local de emprego e, claro, pelo acompanhamento e informação da Garantia Juvenil”.

Os 160 milhões de euros da assistência macrofinanceira ajudaram a economia da Macedónia do Norte a ultrapassar a tempestade, mas há benefícios mais duradouros.

“O dinheiro foi necessário para esse período, a fim de financiar algumas das necessidades orçamentais e balancear os pagamentos necessários. Mas, por outro lado, são reformas que ficam e que terão um impacto positivo no país. Assim, penso que estas reformas devem ter o seu impacto não só a curto, mas também a médio e longo prazo”, diz Shenaz Hadzimustafa, professora de economia.

Estas reformas terão impacto não só a curto e médio prazo, como também a longo prazo.

Shenaz Hadzimustafa Professora de Economia

O impacto do programa de fronteiras da União Europeia entra na quarta década de existência. A ajuda mais recente foi dada à Ucrânia e foi de mil e 200 milhões de euros. O Comissário para a Economia da UE descreve-nos a importância deste programa.

“Naturalmente, temos interesse na estabilidade da zona. Estabilidade no que toca à migração. à paz, etc. Finalmente, temos um enorme interesse como parceiros comerciais destes países, porque os estados membros da União Europeia são, em geral, os principais parceiros comerciais de todos estes países”, diz Paolo Gentiloni.

Entrevista com o primeiro-ministro norte-macedónioNaomi Lloyd, Euronews: Que diferença fez a assistência macrofinanceira da União Europeia ao país?

Dimitar Kovačevski, primeiro-ministro da Macedónia do Norte: A assistência macrofinanceira da UE ajudou-nos muito, não só na perspetiva de uma assistência financeira pura, mas também ajudou a continuar as reformas, que começámos no campo da gestão das finanças públicas e nos outros campos. Mas também deu um sinal claro às outras instituições e doadores internacionais e financeiros, com quem cooperamos, de que temos uma política económica estável em tempos de crise.

A assistência macrofinanceira ajudou-nos também na relação com as instituições e doadores.

Dimitar Kovačevski Primeiro-ministro da Macedónia do Norte

Quão difícil foi a implementação dessas reformas?

A luta contra o crime e contra a corrupção tem dado resultados à medida que melhorámos a nossa posição nos relatórios da Transparency International. Entrámos num país que tem condições democráticas porque, no passado, houve deficiências nos procedimentos democráticos no país. E estamos muito, muito felizes por isso.

Como assegurar que as reformas não param aqui e são totalmente implementadas no futuro?

Assegurámos que temos uma coordenação regular com as instituições da União Europeia e da Comissão Europeia, pelo que temos relatórios regulares. Também trabalhámos muito na implementação de mecanismos internos no país e nas instituições públicas, a fim de assegurar que estas reformas sejam feitas.

Agora, a Macedónia do Norte é candidata à adesão à União Europeia. As conversações são o próximo passo. Até que ponto tem esperança de que elas comecem em breve?

A Macedónia do Norte tem um claro objetivo estratégico de se tornar membro de pleno direito das associações euroatlânticas. No ano passado, celebrámos o 30º aniversário da nossa independência e isso foi acompanhado por nos tornarmos o 30º membro da NATO. Já estamos no 17º ano de candidatura à União Europeia e ainda não iniciámos as negociações.

Infelizmente, no ano passado, houve outro desafio que foi imposto pelo antigo governo búlgaro. Com os dois novos governos, iniciámos um novo diálogo, pelo que, juntamente com o Primeiro-Ministro da Bulgária, já tivemos uma reunião em Skopje, a fim de trazer de volta a confiança.

Estes dois jovens conquistaram R$ 14 bilhões antes dos 30 anos; veja como

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Pedro Franceschi, de 25 anos, e Henrique Dubugras, de 26, são cofundadores da startup de cartões de crédito corporativos Brex e acabam de entrar para a lista de bilionários de 2022 da revista Forbes.

Os dois começaram cedo. Aos 16 anos, fundaram a Pagar.me, que permitia que comerciantes aceitassem pagamentos online. Em seguida, estudaram 2 semestres na Universidade Stanford, uma das instituições de ensino mais prestigiadas do mundo, com bolsa da Fundação Estudar, mas largaram o curso para empreender. Foi então que lançaram a Brex, no Vale do Silício, uma companhia de cartões de crédito corporativos para empreendedores de startups.

