Igualdade de género no trabalho só daqui a um s´eculo


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A igualdade global de géneros no mundo do trabalho vai demorar cerca de 100 anos a atingir.

De acordo com o relatório anual do Fórum Económico Mundial, ainda que a situação tenha melhorado, os progressos são bastante lentos.

Saadia Zahidi, responsável pelas Agendas Sociais e Económicas, do Fórum Económico Mundial, justifica: “Há uma série de factores que contribuem para isso. Um deles é que os tipos de funções que estão a crescer no futuro, de profissões, de empregos, os tipos de formas de rendimento, são aqueles onde não há muitos talentos femininos, ainda que as mulheres sejam já maioria dos formados pelas universidades. Por exemplo, quando se trata de profissionais na área da informática, apenas 12% são mulheres; quando se trata da área da Inteligência Artificial, cerca de 26% são mulheres; quando se trata de engenharia, cerca de 15% são mulheres. Portanto, estamos ainda com uma grande lacuna nestas áreas.”

No entanto, alguns países têm conseguido superar muitos desafios e obstáculos. A edição deste ano do Global Gender Gap Index tem quatro países nórdicos nas quatro primeiras posições. O país com maior índice de igualdade, com 88%, é a Islândia, que surge 3,5 pontos acima da Noruega.

A lista dos 10 primeiros países está assim alinhada:

1. Islândia

2. Noruega

3. Finlândia

4. Suécia

5. Nicarágua

6 Nova Zelândia

7. Irlanda

8. Espanha

9. Ruanda

10. Alemanha

Portugal surge na 35° posição, logo a seguir à Áustria e antes da Eslovénia.

Por regiões, a Europa ocidental, que quebrou quase 77% do fosso entre homens e mulheres, é uma das regiões mais avançadas. Se continuar nesta cadência, a Europa precisará de mais 54 anos para atingir a paridade, menos sete do que o previsto.

A constituição da nova comissão europeia pretende ser um passo e um incentivo nesta matéria.

BOM DIA-Abertura Noticiário Financeiro Reuters


© Reuters. BOM DIA-Abertura Noticiário Financeiro Reuters

LISBOA, 18 Dez (Reuters) – Bom dia! Eis os principais eventos a ter em atenção hoje.

PSI20 PORTUGAL:

* O índice accionista PSI20 fechou na linha de água, face a uma Europa que corrigiu dos máximos de ontem e com a libra esterlina a depreciar mais de 1%, após o primeiro-ministro britânico, Boris Johnson, ter reacendido receios de um Brexit desordenado.

Johnson disse que poderá usar o controlo que tem sobre o Parlamento britânico, após a retumbante vitória eleitoral da semana passada, para proibir qualquer extensão do período de transição do Brexit para além de 2020, um movimento ousado que assustou os mercados financeiros.

AGENDA NACIONAL:

* Assembleia geral extraordinária de accionistas da Pharol (LS:).

* INE divulga Índices de Preços na Produção Industrial (novembro 2019); Taxas de Juro Implícitas no Crédito à Habitação (novembro 2019) e Síntese Económica de Conjuntura (novembro 2019).

* A Comissão de Assuntos Constitucionais, Direitos, Liberdades e Garantias recebe, em audição, a Ministra de Estado e da Presidência, Mariana Vieira da Silva, sobre a implementação de medidas de prevenção e combate à violência doméstica [requerimento PCP].

AGENDA INTERNACIONAL ECONÓMICA E POLÍTICA (Hora local):

* FRANKFURT – O Governador da Reserva Federal Lael Brainard e a Presidente do BCE, Christine Lagarde, participam no Colóquio em Honra de Benoît Coeuré – 1015 GMT.

* FRANKFURT – Conselho do BCE: reunião de política não monetária em Frankfurt.

* INDIANAPOLIS – O Presidente da Reserva Federal de Chicago, Charles Evans, participa numa sessão moderada de perguntas e respostas antes do almoço do Clube Económico de Indiana – 1740 GMT.