Em entrevista, Michael Tannenbaum, o CFO da Brex, conta como a startup cresceu exponencialmente usando o growth marketing. “Eles [Henrique e Pedro] queriam construir algo realmente grande e precisavam de alguém com experiência para organizar isso. O primeiro passo foi quebrar todas as regras do marketing tradicional que conhecíamos – começando por colocar um CFO como responsável pelo setor

Com pouca experiência em marketing, mas muita no mercado de empréstimos, Michael queria trilhar um caminho disruptivo e fazer algo que nenhuma outra fintech do ramo pensaria em fazer. Ele queria vender, aumentar os investimentos e gerar lucro, é claro. Mas mais do que isso: queria construir uma marca e crescer ela rápido.

Uma estratégia de vendas nada convencional

A principal estratégia utilizada pela bilionária Brex para se destacar entre as concorrentes e crescer exponencialmente foi o growth marketing. Ela consiste em um conjunto de técnicas para crescer rapidamente um negócio, que mantém os clientes engajados, transforma os consumidores em verdadeiros promotores da marca e é capaz de multiplicar as vendas de qualquer empresa.

E a primeira ação de growth marketing da Brex foi certeira: resolver problemas.

Em 2017, a empresa se destacou no mercado americano por oferecer cartões de crédito corporativos para outras startups e empresas de inovação, como Airbnb e Class Pass. A empresa queria resolver o problema da gestão financeira das startups que estavam começando e que precisavam de um serviço rápido, simples e otimizado.

Para atrair novos clientes, a empresa de crédito corporativo ainda abusou dos growth hacks, fazendo grandes lançamentos dos seus produtos e usando o poder da internet para espalhar o nome da Brex por todo os Estados Unidos. Essas estratégias de vendas digitais renderam à companhia um valuation de R$ 68 bilhões neste ano.

Mas como transformar uma pequena startup em um unicórnio em tão pouco tempo?

A única forma de crescer é estar no digital

Não é de hoje que a internet vem mostrando sua força. Desde meados dos anos 90, o digital evoluiu e ditou como o mercado consome e se comporta. É por isso que qualquer marca que deseja crescer – ou até mesmo sobreviver – precisará investir (e muito) em mídias digitais.

A Brex, por exemplo, comprou espaço em milhares de outdoors em ruas no Vale do Silício no início de sua operação, apostando no offline e no marketing OOH (out of home) para promover a marca. No entanto, segundo Tannenbaum, os clientes que viam o outdoor imediatamente procuravam a empresa na internet e, ao não encontrarem, desistiam do produto.

Para escalar o negócio, não bastou ser conhecida e falada, a empresa precisou descobrir como se posicionar no mercado digital de forma eficaz e assertiva. Ou seja, teve que aprender a vender no online, a fazer um novo tipo de marketing e a contratar os profissionais certos para isso.

Uma mensagem qualquer, espalhada pelo mundo inteiro, não é mais valiosa que uma mensagem certa, entregue apenas às pessoas certas. O segredo do sucesso desta e de milhares de outras startups é o mesmo: entregar o produto e a mensagem certa para o cliente certo. Mas apesar de parecer simples, o profissional capaz de fazer isso com maestria ainda é raro. 

E isso a Brex entendeu cedo.

Entenda como se tornar o profissional mais buscado pelas empresas da era digital. Clique e saiba mais.

Essa carreira em ascensão que fez a diferença na trajetória da Brex será a mais buscada nos próximos anos

Segundo os próprios fundadores da Brex, no ano de 2022 eles devem aumentar o número de funcionários em 50%, principalmente do setor de marketing e de tecnologia. E a Brex não é a única.

De acordo com dados do Indeed, uma plataforma de vagas de emprego, houve aumento de 17% nas vagas de Gerente de marketing, 44% de Analista de marketing Sênior e 55% de Analista de marketing Pleno.

Os profissionais que se destacam nesse mercado são aqueles que entendem sobre:

  • Estratégias de vendas;
  • Escala de negócios;
  • Posicionamento de marca;
  • Conversão direta e indireta;
  • Técnicas e ferramentas digitais.