* TÓQUIO – Banco do Japão realiza reunião de política monetária (até 19 de Dezembro).

* ESTOCOLMO – Riksbank realiza reunião de política monetária – 0800 GMT.

* KUALA LUMPUR – Turquia, Paquistão e outras nações de maioria muçulmana devem reunir-se na cúpula da Malásia (até 20 de Dezembro).

* BERLIM – Ministro da Economia da Alemanha, Peter Altmaier para dar um discurso em uma reunião de negócios Germano-Saudi em Berlim – 1300 GMT.

* MACAU, China – O presidente chinês Xi Jinping está prestes a chegar para uma visita de vários dias, antes do 20º aniversário da transferência da soberania de Macau para o controlo chinês no dia 20 de Dezembro – 0100 GMT.

* PIB Irlanda 3ro Tri (1200)

* Balança Comercial Total Japão Nov (0050)

* Preços no produtor Alemanha Nov (0800)

* Sentimento geral Suécia Dez (0900)

* Confiança do Consumidor Suécia Dez (0900)

* Índices Harmonizados de Preços no Consumidor Final Áustria Nov (0900)

* Inflação da Norma da UE Eslováquia Nov (0900)

* Ifo Clima Empresarial Novo Alemanha Dez (1000)

* Emprego Polônia Nov (1000)

* Corp. Salários do Sector Polônia Nov (1000)

* Índice de preços no consumidor Reino Unido Nov (1030)

* Índice de preços no consumidor Reino Unido Nov (1030)

* Índice de Preços do Produtor Produção Principal Reino Unido Nov (1030)

* Índices Harmonizados de Preços no Consumidor Final Zona Euro Nov (1100)

* Índices Harmonizados de Preços no Consumidor-X F, E, A, T Final Zona Euro Nov (1100)

* Taxa de Reposição CNB República Checa 43817 (1300)

* Índice de preços no consumidor Inflação Canadá Nov (1430)

* Índice de preços no consumidor BoC Core Canadá Nov (1430)

* Baseado no PIB Exp Nova Zelândia 3ro Tri (2245)

* Balança Comercial Nova Zelândia Nov (2245)

AGENDA INTERNACIONAL EMPRESAS:

* Micron Technology Inc (NASDAQ:) Resultados

* General Mills Inc (NYSE:) Resultados

* Paychex Inc (NASDAQ:) Resultados

* Toro Co Resultados

* Per Aarsleff Holding A/S Resultados

* Grupa Kety SA Resultados

* Herman Miller Inc Resultados

* ABM Industries Inc Resultados

(Por Lisboa Editorial)

AGENDA PORTUGAL-Noticiário Financeiro Reuters


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DEZEMBRO

* INE divulga Índices de Preços na Produção Industrial (novembro 2019); Taxas de Juro Implícitas no Crédito à Habitação (novembro 2019) e Síntese Económica de Conjuntura (novembro 2019).

* Assembleia geral extraordinária de accionistas da Pharol (LS:).

* A Comissão de Assuntos Constitucionais, Direitos, Liberdades e Garantias recebe, em audição, a Ministra de Estado e da Presidência, Mariana Vieira da Silva, sobre a implementação de medidas de prevenção e combate à violência doméstica [requerimento PCP].

* CMVM divulga indicadores estatísticos de fundos imobiliários.

* Banco de Portugal divulga Boletim Estatístico; Financiamento das administrações públicas; Endividamento do setor não financeiro.

* Banco de Portugal divulga Indicadores Coincidentes.

* Aeroporto do Montijo – Termina prazo para a ANA se pronunciar sobre a proposta de declaração de impacte ambiental da Agência Portuguesa do Ambiente.

* INE divulga Índice de Preços da Habitação (3.º trimestre 2019); Contas Nacionais Trimestrais por Setor Institucional (3.º trimestre 2019).