E a remuneração não é só boa para o dono da empresa. Profissionais especialistas em alavancar o crescimento de pequenas e médias empresas, ou até em aumentar exponencialmente as vendas de grandes corporações, podem ganhar R$50 mil por mês + bônus. No entanto, eles são raros, já que se qualificar nessa área é um verdadeiro mistério.

Não é por acaso que as dúvidas mais comuns entre aqueles que buscam a oportunidade na internet são, por exemplo:

  • Qual curso fazer para trabalhar com marketing digital?
  • Precisa de faculdade para trabalhar com marketing digital?
  • O que faz um profissional de marketing digital?

O futuro está no digital. Descubra como se tornar uma referência em growth marketing e vendas digitais.

Growth marketing com a Exame Academy: o 1º passo para se tornar um profissional de sucesso

Sem o suporte de profissionais competentes, fica cada vez mais difícil separar especialistas de verdade de apenas “gurus de marketing“, na Internet. Na prática, tem muita gente requentando informações e vendendo por aí como se fosse a última descoberta do momento.

Por isso, a Trevisan, em parceria com a EXAME Academy, idealizou o MBA em Growth marketing e Vendas Digitais a fim de formar a próxima geração de profissionais especialistas em marketing com mentalidade de crescimento.

O MBA em Growth da Exame vem justamente para apoiar os profissionais que não podem mais se dar ao luxo de perder tempo minerando toda essa informação e precisam aprender os conteúdos mais atuais com quem realmente entende e, principalmente, gera receita, lucro e reputação para marcas importantes.

Confira o conteúdo de cada módulo do MBA:

Módulo 1 – Growth marketing

  • Mentalidade de Crescimento – 24h
  • Pilares da Transformação Digital em Martech – 24h
  • Modelos de negócio de crescimento – 12h
  • Métricas de geração de receita – 24h
  • marketing 4.0 – 22h (100% online)

Módulo 2 – Business Generation

  • Metodologias Ágeis – 24h
  • Customer & User Experience – 24h
  • Content & Inbound marketing – 24h
  • Outbound Sales & Account Based marketing – 12h
  • Análise de Cenários Econômicos e Aplicações Estratégicas – 20h (100% online)
  •  Corporativa – 22h (100% online)

Módulo 3 – Data Driven

  • Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais (LGPD) – 12h
  • Modelagem e estrutura de dados – 24h
  • Inteligência Artificial aplicada ao marketing – 24h
  • Social Ads & SEM – 24h
  • Business Intelligence – 20h (100% online)

Módulo 4 – Beyond Revenue

  • Construção de Marca no Ambiente Digital – 24h
  • seo: potencializando o ranqueamento – 24h
  • Employer Branding – 24h
  • ESG (Environmental, Social and Corporate Governance) – 12h
  • Governança Corporativa – 20h (100% online)

SAIBA MAIS SOBRE O MBA EM GROWTH marketing E VENDAS DIGITAIS

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Um corredor para o futuro de Angola


© Reuters. Um corredor para o futuro de Angola

Angola quer revolucionar a paisagem da África Austral. Será necessário investimento privado e transformar o porto do Lobito na porta de entrada para esta área. Num futuro próximo, a província de Benguela tornar-se-á num dos principais epicentros do comércio e desenvolvimento desta região africana.

Corredor do LobitoO corredor do Lobito é formado pelo porto da cidade e pela linha férrea de Benguela. As duas estruturas estendem-se por mais de 1300 quilómetros. O percurso é a rota de exportação mais rápida para , cobalto e outros minérios, para países como a Zâmbia ou a República Democrática do Congo.

Depois da renovação do caminho-de-ferro, agora é a vez do Porto do Lobito. O espaço vai ser privatizado com uma concessão de 20 anos, para atrair novos investimentos e impulsionar a economia.

Pedro Neto, presidente da plataforma de serviços financeiros EagleStone, o porto do Lobito é uma grande oportunidade para criar uma rede na costa atlântica de importação e exportação de bens e produtos da Zâmbia e República Democrática do Congo, e uma oportunidade para criar uma alternativa à costa do Oceano Índico.

Enquanto chefe de uma empresa de consultoria bancária de investimento que vive em Angola há mais de 20 anos, Pedro Neto diz que em causa está muito mais do que mover metais das minas.