* Direção-Geral do Orçamento divulga síntese de execução orçamental (novembro 2019).

* INE divulga Índices de Produção Industrial (novembro 2019); Índice de Volume de Negócios, Emprego, Remunerações e Horas Trabalhadas no Comércio a Retalho (novembro 2019); Inquérito à Avaliação Bancária na Habitação (novembro 2019).

* INE divulga Estimativa Rápida do IPC/IHPC (dezembro 2019).

JANEIRO

* Apreciação na generalidade do Orçamento do Estado para 2020.

* Apreciação e votação na generalidade do Orçamento do Estado para 2020.

FEVEREIRO

* Votação final global do Orçamento do Estado para 2020.

* Millennium bcp apresenta resultados de 2019.

* Sonae Capital (LS:) apresenta resultados de 2019.

MARÇO

* REN (LS:) apresenta resultados do ano de 2019, após fecho do mercado

* REN apresenta resultados do primeiro trimestre de 2020, após fecho do mercado

(Por Lisboa Editorial)

As PME e o financiamento na Zona Euro


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Na zona euro, a necessidade de financiamento extra do Banco Central Europeu por parte das PME caiu de 6% do PIB, em 2015, para 3%, em 2019, o que equivale a 400 mil milhões de euros.

Esta queda resulta das mais baixas taxas de juros de sempre e da maior oferta de empréstimos bancários, graças ao apoio do BCE, que incentiva a oferta de empréstimos em alguns países.

A maior disparidade entre a procura e a oferta de empréstimos bancários é registada na Holanda, na Bélgica, em França e na Itália.

Paralelamente, os maiores aumentos na oferta de empréstimos bancários ocorreram em França, na Holanda e na Alemanha. Este é um sinal de que os bancos nestes países estarão em boa forma.

Já na Grécia, as PME continuam a ser fortemente afetadas falta de acesso a financiamento; um quarto dessas empresas diz que esse é o maior problema que enfrentam.

Itália, Irlanda e França apresentam a segunda e a terceira maiores fatias de PME que assinalam esta dificuldade como a sua maior preocupação.

Real Economy: Receita europeia para uma economia estagnada


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Descobrir a receita para a economia sair da estagnação é um desafio que o Banco Central Europeu (BCE) enfrenta há anos, mas para o qual, – dizem alguns especialistas – tem falta de instrumentos financeiros.

Por essa razão, alguns países, como a Holanda, estão a ser solicitados para investir mais, investimento que pode ser realmente importante para as Pequenas e Médias Empresas (PME), que representam mais de 99% de todas as empresas corporativas não-financeiras da Europa e dependem dos bancos para 70% do financiamento externo.

Financiamento a PMENa zona euro, a necessidade de financiamento extra por parte das PME reduziu de 6% do PIB, em 2015, para 3%, em 2019. O que equivale a 400 mil milhões de euros.Este é o resultado de baixas taxas de juros em empréstimos bancários e de uma maior disponibilidade dos bancos para empréstimos, graças ao apoio do BCE, ao incentivar a oferta de empréstimos bancários em países como a Alemanha, França, Bélgica e Holanda. A maior disparidade entre a procura e a oferta de empréstimos bancários para PMEs surge na Holanda (22% do PIB), seguida da Bélgica (14%), de França (9%) e da Itália (4%).

Paralelamente, os maiores aumentos na oferta de empréstimos bancários foram verificados em França (+ 78%), na Holanda (+ 38%) e na Alemanha (+ 34%).O que nos mostra que nesses países, os bancos estarão em boa forma. Já na Grécia, as PME continuam a ser fortemente afetadas pela falta de acesso ao financiamento: um quarto dessas empresas diz que esse é o maior problema que enfrentam. Um obstáculo que as PME de Itália, Irlanda e França também apontam como uma das principais preocupações.

Bolha imobiliária: um perigo iminenteO baixo custo recorde dos empréstimos também está a ter outro impacto, com os preços das habitações, em algumas cidades europeias, a serem inflacionados para níveis perigosamente altos.

O caso holandêsNo sul da Holanda, Johan Jansen decidiu dedicar-se à plantação em viveiro, um negócio que floresceu graças ao programa de compra de títulos do BCE, lançado em 2015, para apoiar a economia da Europa, através de empréstimos mais baratos às PME.

Hoje, a Special Plants emprega 25 pessoas. Recentemente, a empresa desenvolveu uma planta de chá local, oferecendo uma forma mais ecológica de consumir o produto. Mas, para dar vida a esta ideia,, Johan precisou de ajuda.

“Para começar o negócio da fábrica era realmente necessário um empréstimo bancário. Foi um grande investimento de um milhão e 800 mil euros. Portanto, precisávamos de muito dinheiro e a juros baixos. Também nos estamos a preparar para crescer em cada país, com o chá. E é essencial termos dinheiro barato porque, caso contrário, não podemos crescer”, conta.

As taxas de juros bancários na zona euro ainda são historicamente baixas, o que de facto ajuda muito empresários como Johan.

O dinheiro que entrou nos cofres dos bancos é também um incentivo para emprestar às famílias, encorajando-as a gastar.

Fenna comprou recentemente um apartamento, mesmo com o aumento do mercado imobiliário na Holanda. O banco só iria financiar 45% da transação, o que a levou a aceitar ajuda de próximos para conseguir a casa.

“É uma oportunidade para mim, porque a taxa de juros é muito baixa. Não é que eu ganhe muito dinheiro, tenho de pagar a minha hipoteca todos os meses. E isso está muito baixo agora. Então, este foi definitivamente um bom momento para comprar uma casa”, afirma.

Em 2019, as famílias apresentam uma dívida hipotecária nos bancos holandeses equivalente a 91% da economia total do país; a média da zona euro está nos 55%.

Para o banco central holandês, a situação é uma das maiores ameaças à estabilidade financeira na Holanda.

Bas Jacobs, professor de Economia na Escola de Economia Erasmus, explica que “o primeiro risco é o mercado imobiliário continuar a crescer e os preços da habitação poderem formar bolhas. O segundo risco é o das baixas taxas de juros poderem comprometer os fundos de pensão. E isso será obviamente muito mau para a economia holnadesa. As baixas taxas de juros são um sinal de que o governo deve, na verdade, investir mais, especialmente em educação e investigação e na transição energética”.

O BCE está a pedir que países com excedentes orçamentais, como a Holanda, invistam mais na própria economia para estimular o crescimento na Europa.

Mas nem todos concordam com esse apelo do BCE. Os ministros alemães e holandeses das finanças insistem que os governos já estão a fazer muito para aumentar a procura interna.

A visão da OCDENa Europa, há claramente opiniões divergentes sobre como gastar. Para a Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico (OCDE), o investimento público de certos países, combinado com baixas taxas de juros por mais algum tempo pode dar um balão de oxigénio à economia europeia. Em entrevista à Euronews, a economista-chefe da OCDE, Laurence Boone, explica onde está o ponto de equilíbrio.

Efi Koutsokosta, Euronews: Gostaria de começar por lhe perguntar se o BCE chegou ao limite ao ajudar a Zona Euro a crescer?

Laurence Boone: O BCE estabeleceu taxas a níveis muito baixos, mas também deu muita previsibilidade ao longo do tempo relativamente às taxas de juros e sabemos que as taxas existem para durar. O BCE tem feito muito desde o início da crise, mas, durante muito tempo, foi o único apoio que existiu e isso não pode durar para sempre. Por isso, defendemos que a política fiscal intervenha e ajude o BCE a alcançar o seu objetivo.

E.K.: Quem é que tem de fazer mais?