Porto do LobitoA privatização do Porto do Lobito e dos Caminhos de Ferro de Benguela faz parte de um plano mais amplo do governo angolano para diversificar a economia do país com a ajuda de mais investimento privado.

João Fernandes, coordenador da Comissão de Avaliação do Porto do Lobito, sublinha que o Plano Diretor do Ministério dos Transportes está muito ligado ao Porto e ao Corredor do Lobito e, com a participação de estrangeiros, vai ser possível melhorar as infra-estruturas e a eficiência.

Francisco Pinzon, presidente DP World Luanda, a empresa que gere e opera a concessão do Terminal Multiusos do porto da capital angolana, sublinha que o Porto do Lobito tem grandes infra-estruturas e potencial para se tornar a porta de entrada para a parte sul do Congo e também para a Zâmbia.

Foi também este objetivo que impulsionou os construtores da linha férrea de Benguela há mais de um século. Agora, é preciso preparar o corredor do Lobito para o século XXI, com mais investimento privado.

O Lobito já está preparado para carregamentos maiores que chegam das minas, com um novo terminal para garantir a passagem da carga de comboios para os navios.

Jesus Nelson Pereira Martins, coordenador do Comité de Avaliação de Concursos Públicos, conta que depois da recuperação da infra-estrutura ferroviária, era preciso um terminal especial dedicado apenas aos minérios.

O desenvolvimento recente envolve milhões de pessoas, mais indústria, consumidores e passageiros potenciais. E também significa mais empregos

Elmo Otávio, engenheiro ferroviário, diz que o Corredor do Lobito é muito importante em África, e sublinha a dinâmica em termos de transporte para o antigo Congo belga.

Advogado se torna milionário graças ao marketing digital

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Nos últimos anos a internet mostrou toda sua força, criando verdadeiros impérios profissionais graças a uma só ferramenta: o marketing digital.

Desde meados dos anos 90, o mundo digital evoluiu e ditou como o mercado consome e se comporta. E até hoje continua determinando.

Isso se tornou ainda mais claro durante a pandemia do novo coronavírus, quando marcas precisaram investir exponencialmente em mídias online para sobreviver.

Sem contar a necessidade de aprender a vender no ambiente digital, fazer um novo tipo de marketing e contratar os profissionais certos para fazer isso acontecer.

Mas isso vale também para os profissionais que se reinventaram durante a pandemia.

Eles tiveram que aprender a:

  • construir uma estratégia de vendas;
  • aumentar a escala de negócios;
  • posicionar sua marca;
  • trabalhar com conversão direta e indireta;
  • utilizar técnicas e ferramentas digitais.

Por isso, saber se posicionar nesse mercado de forma eficaz e assertiva é a principal estratégia para quem deseja escalar um negócio digital nos dias de hoje.

Exemplo de sucesso com o marketing digital

Um exemplo de sucesso nessa jornada é do advogado Marcello Safe, que se tornou empresário de si próprio e em poucos meses começou a faturar milhões pela internet.

O advogado Marcello Saffe

O advogado Marcello Saffe (Marcello Saffe/Exame)

Aos 26 anos ele já devolveu o sonho de milhares de candidatos que foram injustamente eliminados em concursos públicos e, além disso, transformou o escritório de centenas de advogados que aplicaram seus métodos de gestão.

Em menos de um ano no setor de infoprodutos, trabalhando especificamente com marketing digital, gestão e vendas no ambiente jurídico, o advogado-empresário já contabiliza mais de mil advogados mentorados e já faturou R$ 4 milhões.

Se você deseja sair na frente, se destacar no mercado e se tornar um expert em marketing digital, o MBA Executivo da EXAME Academy em Growth marketing & Vendas Digitais é para você! Clique aqui e se inscreva!

Formado em Direito pelo Centro Universitário Newton Paiva, Saffe é sócio fundador de escritório ao lado do sócio Giovanni Araújo, mentor e palestrante na Safe Editora e sócio da Safe marketing.

“Meu objetivo era revolucionar o mercado jurídico e impactar cada vez mais a vida das pessoas que estão nele. Isso tudo trabalhando com foco em gestão, vendas e marketing para advogados”, explica Saffe à EXAME.