L.B.: Existem alguns países com espaço fiscal na zona euro. Entre eles estão a Holanda, a Alemanha e muitos países nórdicos, mas todos têm de investir em tecnologia, no digital e em energia do século XXI. Vejamos o caso da Holanda. Foi anunciado que o último orçamento teria um aumento de 1% do PIB, mas o mais importante é que o país está a criar um fundo de 50 mil milhões, a partir de empréstimos, que vai servir para financiar a transição energética e é isso o que realmente nós queremos que os países façam.

E.K.: Gostaria de lhe perguntar sobre os alertas de economistas, especialistas, mas também de banqueiros do BCE, que todos os dias nos dizem que a política do BCE é perigosa e pode criar bolhas. Também está preocupada?

L.B.: O que fizemos foi comparar dois tipos de políticas: uma em que BCE age sozinho e outra, onde o BCE faz metade e a outra metade é feita pela política finaceira de cada país e o que observámos foi um crescimento comparativo do PIB, mais ou menos a mesma inflação, um pouco mais alta com a política financeira, mas ainda mais importante que isso, foi que com essa combinação de políticas do BCE, obtivemos metade da inflação de preços de ativos, um efeito que vimos apenas com a política monetária. Portanto, a mensagem que queremos passar é a de que ter uma melhor combinação de políticas não só proporciona um crescimento melhor no futuro, como também reduz o risco de formação de bolhas.

Banco de Inglaterra propõe testes de stress climático


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É uma proposta do Banco de Inglaterra: testes de stress climático. Os principais bancos e seguradoras do Reino Unido devem submeter-se a um teste em 2021, para quantificar o possível impacto financeiro das alterações climáticas nos negócios.

Pretende avaliar as consequências da crise climática, nos preços dos ativos e nos modelos de negócios em três cenários: num cenário de ação rápida, de ação tardia ou de completa inação para cumprir os objetivos globais em relação ao clima.

O Banco de Inglaterra comunica que para garantir que as empresas estão preparadas vai verificar se estão a gerir os riscos de forma adequada.

  • Os riscos físicos surgem do aumento da gravidade e da frequência de certos eventos climáticos e meteorológicos.
  • Os riscos de transição surgem dos ajustes em direção a uma economia neutra em carbono.

O Banco de Inglaterra considera que alterações climáticas representam um risco para a estabilidade do sistema financeiro do Reino Unido e já incluiu um elemento de risco climático nos teste de stress deste ano, em relação às seguradoras. Os resultados vão ser encarados como um projeto piloto para o teste de 2021.

BOM DIA-Abertura Noticiário Financeiro Reuters


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LISBOA, 19 Dez (Reuters) – Bom dia! Eis os principais eventos a ter em atenção hoje.

PSI20 PORTUGAL:

* O disparo da Mota-Engil não foi suficiente para evitar a queda do índice accionista PSI20 , face a uma Europa mista, com os ganhos dos sectores defensivos e da fabricante de camiões sueca Volvo a contrabalançarem as preocupações em torno de um ‘hard brexit’, segundo traders.

Há também algum nervosismo em relação à “fase um” do acordo comercial entre os EUA e a China, que ainda não foi assinado.

O dólar disparou esta quarta-feira, apoiado em dados económicos positivos, esmagando a probabilidade de um corte da taxa de juro pela Reserva Federal em 2020.

AGENDA NACIONAL:

* CMVM divulga indicadores estatísticos de fundos imobiliários.

* Reunião do Conselho de Ministros.

* Banco de Portugal divulga Boletim Estatístico; Financiamento das administrações públicas; Endividamento do setor não financeiro.

AGENDA INTERNACIONAL ECONÓMICA E POLÍTICA (Hora local):

* MOSCOVO – O Ministro dos Negócios Estrangeiros russo Sergei Lavrov e o Ministro dos Negócios Estrangeiros japonês Toshimitsu Motegi realizam uma reunião em Moscovo – 0800 GMT.