Mesmo com os desafios e incertezas no começo da jornada de marketing digital, Marcello Safe jamais pensou em seguir por outro caminho.

“Desistir nunca foi uma opção. Nas dificuldades iniciais eu procurei meios de otimização”, salientou.

Graças ao seu trabalho, já ganhou o prêmio Faixa Preta, após a conquista da Placa de 4M de faturamento na plataforma de venda de produtos digitais Kiwify.

Os próximos passos de Saffe continuarão guiados pelo marketing digital.

“Quero seguir impactando positivamente o maior número possível de pessoas, seja através da atuação na advocacia ou com seus cursos e mentorias. Além disso, quero aumentar a fraternidade jurídica e expandir minha agência de marketing digital”, salienta o advogado.

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UE combate pobreza infantil: O caso dos ciganos da Croácia


© Reuters. UE combate pobreza infantil: O caso dos ciganos da Croácia

Milhões de crianças na Europa estão em risco de pobreza ou exclusão social. A União Europeia tem uma iniciativa chamada Garantia para a Infância, que visa erradicar a pobreza infantil e os governos nacionais acabam de apresentar os seus planos de ação sobre a forma como o vão fazer. Um dos objetivos é a inclusão social das crianças ciganas.

Reportagem na CroáciaNa região de Međimurje vive uma grande parte da comunidade cigana do país, muitas vezes separada do resto da população. Aqui, mais de 90% das crianças crescem em condições precárias.

Na comunidade cigana de Kuršanecencontramos Andrea Krznar, coordenadora de um programa-piloto financiado pela Comissão Europeia, em parceria com a UNICEF.


Juntos, visitamos Snjezana, que vive numa casa improvisada. Participa num atelier montado no bairro, para aprender a comunicar melhor com os filhos.


“Vejo a mudança. Quando os meus filhos estão no atelier, eles brincam, desenham, têm tudo o que precisam. Quando chegamos a casa, pedem-me para fazer a mesma coisa, e nós voltamos a fazê-lo”, diz Snjezana Oršuš.

No atelier, Snjezana aprende sobre psicologia infantil, como criar uma relação equilibrada com as crianças e estabelecer uma rotina positiva:
 “Quando era criança, assisti a discussões entre os meus pais e disse a mim mesma que os meus filhos nunca iriam testemunhar isso e que iria cuidar bem deles, para que pudessem ir à escola e estivessem sempre limpos”, explica.

As crianças ciganas estão entre as mais precárias da Europa: 85% estão em risco de pobreza, comparado com 24% para o resto das crianças europeias.

Andrea sublinha a importância deste tipo de atividades: “Estamos a reforçar as aptidões dos pais e as competências para criar melhores oportunidades para que comuniquem melhor com as crianças”, diz.

O programa-piloto também abriu um espaço de educação informal e de brincadeiras para crianças dos 3 aos 6 anos de idade.

Bojana , que fala a língua romani com os filhos, adora vir aqui: “Trago-os para o atelier para que as crianças possam socializar, possam falar e aprender a falar croata, porque quando começarem a ir à escola, será mais fácil para eles. Gostaria que os meus filhos tivessem o que eu não tive, que terminassem a escola, que tivessem um emprego”, conta.

Gostaria que os meus filhos tivessem o que eu não tive, que terminassem a escola, que tivessem um emprego.

Bojana Ignar
Mãe cigana

Embora um ano de educação pré-escolar seja obrigatório na Croácia, apenas 30% das crianças ciganas o frequentaram.

Diz Andrea Krznar: “Muitos pais pensam que os filhos são demasiado novos para se inscreverem na pré-primária, porque têm em casa alguém que pode tomar conta deles, a outra razão é que os serviços também são caros, embora haja algum financiamento por parte do Estado, talvez por vezes alguns pais não estejam cientes disto”.

A União Europeia financia muitos programas para crianças como este, particularmente graças ao Fundo Social Europeu Mais.

Benjamin Ignac éum jovem residente em Berlim. Hoje, é analista político de uma editora internacional; no entanto, cresceu num povoado cigano como Kuršanec.

“Foi uma sorte os meus pais e o meu irmão mais velho terem-me ensinado a ler, a escrever e a fazer algumas contas básicas. Ao ver como a comunidade cigana em geral é tratada pela sociedade, percebi que a educação e a liberdade financeira eram a minha única esperança de quebrar o sistema”, conta.

Ao ver como a comunidade cigana em geral é tratada pela sociedade, percebi que a educação e a liberdade financeira eram a minha única esperança de quebrar o sistema.

Beijamin Ignac
Jovem cigano, analista político

Graças ao apoio da família e professores, e graças às bolsas de estudo, Benjamin estudou nos Estados Unidos e em Oxford. Acrescenta: “Quando os professores me ajudaram a navegar através das minhas decisões, isso teve um enorme impacto na minha vida. Assim, os diretores e professores das escolas têm uma grande responsabilidade nisto”.

Entrevista com Jana Hainsworth, secretária-geral da EurochildA Eurochild é uma rede de organizações que trabalham com crianças vulneráveis. Quisemos perceber em que ponto está a Garantia Europeia para a Infância e como está a ser posta em prática.

Naomi Lloyd, Euronews: O prazo para os governos apresentarem os seus planos de ação nacionais já passou. Que esperança tem de que, graças a estes planos, vejamos a garantia da criança ser implementada?

Jana Hainsworth: É um marco muito importante. Os planos de ação nacionais ainda estão a chegar. Alguns são ambiciosos e outros carecem de ambição. A garantia à criança não deve continuar a ser um compromisso no papel. Queremos ver esses planos de ação nacionais regularmente atualizados e regularmente revistos. Requer a colaboração de todos os ministérios responsáveis e, muito importante, requer o envolvimento das pessoas que serão diretamente afetadas pelas políticas. Assim, queremos ver o envolvimento das ONG, mas também das comunidades, das famílias e das crianças que vão receber os serviços.

Todos nós vimos as imagens desoladoras de famílias que fogem da guerra na Ucrânia. O que precisa de ser feito por estas crianças agora e nos próximos anos?

Em qualquer guerra, são as crianças que pagam o preço mais alto. Neste momento, é muito difícil compreender a enormidade da devastação. Obviamente, o mais importante é a vida. Haver corredores humanitários para que possam ser levadas para fora em segurança. Os Estados-membros terão, sem dúvida, de responder e estamos muito interessados em que os planos de ação nacionais tenham em conta este último desafio e assegurem que os serviços e os investimentos que fazem incluem os novos migrantes vindos da Ucrânia.

Em qualquer guerra, são as crianças que pagam o preço mais alto.

Jane Hainsworth
Secretária-geral da Eurochild

Integração de lojas físicas e online trazem mais retorno de investimento

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Com o início da pandemia de covid-19, as varejistas passaram por momentos desafiadores em relação às lojas físicas. Mas o cenário apenas acentuou uma realidade que antes passava despercebida por muitas marcas: os vendedores são pontos passivos dentro das lojas, que esperam pelos clientes e muitas vezes são dispensados por eles mesmo quando existem clientes circulando, com tempo e disposição para comprar.

Nos últimos dois anos, as compras online subiram 30% em faturamento e as pessoas se mostram cada vez mais dispostas a abrir mão de se deslocar até a loja para escolher um produto, quando existe a opção de encontrar as mesmas opções no e-commerce. Mas, ainda assim, as compras realizadas em lojas físicas têm ganhado fôlego desde a reabertura dos centros comerciais.

Existe um gap, no entanto, entre o que as lojas físicas e o e-commerce de uma mesma marca oferecem em produtos e serviços para o mesmo cliente. Pensando nisso, nasceu o Oto CRM, empresa que fornece um aplicativo para as marcas empoderarem vendedores para realizar contato com clientes via WhatsApp ou e-mail enquanto estão no ponto físico, integrando, assim, o e-commerce e a loja.

E funciona? É o que responde o novo estudo, encomendado pelo Oto CRM, sobre o desempenho de quatro clientes-chaves, num comparativo do antes e depois de usar a ferramenta. “O primeiro grande resultado que obtivemos é que o Retorno sobre Investimento no aplicativo do Oto é de, em média, 304%. Isso significa que entregamos três vezes mais retorno financeiro para o cliente do que ele investe no Oto”, afirma Guilherme Bohnen, CEO da empresa.