* NOVA DELHI – O Primeiro-Ministro português Antonio Costa vai visitar a Índia por dois dias (até 20 de Dezembro)

* FRANKFURT – O economista-chefe do BCE, Philip Lane, preside ao painel de política económica na 4.ª conferência bienal do BCE sobre política orçamental e governação da UEM, em Frankfurt, Alemanha – 1530 GMT

* OSLO – O Banco Central da Noruega anuncia a decisão da taxa de juros da directoria executiva e publica a política monetária seguida de uma conferência de imprensa – 0900 GMT.

* LONDRES – Bank of England anuncia decisão de taxa e publica a ata da reunião – 1200 GMT.

* FRANKFURT – Reunião do Conselho Geral do BCE em Frankfurt.

* ESTOCOLMO – Banco Central da Suécia anuncia decisão sobre a taxa de juro. Relatório de política monetária será publicado – 0830 GMT.

* Emprego Austrália Nov (0130)

* Taxa de Participação Austrália Nov (0130)

* Taxa de Desemprego Austrália Nov (0130)

* Clima empresarial Indústria transformadora França Dez (0845)

* Riksbank Taxa Suécia 19/Dez (0930)

* Taxa Chave da Política de Privacidade Noruega 19/Dez (1000)

* Produção Industrial Polónia Nov (1000)

* Índice de Preços no Produtor Polónia Nov (1000)

* Vendas a Retalho Reino Unido Nov (1030)

* CBI Distributive Trades Reino Unido Dez (1200)

* BOE Taxa Bancária Reino Unido Dez (1300)

* GB BOE QE Corp. Reino Unido Dez (1300)

* Conta Corrente Estados Unidos da América 3ro Tri (1430)

* Pedido de Subsídio de Desemprego Estados Unidos da América 43813 (1430)

* Índice de Negócios Philly Fed Estados Unidos da América Dez (1430)

* Comércio por grosso Canadá Out (1430)

* Indicador Principal Bélgica Dez (1500)

* Vendas de Casas Existentes Estados Unidos da América Nov (1600)

* JP BOJ Decisão Taxa Japão 19/Dez (0000)

AGENDA INTERNACIONAL EMPRESAS:

* Accenture PLC Resultados

* Darden Restaurants Inc (NYSE:) Resultados

* Conagra Brands Inc Resultados

* Factset Research Systems Inc Resultados

* SkiStar AB Resultados

* Sanderson Farms Inc Resultados

* Actuant Corp Resultados

* AAR Corp Resultados

* Scholastic Corp Resultados

* Apogee Enterprises Inc Resultados

(Por Lisboa Editorial)

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DEZEMBRO

* CMVM divulga indicadores estatísticos de fundos imobiliários.

* Reunião do Conselho de Ministros.

* Banco de Portugal divulga Boletim Estatístico; Financiamento das administrações públicas; Endividamento do setor não financeiro.

* Banco de Portugal divulga Indicadores Coincidentes.

* Aeroporto do Montijo – Termina prazo para a ANA se pronunciar sobre a proposta de declaração de impacte ambiental da Agência Portuguesa do Ambiente.

* INE divulga Índice de Preços da Habitação (3.º trimestre 2019); Contas Nacionais Trimestrais por Setor Institucional (3.º trimestre 2019).

* Direção-Geral do Orçamento divulga síntese de execução orçamental (novembro 2019).

* INE divulga Índices de Produção Industrial (novembro 2019); Índice de Volume de Negócios, Emprego, Remunerações e Horas Trabalhadas no Comércio a Retalho (novembro 2019); Inquérito à Avaliação Bancária na Habitação (novembro 2019).

* INE divulga Estimativa Rápida do IPC/IHPC (dezembro 2019).

JANEIRO

* Apreciação na generalidade do Orçamento do Estado para 2020.

* Apreciação e votação na generalidade do Orçamento do Estado para 2020.

FEVEREIRO

* Votação final global do Orçamento do Estado para 2020.

* Millennium bcp apresenta resultados de 2019.

* Sonae Capital (LS:) apresenta resultados de 2019.

MARÇO

* Impresa apresenta resultados do ano de 2019, após o fecho do mercado.

* REN apresenta resultados do ano de 2019, após fecho do mercado.

* REN apresenta resultados do primeiro trimestre de 2020, após fecho do mercado

(Por Lisboa Editorial)

BREVE-SL Benfica anuncia reembolso parcial antecipado de obrigações Benfica SAD 2018-2021


© Reuters. BREVE-SL Benfica anuncia reembolso parcial antecipado de obrigações Benfica SAD 2018-2021

19 Dez (Reuters) – A Sport Lisboa e Benfica Futebol SAD anunciou que:

* Fará reembolso parcial antecipado de obrigações representativas do empréstimo obrigacionista “Benfica SAD 2018-2021” num valor total de 25 milhões de euros.

* O reembolso parcial será efectuado mediante redução do valor nominal unitário das Obrigações proporcionalmente ao valor antecipadamente reembolsado.

* O valor nominal unitário de cada Obrigação passará, a partir do dia 18 de Janeiro de 2020, de 5 euros para 2,22 euros.

(Por Maria Gonçalves em Gdansk Newsroom; Editado por Patrícia Vicente Rua em Lisboa)

Yield Bund alemão atinge novo recorde 6 meses com Suécia a abandonar taxas negativas


© Reuters. Yield Bund alemão atinge novo recorde 6 meses com Suécia a abandonar taxas negativas

LONDRES, 19 Dez (Reuters) – Os rendimentos das obrigações alemãs a 10 anos subiram para máximos de seis meses nesta quinta-feira, após a Suécia terminar cinco anos de taxas de juro negativas – reforçando um sentimento nos mercados de que os principais bancos centrais podem fazer aumento dos custos dos empréstimos abaixo de zero.

O banco central da Suécia, o Riksbank, aumentou a taxa dos acordos de recompra de referência de um quarto de ponto para zero, apesar de um abrandamento da economia e da incerteza global para traçar uma linha sob uma era de taxas negativas. assim o primeiro dos bancos centrais que cortam com as taxas para abaixo de zero, lentamente voltando ao que há muito era considerado o piso para as taxas de juro. As taxas ainda são negativas no Banco Central Europeu e nos bancos centrais japoneses, dinamarqueses, suíços e húngaros.

O BCE cortou sua taxa de depósito em 10 pontos base para -0,5% em Setembro.

Os mercados rapidamente moveram-se para apagar as apostas em novos cortes de taxas ECBWATCH . Os comentários do banco central sugeriram que havia pouco apetite para uma maior flexibilização e que era tempo de os governos aumentarem os gastos fiscais para levantar o crescimento e a inflação.

Os rendimentos das obrigações aumentaram em toda a Zona Euro na quinta-feira, com os de países com taxas mais elevadas, como a Alemanha, França e Holanda, a subir 3-4 bps no dia FR10YT=RRR , NL10YT=RRR .

Os Bond Yields alemães de 10 anos subiram para -0,212% DE10YT=RRR , uma nova alta de seis meses, ultrapassando um pico tocado na sexta-feira após a vitória eleitoral do Partido Conservador Britânico.

Um indicador-chave das expectativas de inflação a longo prazo da Zona Euro subiu acima de 1,33% EUIL5YF5Y=R para o seu valor mais alto desde o final de Julho. Permanece abaixo da meta de inflação do BCE – próxima mas inferior a 2% – mas mostra uma recuperação das expectativas em relação aos mínimos históricos do início deste ano, em torno de 1,12%.

Texto original em inglês: (Reportagem de Dhara Ranasinghe, traduzido para português por André Vitor Tavares em Gdansk Newsroom; editado por Sérgio Gonçalves em Lisboa)