O estudo, divulgado como TEI (Total Economic Impact), tem caráter qualitativo e foi realizado pela Forrester, consultoria norte-americana de pesquisa de mercado que presta assessoria sobre o impacto e potencial da tecnologia para seus clientes e é inédito no Brasil. Foram analisados quatro dos principais clientes do Oto: Renner, YouCom, Souq Store e Lebes.

Para as empresas que trabalham com o Oto, o retorno vem em menos de seis meses de uso. “Muitos vendedores dizem que chegam na loja e ‘fazem o Oto’, se referindo ao uso do app para impactar clientes e trazer as melhores ofertas para cada um deles. É um produto bastante personalizado tanto para a marca quanto para os consumidores”, diz Bohnen.

Outro dado mostrado pelo estudo: o uso do Oto reduziu em 85% o risco de compliance com relação aos dados dos clientes, obedecendo a Lei Geral de Proteção de Dados e zelando pela privacidade de cada um dos clientes. Além disso, os próprios vendedores se beneficiaram com a implantação da plataforma: trabalham cerca de três horas semanais no aplicativo Oto CRM e aumentam as vendas semanais, garantindo também comissões mais altas.

O estudo, que está sendo usado como base para toda a estratégia do Oto CRM para 2022, ainda trás depoimentos dos principais executivos das marcas ouvidas, mostrando a dificuldade que existe no varejo em usar todos os dados obtidos nas compras, online ou não, de forma integrada, de uma forma que direcione as lojas e os vendedores para obter melhores resultados.

“Cada um de nossos clientes, incluindo os que foram acionados durante o estudo, está em um momento diferente da maturidade do negócio. Ao mesmo tempo que, para nós, isso é um desafio, comprova também a eficiência do aplicativo para os mais diversos setores e marcas”, diz Guilherme Bohnen.



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Dados fundamentais sobre a pobreza infantil


© Reuters. Dados fundamentais sobre a pobreza infantil

Quanta pobreza infantil existe na Europa?Em 2020, 24,2% das crianças na UE estavam em risco de pobreza ou exclusão social. Os agregados familiares com uma única pessoa a cuidar de crianças apresentavam o maior risco de pobreza ou exclusão social, com 42,1%.

Existe uma variedade nos níveis de pobreza infantil em toda a Europa. Os mais elevados são 41,5% na Roménia e 36,2% na Bulgária e os mais baixos são 12,1% na Eslovénia.

A pandemia de Covid-19 agravou a situação, levando a níveis mais elevados de insegurança financeira, pobreza e desigualdade de rendimentos.

Quais são as consequências para as crianças que vivem na pobreza?Há consequências ao longo da vida para as crianças que crescem na pobreza. Estatisticamente, são mais propensas a desistir da escola, têm menos hipóteses de encontrar empregos decentes mais tarde, sofrem de exclusão social e problemas de saúde no futuro.

Isto cria frequentemente um ciclo de desvantagem, sendo também mais provável que a próxima geração cresça em situação de pobreza.

O que está a ser feito para quebrar o ciclo de pobreza na UE?A Garantia Europeia para a Infância visa quebrar o ciclo de pobreza infantil e estabelece o acesso a serviços-chave para todas as crianças, incluindo educação gratuita e atividades pós-escolares, refeições escolares saudáveis gratuitas, cuidados de saúde, boa nutrição e habitação decente.

Isto põe em ação o Pilar Europeu dos Direitos Sociais sobre os cuidados e apoio às crianças.

Um ano após o lançamento em março de 2021, os países da UE têm de apresentar os seus planos de ação nacionais à Comissão Europeia, explicando como irão pôr em prática a Garantia para a Infância. Terão então de apresentar um relatório sobre os progressos de dois em dois anos.

Uma das formas de implementar a Garantia à Criança é com dinheiro do Fundo Social Europeu Mais (FSE+) que tem um orçamento de 88 mil milhões de euros para 2021-2027. Os países onde os níveis de pobreza infantil são iguais ou superiores à média da UE, devem gastar pelo menos 5% dos fundos que recebem no combate a esta situação e outros países são também encorajados a utilizar o financiamento do FSE+.

A Estratégia da UE sobre os Direitos da Criança reforça os direitos consagrados na Carta dos Direitos Fundamentais da UE e na Convenção das Nações Unidas sobre os Direitos da Criança.